Essa semana passou voando, gente! Nem vi, e só consegui vir postar hoje.
Rebeca ainda esta um pouco encucada com a história da amiguinha chamá-la de gorda. Venho conversando com ela, tentando dar diferentes abordagens ao assunto, mas acho que leva um tempo mesmo até a coisa se resolver né?
Uma das idéias que tive na esperança de ajudá-la a lidar com isso foi de começar a ler gibis da Turma da Mônica pra ela. Por que? Bom, nos gibis as crianças agem como crianças mesmo. São todos diferente uns dos outros e cada um tem a sua particularidade - a Mônica é baixinha e gordinha, o cebolinha fala errado, a Magali é magrela e comilona, o Cascão não toma banho e por aí vai. - e eles caçoam sim da cara um do outro. Mas no final eles são amigos, muito amigos, e sempre que precisam estão juntos prontos pra ajudar o outro.
E a minha ideia é enaltecer isso, que todos somos diferentes sim, e somos amigos assim mesmo e por causa disso.
Ela não fala disso o tempo todo, mas de vez em quando ainda lembra e parece refazer o diálogo entre ela e a amiguinha de novo, ou como ela pretende responder numa próxima vez, não sei. Sei que ouço ela conversando consigo mesma como se fala-se com a menina.
E duro gente é que a Beca gosta da menina. Também, social que só ela, gosta de quase todo mundo mesmo. E também é muito querida, claro.
Espero que fique tudo bem, no final, sabem?
Bom fim de semana!
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Mamãe, eu não sou gorda, né?
E ai, como lidar?
Rebeca esse ano entrou pras aulinhas de balé na escola. Além disso vai e volta de perua escolar com o pai e o avô. Foram mudanças significativas na sua rotina mas que trouxeram pra perto dela algo que eu esperava que ela não tivesse que lidar por mais uns 3 anos pelo menos.
Aí que uma das coleguinhas dela que faz balé com ela e volta na perua falou pra ela que ela é gorda.
A menina é um ano e meio mais velha que ela. Já comecei me perguntando o que se passa na cabeça e na vida de uma criança de 5 anos pra se preocupar com isso e, mais ainda, pra tachar uma coleguinha menor que ela de gorda.
Posso falar também que fiquei P da vida?
Como assim chamar a minha filha de gorda?
Isso mexe comigo de uma forma muito muito forte. Por que né, não sou cega e tenho espelho em casa. Eu passei a vida tendo que lidar com problemas de peso. E nada do que eu fiz até hoje realmente funcionou. Eu continuo muito gorda, precisando urgentemente fazer uma dieta pra voltar a ser gordinha e estar satisfeita comigo mesma. Mas isso sou eu né gente, tenho 30 anos. E pra poder lidar com o meu problema de peso atual tenho que cutucar uma ferida criada desde criancinha, já que eu nunca pude me aceitar do jeito que eu era.
Eu nunca fui magra. Nunca. Não sei o que é isso. Nas vezes que mais emagreci na vida eu cheguei a ficar no máximo gordinha e olhe lá. Mas passar a vida ouvindo que eu não tinha o peso certo, que eu precisava emagrecer, que eu era gorda, e fazendo todo tipo de dieta maluca acho que é pra acabar com a autoestima de qualquer um.
Mas isso não era uma preocupação minha e nem das outras crianças com quem eu convivi quando eu tinha 3 anos, entendem? Minha memória me mostra momentos desagradáveis ligados a meu sobrepeso a partir dos 7 anos. Ok, antes disso eu já era a gordinha da classe? Era. Mas não era um problema, não era com a conotação negativa que veio depois e me marcou pra sempre.
Dai vem uma menina de 5 anos falar pra minha filha que ela é gorda.
E agora Rebeca fica tentando descobrir quem é gordo e quem não é. Tentando entender e se reconhecer.
E ela esta gordinha sim, eu sei que está. Nós estamos com um problema com isso sim pois apesar dela ainda estar crescendo mais rápido que a média das crianças na idade dela ela tem ganhado muito mais peso que o recomendado. Esta desproporcional e eu estou com muita dificuldade de controlar isso. Então ela esta gordinha sim.
