Eu não sei de vocês, mas eu gosto muito de redes sociais. Facebook, Instagram, etc. Sou usuaria ferrenha de FB, passo horas por dia nele, compartilho bastante coisa. Uso, especialmente, para manter contato com família e amigos com os quais não teria de ser de outra forma.
E mesmo assim, eu acho que o que eu realmente compartilho sobre mim mesma não diz nem 20% da minha vida real. Ok, talvez eu devesse maneirar um pouco nas fotos. Mas mesmo que uma imagem valha por mil palavras, não passa disso.
Eu sei que eu sou muito mais do que eu me mostro. Eu sei o que esta, pra mim, por trás daquele bom dia com uma carinha feliz, ou o que cada ponto de exclamação após um feliz aniversário quer dizer.
E eu sou boa de interpretação de texto, sei ler muito bem a pontuação e sei usar a mesma. Infelizmente, isso é pouco valorizado, e quanto mais novo a pessoa é menos pontuação e gramática ela se esforça em usar corretamente.
Ai a gente começa a entrar nas minhas revoltas pessoais.
Tipo, eu escrevo como eu falo, na maioria das vezes. E mesmo tendo um bom conhecimento da lingua portuguesa, eu cometo erros, muitos por tentar digitar tão rapido quanto eu penso. Outros por culpa do teclado falhando. e também dou uma boa abreviada. E sou heavy user de carinhas felizes e similares.
Ai eu vejo uma pessoa compartilhando uma imagem que diz "Erros de português mais comuns nas redes sociais", seguido de comentários varios de pssoas que eu conheço sobre como a educação do país é uma droga e que as pessoas nem sabem mais escrever direito.
Ai eu paro, clico na fotinha da pessoa. Meu conhecido, provavelemnte alguém que eu gosto. Conto nos dedos as vezes em que fulano cabulou aula comigo pra sair com os amigos. Ou em quantas aulas a pessoa dormiu mais do que estudou. E de todas aquelas cervejas na faculdade quando meia duzia de gatos pingados insistiam em assistir aula do tal professora chato, mas que dava a matéria mais importante do curso.
OK.
Ai cai na minha timeline foto de bebe morto com frases pregando que aquilo é a foto de um feto abortado e que mulheres que abortam são assasinas e daí pra baixo. Clico na fotinha, foi, juro, em 100% das vezes, compartilhado por um homem. Homem esse, sem filhos em sua maioria, que não tem ideia de que um feto de 12 semanas tem la seus 5 cm e que aquela foto de muito mal gosto não tem nada a ver com aborto.
Muito menos que a chance de que sua mãe, avó, irmã e prima tenham feito pelo menos 1 aborto.
OK.
Pessoa compartilha aquela imagem bacana com mensagem realmente importante de que "Escola ensina, família educa".
Clico na fotinho e lembro da ultima visita que fiz a tal família e que os pais ficavam sentados tomando cerveja enquanto os filhos de lá seus 6 e 9 anos ficavam brincando de lutinha ou jogando GTA V no videogame. Onde a conversa rolava sobre como eles não deixavam os filhos verem um desenho do pernalonga por ser inadequado, enquanto no tal jogo de videogame o jogador simula ser um bandido que mata pessoas a pancadas no meio da rua sem motivo nenhum a não ser ganhar pontos.
Lembro que não existem livros na casa daquela pessoa. Pergunto se alguma vez a pessoa leu um livro para o filho pequeno, e recebi como resposta que não tinha tempo e tinha mais coisa pra fazer. E coisa de horas depois brigava com o filho que não queria ir a escola por não saber ler. E lhe castiga com palmadas ou pior.
OK.
Ai com a proximidade da Copa do Mundo e das eleições o que mais pipoca na minha timeline são imagens e fotos criticando o governo federal, deixando claro que esta ruim por que é um governo do PT, que o PT é comunista, que comunistas comem criancinhas no café da manhã e que o objetivo desses vilões é transformar o Brasil numa nova Cuba. E que na ditadura era melhor, que os Policiais militares são heróis, que bandido bom é bandido morto, e dão a entender que corrupção é uma coisa nova. E que é por isso que o país esta perdido.
Ai clico na fotinho, vejo que em 99% dos casos a pessoa que compartilhou tem menos de 40 anos. É de classe média ou média alta. Nunca foi preso, ou enuquadrado. é branco, no máximo um tom de pele meio bronzeado. Não tem histórico familiar de presos na ditadura. E por ai vai...
Ai eu paro e penso que uma das características que eu gosto em mim é a capacidade de conhecer e me dar bem com pessoas de todos os tipos. E que assim como eu elas não devem postar nem 1/5 de suas vidas reais online.
