Ontem, sexta feira, fui com meu pai buscar a Beca na escola. Era sexta feira e eu combinei com ela que as sextas feiras nos podemos passar na padaria na volta da escola e tomar um sorvete.
sentei ela em um dos bancos da mesinha da padaria, abri o sorvete (de banana, ela adora) e entreguei na mão dela. Abri o meu e sentei no banco na frente.
Beca ficou fazendo gracinhas - piscava lentamente os olhinhos, dava sorrisinhos, enrolava pra tomar o sorvete e ficava tentando chamar minha atenção. Cantava musiquinhas e esperava minha reação. Estava feliz.
Nisso, num determinado momento, eu falo que ela fez um biquinho e ela para um segundo,pensa, e se inclina na minha direção fazendo biquinho, pra me dar um beijo.
Me inclino de volta, ela me da um beijinho estalado e diz:
- te amo mamãe!
*Poff* cai no chão de tanta fofura!
Lindo quando eles começam a saber nomear os sentimentos que tem, que tanto bagunçam a vidinha deles nesse segundo aninho de vida...
Repondi, claro! Nunca iria deixa-la sem a resposta!
- Também te amo filha!
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
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sábado, 4 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Quase boas
Estamos melhores.
Eu, depois de quase uma semana de antibiotico, so sinto aquela sensação de corpo pesado e cansaço. O Taz ja acha que isso não tem a ver nem com a minha gripe nem com o antibiotico e sim com falta de vitamina, pois tenho me alimentado mal e deixei de tomar os complementos vitaminicos que devo. Mas, em suma, da gripe, so resquisios que dia a dia são deixados pra tras.
Rebeca tambem esta muito melhor. Nada de diarreia, nem vomitos, e nariz desentupido. Vou manter o tratamento pro narizinho como receitado ate sexta, mas de resto, estamos oks e possivelmente liberados.
Amanhã ja volto a dar comida normal pra ela de novo pra testar, e paro de dar o dramim.
Preciso dizer que o dramim ajudava em outra coisa - Rebeca dormia facinho facinho depois de tomar. Mas ai é preguicinha de mãe... hehe
Falando em dormir, devido as noites muito frias que tem feito em SP Rebeca tem dormido conosco no quarto. Não na minha cama, em um colchã quecolocamos do lado da cama, no chão, especialmente pra ela.
Assim podemos ligar o aquecedor e ficarmos todos quentinhos, ja que Rebeca não se cobre de jeito nenhum.
Meu quarto e mais quente que os outros comodos, e ela ja não vinha dormindo em seu quarto e sim na sala ja tinha mais de 1 semana direto. Cansamos, eu e o Taz conversamos, e achamos melhor fazer assim. Ficamos maisconfortaveis, ela se sente mais segura e nos todos ficamos mais quentes.
Eu sei que depois pra desacostumar ela pravoltar a dormir sozinha vai ser dose, então nem penso muito nisso. Sei que foi uma decisão que vai durar muito mais do que eu gostaria e que vai depender muito mais do querer dela, da segurança dela, do que outra coisa. Acho que enquanto nós, eu e o taz, não nos incomodarmos, tudo bem. E que venha o inverno!
Outra coisa é que Rebeca finalmente aprendeu a falar o que não deve. Aprendeu a falar "saco!' de "Ai, que saco isso!" com essa entonação e tudo. Aprendeu de ouvir minha mãe falar. Tanta coisa boa pra aprender...
E os seus filhos? Aprenderam a falar bobagem com os avos?
Eu, depois de quase uma semana de antibiotico, so sinto aquela sensação de corpo pesado e cansaço. O Taz ja acha que isso não tem a ver nem com a minha gripe nem com o antibiotico e sim com falta de vitamina, pois tenho me alimentado mal e deixei de tomar os complementos vitaminicos que devo. Mas, em suma, da gripe, so resquisios que dia a dia são deixados pra tras.
Rebeca tambem esta muito melhor. Nada de diarreia, nem vomitos, e nariz desentupido. Vou manter o tratamento pro narizinho como receitado ate sexta, mas de resto, estamos oks e possivelmente liberados.
Amanhã ja volto a dar comida normal pra ela de novo pra testar, e paro de dar o dramim.
Preciso dizer que o dramim ajudava em outra coisa - Rebeca dormia facinho facinho depois de tomar. Mas ai é preguicinha de mãe... hehe
Falando em dormir, devido as noites muito frias que tem feito em SP Rebeca tem dormido conosco no quarto. Não na minha cama, em um colchã quecolocamos do lado da cama, no chão, especialmente pra ela.
Assim podemos ligar o aquecedor e ficarmos todos quentinhos, ja que Rebeca não se cobre de jeito nenhum.
Meu quarto e mais quente que os outros comodos, e ela ja não vinha dormindo em seu quarto e sim na sala ja tinha mais de 1 semana direto. Cansamos, eu e o Taz conversamos, e achamos melhor fazer assim. Ficamos maisconfortaveis, ela se sente mais segura e nos todos ficamos mais quentes.
Eu sei que depois pra desacostumar ela pravoltar a dormir sozinha vai ser dose, então nem penso muito nisso. Sei que foi uma decisão que vai durar muito mais do que eu gostaria e que vai depender muito mais do querer dela, da segurança dela, do que outra coisa. Acho que enquanto nós, eu e o taz, não nos incomodarmos, tudo bem. E que venha o inverno!
Outra coisa é que Rebeca finalmente aprendeu a falar o que não deve. Aprendeu a falar "saco!' de "Ai, que saco isso!" com essa entonação e tudo. Aprendeu de ouvir minha mãe falar. Tanta coisa boa pra aprender...
E os seus filhos? Aprenderam a falar bobagem com os avos?
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