Minha primeira reação quando ela veio com essa história de a menina falar que ela é gorda foi tentar não dar muita bola no sentido de não enfatizar o assunto. Conversei, perguntei quem tinha falado isso, tentei explicar um pouco, na esperança de que a história terminasse ali.
Mas Rebeca insistiu no assunto várias vezes e vários dias depois. Incluiu em suas brincadeiras e começou a falar que ela esta gorda, que a cachorra é gorda, que se ela comer muito vai ficar gorda e coisas desses tipo.
Da pra ver que ela não tinha entendido muito bem o conceito mas estava tentando assimilar.
E eu fui ficando horrorizada, confesso. Por que o peso dela deveria ser uma preocupação minha, não dela. Não agora. Não tão cedo.
Ontem ela me veio com essa pergunta de novo. e eu resolvi ir mais a fundo no assunto.
Perguntei quem falava isso e ela disse que era a mesma menina. E ai ela falou "mas eu não sou gorda né, mamãe? Eu sou magrinha!"
E ai que meu coração quebrou e eu fiquei sem saber o que fazer. E concordei. " Não filha, você não é gorda. Você é criança e criança não tem que se preocupar com isso. Você é fofa, mas não, você não é gorda."
E perguntei "você fica incomodada quando ela te chama de gorda?" e ela acenou que sim com a cabeça.
Ai pedi que quando isso acontecesse que ela dissesse pra menina bem isso, que ela não é gorda, que ela é criança e que ela ainda esta crescendo. E pra chamar a professora se isso acontecer na escola, ou o pai e o avô se acontecer na perua e dizer que a menina a esta incomodando.
Mostrei algumas fotos pra ela ver, pra ilustrar um pouco o que eu estava falando.
Coloquei ela pra dormir com o coração na boca. Uma mistura de raiva, de tristeza. Por que ela não devia ter que se preocupar com isso, gente! Ela tem 3 anos! Que mundo é esse que a gente vive que uma criança de 3 anos precisa lidar com esse tipo de ação?
Eu aceito que essa tenha que ser uma preocupação minha pensando na saúde dela, seja física seja psicológica, hoje e sempre. Por que eu sei exatamente as coisas com as quais ela vai ter que lidar. Mas não é justo ela ter que começar a lidar com isso tão cedo. Não é mesmo...
Rebeca esse ano entrou pras aulinhas de balé na escola. Além disso vai e volta de perua escolar com o pai e o avô. Foram mudanças significativas na sua rotina mas que trouxeram pra perto dela algo que eu esperava que ela não tivesse que lidar por mais uns 3 anos pelo menos.
Aí que uma das coleguinhas dela que faz balé com ela e volta na perua falou pra ela que ela é gorda.
A menina é um ano e meio mais velha que ela. Já comecei me perguntando o que se passa na cabeça e na vida de uma criança de 5 anos pra se preocupar com isso e, mais ainda, pra tachar uma coleguinha menor que ela de gorda.
Posso falar também que fiquei P da vida?
Como assim chamar a minha filha de gorda?
Isso mexe comigo de uma forma muito muito forte. Por que né, não sou cega e tenho espelho em casa. Eu passei a vida tendo que lidar com problemas de peso. E nada do que eu fiz até hoje realmente funcionou. Eu continuo muito gorda, precisando urgentemente fazer uma dieta pra voltar a ser gordinha e estar satisfeita comigo mesma. Mas isso sou eu né gente, tenho 30 anos. E pra poder lidar com o meu problema de peso atual tenho que cutucar uma ferida criada desde criancinha, já que eu nunca pude me aceitar do jeito que eu era.
Eu nunca fui magra. Nunca. Não sei o que é isso. Nas vezes que mais emagreci na vida eu cheguei a ficar no máximo gordinha e olhe lá. Mas passar a vida ouvindo que eu não tinha o peso certo, que eu precisava emagrecer, que eu era gorda, e fazendo todo tipo de dieta maluca acho que é pra acabar com a autoestima de qualquer um.
Mas isso não era uma preocupação minha e nem das outras crianças com quem eu convivi quando eu tinha 3 anos, entendem? Minha memória me mostra momentos desagradáveis ligados a meu sobrepeso a partir dos 7 anos. Ok, antes disso eu já era a gordinha da classe? Era. Mas não era um problema, não era com a conotação negativa que veio depois e me marcou pra sempre.