Mas não consigo deixar de me questionar por que elas insistem então em mostrar ao mundo seu lado mais agressivo, e ao mesmo tempo, tão incoerente.
Fico me questionando se isso não faz parte de uma adolescência da internet em que passamos pela fase de que achamaos que temos que nos revoltar, e ao mostrar nosso pior lado, descobrir que realmente gosta de nós.
E fico torcendo pra maturidade então chegar logo.
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
quarta-feira, 14 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Dia das mães 2014
Eu estou cansada. Assim, exausta. tudo que eu queria era poder dormir um pouco mais. Passei os ultimos dias a base de café. Tive que ir ao PS e ficar lá até as 3h da manhã. Passei a semana preocupada e com um pouco de medo até. Tenho que acordar mais cedo do que eu gostaria todos os dias, ja perdi a conta de quantas vezes deixei de comer aquela ultima garfada que deixei pro final por ser a melhor parte da comida. Tem dias que tudo que eu quero é um banho de mais de 5 minutos. E não é por que não da pra fazer todas essas coisas de forma pratica, mas por que minha mente esta sempre em outro lugar, em outra pessoa. Sinto que acordo e durmo de prontidão, e nesses ultimos dias numa tensão que só se acalma um pouco ao ter meu coração batendo frente a frente, num abraço.
E eu não trocaria isso por nada. Por que eu nunca me senti tão feliz e nunca fiz nada disso com tanto amor. Eu realmente não sabia do que eu era capaz antes de ser mãe. Eu me testo todos os dias e vou um pouco mais longe. Me tornar mãe foi a melhor coisa que fiz na minha vida.
E sempre que alguém que conheço me conta que vai ter filhos eu desejo do fundo do coração que encontre nessa experiência toda a satisfação que eu encontrei. Por que não tem nada mais incrível, e que traga tanta satisfação e tanta alegria. E por coisas tão simples.
Eu não sou perfeita, nem quero ser. Sou a melhor mãe que posso todos os dias, e nenhum deles é igual ao outro. Mas todos os dias, todos os dias, quando eu olho pra minha filha, eu sei. Eu simplesmente sei, o que é ser realmente feliz.
E não preciso de mais nada.
Feliz dia das mães para todas as mães.
E eu não trocaria isso por nada. Por que eu nunca me senti tão feliz e nunca fiz nada disso com tanto amor. Eu realmente não sabia do que eu era capaz antes de ser mãe. Eu me testo todos os dias e vou um pouco mais longe. Me tornar mãe foi a melhor coisa que fiz na minha vida.
E sempre que alguém que conheço me conta que vai ter filhos eu desejo do fundo do coração que encontre nessa experiência toda a satisfação que eu encontrei. Por que não tem nada mais incrível, e que traga tanta satisfação e tanta alegria. E por coisas tão simples.
Eu não sou perfeita, nem quero ser. Sou a melhor mãe que posso todos os dias, e nenhum deles é igual ao outro. Mas todos os dias, todos os dias, quando eu olho pra minha filha, eu sei. Eu simplesmente sei, o que é ser realmente feliz.
E não preciso de mais nada.
Feliz dia das mães para todas as mães.
domingo, 27 de abril de 2014
Dicas de cuidados com as mães.
Essa semana nasceram 2 bebês de pessoas muito queridas. Assim, no mesmo dia. Coincidências que a gente nem sempre entende. Mas me deixou muito feliz, inclusive por que compartilhei um pouco da emoção de um deles por ter entregue uma encomenda de mini-cupcakes de como lembrancinha de maternidade.
Mas ai que fiquei pensando e lembrando desse momento tão mágico, difícil e meio louco que é o pós parto.
E pensei que as vezes nós temos alguém perto de nós que não é o bebê, e que pode se sentir bastante perdido. Muitas vezes esse alguém é o pai do bebê. As vezes nossa própria mãe e pai. As vezes só um amigo ou amiga que se dispôs a tentar ajudar.
Infelizmente as vezes não temos ninguém e nos vemos ali, só nós e o bebê. Acontece.
Mas resolvi então fazer uma lista com algumas dicas que podem ser seguidas por esses cuidadores, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê. E com pelo menos alguns itens que,se for o caso, você pode fazer você mesma. Mas o intuito é listar algumas coisas que podem tornar esse momento menos estressante, e dar a mãe um pouco mais de conforto.
Por que né, vamos ser sinceros, a gente precisa. #fato
Mas ai que fiquei pensando e lembrando desse momento tão mágico, difícil e meio louco que é o pós parto.
E pensei que as vezes nós temos alguém perto de nós que não é o bebê, e que pode se sentir bastante perdido. Muitas vezes esse alguém é o pai do bebê. As vezes nossa própria mãe e pai. As vezes só um amigo ou amiga que se dispôs a tentar ajudar.
Infelizmente as vezes não temos ninguém e nos vemos ali, só nós e o bebê. Acontece.
Mas resolvi então fazer uma lista com algumas dicas que podem ser seguidas por esses cuidadores, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê. E com pelo menos alguns itens que,se for o caso, você pode fazer você mesma. Mas o intuito é listar algumas coisas que podem tornar esse momento menos estressante, e dar a mãe um pouco mais de conforto.
Por que né, vamos ser sinceros, a gente precisa. #fato
- Pegue o bebe no colo, deixe ele dormir de barriga na sua própria barriga. Essa posição ajuda a aliviar as colicas e um recem nascido dormindo seguro pode dar a mãe a chance de tomar um banho onde ela de fato lave os cabelos E penteie depois. E isso pode salvar o dia.
- Nós passamos muito, acreditem, muito tempo em pé. Uma massagem com um pouco de creme ou óleo cai super bem. E se você tiver disposição, sim, todos os dias. Não precisa ser muito longa, mas o contato pele a pele, e especialmente a sensação de ser cuidado ao invés de cuidar é mágica.
- Nós passamos muito, acreditem, muito tempo em pé. Uma massagem com um pouco de creme ou óleo cai super bem. E se você tiver disposição, sim, todos os dias. Não precisa ser muito longa, mas o contato pele a pele, e especialmente a sensação de ser cuidado ao invés de cuidar é mágica.
- Levante junto de madrugada, pelo menos 1 das vezes. Você não pode dar de mamar, mas pode ficar de olho pra garantir que a mãe não dormiu com o bebe nos braços. (Sim, a gente morre de medo disso no começo). Pode ajudar pegando a fralda pra trocar, a pomada, o algodão, tirando o lixo. Dando um beijo gostoso, de leve, passar mão no cabelo e lembrar a gente que não estamos sozinhas. Por que, juro, também estamos cansadas, com sono e tudo isso que você esta sentindo.
- Prepare aquele prato que ela gosta de comer, coloque na mesa, coloque um vaso com uma flor que ela goste no meio, acenda umas velas. E se ela precisar se ausentar por causa do bebe, se dê o trabalho de requentar quando ela acabar.
- Tenha paciência. Sério. Muita muita paciência. Dificilmente existe outro momento na vida da mulher em que ela entre tão em contato com seus instintos que no puerpério. E nós nao sabemos lidar com isso. Então, muitas vezes, vamos nos sentir inseguras, vamos passar dias e noites nos questionando se estamos fazendo a coisa certa, se somos o suficiente, inclusive pra você. E nessas horas, acabamos mesmo descontando em alguém. Por que projetar esse sentimento pra fora, as vezes com uma reclamção outras brigando, até um grito, pode ser nossa unica forma de expressar esses sentimentos. Não é pessoal. É um desabafo. Aceite isso, respire fundo, e não compre a briga. Conte mentalmente até dez, vinte, mil. Mas se você quer que a briga acabe, olhe pra ela enquanto o desabafo dura. Por que não tem nada mais enervante que tentar falar com alguém que nem esta olhando pra você e sim pra uma tela de celular/computador/tv.
- Não espere ser chamado pra ajudar. Se você esperar esse pedido vai vir com um berro de desespero e talvez até uma boa dose de choro. Então, tome a iniciativa. Lave a louça, coloque as roupas pra lavar, leve o cachorro pra passear. Quando sair, se puder, traga uma lembrança - uma flor, um bombom, uma bala que seja,apenas pra gente se sentir querida.
- Quando a gente pede alguma coisa esperamos que ela seja feita na hora. Por que ja estamos pensando nisso a tempo demais e não conseguimos parar para fazer nós mesmos. Se chegamos a pedir sua ajuda é por que chegamos no limite. Lembre disso e tente ser rápido. Pense que estamos num momento que todas as necessidades do outro são imediatas (alimentar, zelar e limpar um bebe) então é difícil não agir assim para as outras coisas também.
- O bebe dormir na cama não é a ultima picada. Pode ser a diferença entre você conviver com um ser humano ou não no dia seguinte. Não é para sempre. Relaxe e va assistir um filme no sofá.