Dai vem uma menina de 5 anos falar pra minha filha que ela é gorda.
E agora Rebeca fica tentando descobrir quem é gordo e quem não é. Tentando entender e se reconhecer.
E ela esta gordinha sim, eu sei que está. Nós estamos com um problema com isso sim pois apesar dela ainda estar crescendo mais rápido que a média das crianças na idade dela ela tem ganhado muito mais peso que o recomendado. Esta desproporcional e eu estou com muita dificuldade de controlar isso. Então ela esta gordinha sim.
Minha primeira reação quando ela veio com essa história de a menina falar que ela é gorda foi tentar não dar muita bola no sentido de não enfatizar o assunto. Conversei, perguntei quem tinha falado isso, tentei explicar um pouco, na esperança de que a história terminasse ali.
Mas Rebeca insistiu no assunto várias vezes e vários dias depois. Incluiu em suas brincadeiras e começou a falar que ela esta gorda, que a cachorra é gorda, que se ela comer muito vai ficar gorda e coisas desses tipo.
Da pra ver que ela não tinha entendido muito bem o conceito mas estava tentando assimilar.
E eu fui ficando horrorizada, confesso. Por que o peso dela deveria ser uma preocupação minha, não dela. Não agora. Não tão cedo.
Ontem ela me veio com essa pergunta de novo. e eu resolvi ir mais a fundo no assunto.
Perguntei quem falava isso e ela disse que era a mesma menina. E ai ela falou "mas eu não sou gorda né, mamãe? Eu sou magrinha!"
E ai que meu coração quebrou e eu fiquei sem saber o que fazer. E concordei. " Não filha, você não é gorda. Você é criança e criança não tem que se preocupar com isso. Você é fofa, mas não, você não é gorda."
E perguntei "você fica incomodada quando ela te chama de gorda?" e ela acenou que sim com a cabeça.
Ai pedi que quando isso acontecesse que ela dissesse pra menina bem isso, que ela não é gorda, que ela é criança e que ela ainda esta crescendo. E pra chamar a professora se isso acontecer na escola, ou o pai e o avô se acontecer na perua e dizer que a menina a esta incomodando.
Mostrei algumas fotos pra ela ver, pra ilustrar um pouco o que eu estava falando.
Coloquei ela pra dormir com o coração na boca. Uma mistura de raiva, de tristeza. Por que ela não devia ter que se preocupar com isso, gente! Ela tem 3 anos! Que mundo é esse que a gente vive que uma criança de 3 anos precisa lidar com esse tipo de ação?
Eu aceito que essa tenha que ser uma preocupação minha pensando na saúde dela, seja física seja psicológica, hoje e sempre. Por que eu sei exatamente as coisas com as quais ela vai ter que lidar. Mas não é justo ela ter que começar a lidar com isso tão cedo. Não é mesmo...
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
Feriado perfeito
O feriado foi daqueles de sonho pra alguém como eu, teve todas as coisas que gosto: família, amigos, filmes e boa comida. Tudo de bom!
Na quinta feira O Taz passou a tarde e a noite fazendo os ovos de Páscoa pra Beca e pros sobrinhos. Inventou recheios pra colocar nos ovos e nos bombons e se divertiu mexendo com o chocolate, camada após camada. Ficou feliz de fazer ele mesmo, muito mais do que se pudessemos ter comprado os ovos nós mesmos. Um esforço que vale a pena, tanto financeiramente como emocionalmente sabem?
Na sexta feira marquei o tradicional nhoque do dia 29 com os amigos. Depois que vi que o que eu gostaria de fazer originalmente não ia acontecer mesmo - ir viajar e conhecer a nova casa de um grande amigo - marquei o jantar que foi aceito com a cobrança que eu deveria cozinhar eu mesma o nhoque. Por que, sem modéstia nenhuma, meu nhoque é tudo de bome dá de 100 a 0 pra esses comprados prontos, tá?
Tivemos a feliz surpresa de receber um telefonema da minha cunhada nos convidando para o almoço de sexta feira santa na casa dos meus sogros com quase toda a família reunida lá. Aceitamos de pronto, e assim que dei por terminada a primeira fase do jantar (as sobremesas) partimos pra lá.