- Sexo pode ser um problema. Os hormonios demoram a voltar ao normal e eles nos impelem a nos manter concentrados no bebe (lembre que nosso instinto é de proteger a cria de agressores e manter a prole viva). Muitas mulheres inclusive perdem a lubrificação natural por causa disso e podem sentir dor na relação. Conversar sobre isso racionalmente, falar com o GO se algo assim ocorrer, e dar tempo a natureza pode ser necessário. Não significa que a gente ame menos ou deseje menos. Muitas vezes só precisamos de tempo. (E de uma pomadinha marota pra ajudar)
- Intimidade é um problema também, muitas vezes, inclusive por que agora existe outro ser humano requerendo nossa total atenção. E podemos ter dificuldade em mudar o foco. Falar sobre assuntos não relacionados ao bebe quando ele esta dormindo - pode ser sobre um filme, um artigo, novidades dos amigos, etc - ajuda a lembrar que somos mais que mães. Uma cidra sem álcool, um filme abraçadinhos, falar sobre vocês dois como casal, fazer planos para daqui 5 anos. Tudo isso pode ajudar. Quando o bebe estiver maiorzinho e dormindo a noite toda e não mamar mais, um vinho de verdade, uma tabua de frios, um cobertor no chão... \Volte a namorar. (Ou deixe namorar se for o caso).
- deixar o bebe com alguém de confiança - tia, avó, amiga - e sair um pouco, que seja meia hora e ir ao mercado (juro!) pode ajudar muito.
- deixar o bebe com alguém de confiança - tia, avó, amiga - e sair um pouco, que seja meia hora e ir ao mercado (juro!) pode ajudar muito.
- Se informe. Leia as coisas que ela pede, busque informação online, converse com outros pais. Você também não esta sozinho e saber lidar com seus próprios sentimentos também é primordial.
- Conte piadas. Rir relaxa, alivia a tensão e pode te livrar de uma briga.
- Uma hora o bebe vai comer outra coisa e não leite. Conversem sobre isso antes de acontecer. Mais importante que qualquer coisa é vocês agirem de acordo um com o outro. Se você der um pirulito pro seu filho de 6 meses e sua mulher tinha o sonho de dar a criança uma alimentação saudável e sem doces até os 4 anos, vocês vão ter um problema bem maior do que você jamais pode imaginar.
- Essa de concordar um com o outro é importante. Ninguém concroda com tudo sempre, então conversar abertamente sobre os temas relacionados ao bebe e ao casal é algo necessário desde a gravidez. Todos queremos o melhor para nossos filhos e continuar tendo uma relação estável. Não tenha duvidas, saiba.
- Pediatra não é Deus. Eles sabem muito. Muito mesmo. E voce deve confiar demais na pessoa responsável pela saúde do seu filho. Se por algum motivo você não confia, troque de médico. Se não for o caso, não tenha medo de questionar um diagnóstico ou uma medicação. As vezes eles não falam tudo o que estão pensando, ser honesto pode te ajudar a saber mais sobre o quadro de saúde do seu filho.
- A internet pode ser um grande aliado. Existem blogs, grupos de discussão, sites especializados, lojas, milhares de pessoas dispostas a ouvir e conversar com você. só tome cuidados básicos de segurança.
- Sim, você tem direito a descanso. Nós também.Que tal revezar um pouco?
- Se você esta tendo um dia ruim, seja honesto e diga com todas as palavras que naquele dia voc~e não vai poder ajudar. É mais fácil de compreender e de aceitar que uma cara amarrada e umas bufadas antes de atender algum pedido de má vontade. Se mesmo tendo a informação nós pedirmos ajuda, vamos lembrar, conte até dez e tente fazer na hora. Sim, estamos desesperadas.
- conforme o bebe cresce e a rotina da casa se ajeita, as demandas vão ficando menores. Com cada hora de sono a mais por noite mais sociáveis podemos ficar. Reconheça isso.
- Também queremos dividir nosso dia, mesmo que seja pra falar do coco que saiu com um cheiro diferente e nós ficamos preocupadas. É uma dura realidade mas vocês terão muitos papos escatológicos pela frente ainda. Mas tam´bem vamos falar, emocionadas, daquele sorriso que recebemos no meio da madrugada. E da primeira vez que o bebe conseguiu se virar sozinho. Estamos vivendo uma jornada onde cada pequena vitória conta, cada pequeno novo gesto, cada detalhe. Embarque nela conosco. É incrível de viver.
- Se a mãe do bebe for bipolar, entenda que não amamentar pode ser traumatizante. Ajude a lembrar do medicamento, fique atento a mudanças de humor muito duradouras, seja para um lado muito ativo e "feliz" seja para uma angustia. Esteja disposto a conversar e entenda que você pode ter que assumir algumas tarefas mais frequentemente. As vezes é mais fácil ver a mudança quando se esta de fora do furacão.
Foi o que eu lembrei por hora. Participe, continue a lista com o que você lembrar. Quem sabe a gente não ajuda uma mãe ai a fora.
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