E olha, foi um almoço delicioso com a criançada brincando, os irmãos e sobrinhos rindo muito. Fizemos um caça aos ovos que levamos pros pequenos e tudo. Saímos de lá com dificuldade e com vontade de esticar mais um pouquinho apenas por que já tínhamos compromisso.
O jantar foi conforme o esperado e programado. Quer dizer, quase, pois vi em cima da hora que ia faltar ingrediente e como era feriado não consegui repor. Tive que dar um jeitinho com o que tinha, mas deu pra todo mundo que veio comer bem e curtir a noite.
No sábado resolvemos ficar em casa mesmo pra descansar e não abusar da sorte. Ficamos o dia todo por aqui aproveitando o tempo juntos, brincando, dormindo e no fim do dia a Beca dormiu de cansaço as 19h e eu e o Taz pudemos ficar juntinhos o resto da noite assistindo filme. Uma delícia!
No Domingo de manhã teve brincadeira para encontrar os ovos de Páscoa - feitos pelo maridão, todo orgulhoso de si - e teve almoço de Páscoa na casa da minha tia por parte de pai. Preparei a minha parte do almoço, fiquei com a Beca, deixei ela me ajudar conforme quis. saímos cedo de casa e pudemos aproveitar o tempo em família com gosto. Só teria sido melhor se os priminhos da Beca tivessem ido, mas foi bom assim mesmo. Muita comida boa, muita gente animada e que se gosta junta é sempre uma boa pedida né?
Terminamos o domingo indo jantar com meu cunhado e esposa aqui por perto. E voltando pra casa em tempo de colocar a Beca na cama num horário aceitável e assistir a estréia de Game of Thrones.
Delicinha viu, quero mais!
E por ai, como foi de feriado?
Na quinta feira O Taz passou a tarde e a noite fazendo os ovos de Páscoa pra Beca e pros sobrinhos. Inventou recheios pra colocar nos ovos e nos bombons e se divertiu mexendo com o chocolate, camada após camada. Ficou feliz de fazer ele mesmo, muito mais do que se pudessemos ter comprado os ovos nós mesmos. Um esforço que vale a pena, tanto financeiramente como emocionalmente sabem?
Na sexta feira marquei o tradicional nhoque do dia 29 com os amigos. Depois que vi que o que eu gostaria de fazer originalmente não ia acontecer mesmo - ir viajar e conhecer a nova casa de um grande amigo - marquei o jantar que foi aceito com a cobrança que eu deveria cozinhar eu mesma o nhoque. Por que, sem modéstia nenhuma, meu nhoque é tudo de bome dá de 100 a 0 pra esses comprados prontos, tá?
Tivemos a feliz surpresa de receber um telefonema da minha cunhada nos convidando para o almoço de sexta feira santa na casa dos meus sogros com quase toda a família reunida lá. Aceitamos de pronto, e assim que dei por terminada a primeira fase do jantar (as sobremesas) partimos pra lá.
E olha, foi um almoço delicioso com a criançada brincando, os irmãos e sobrinhos rindo muito. Fizemos um caça aos ovos que levamos pros pequenos e tudo. Saímos de lá com dificuldade e com vontade de esticar mais um pouquinho apenas por que já tínhamos compromisso.
O jantar foi conforme o esperado e programado. Quer dizer, quase, pois vi em cima da hora que ia faltar ingrediente e como era feriado não consegui repor. Tive que dar um jeitinho com o que tinha, mas deu pra todo mundo que veio comer bem e curtir a noite.
No sábado resolvemos ficar em casa mesmo pra descansar e não abusar da sorte. Ficamos o dia todo por aqui aproveitando o tempo juntos, brincando, dormindo e no fim do dia a Beca dormiu de cansaço as 19h e eu e o Taz pudemos ficar juntinhos o resto da noite assistindo filme. Uma delícia!
No Domingo de manhã teve brincadeira para encontrar os ovos de Páscoa - feitos pelo maridão, todo orgulhoso de si - e teve almoço de Páscoa na casa da minha tia por parte de pai. Preparei a minha parte do almoço, fiquei com a Beca, deixei ela me ajudar conforme quis. saímos cedo de casa e pudemos aproveitar o tempo em família com gosto. Só teria sido melhor se os priminhos da Beca tivessem ido, mas foi bom assim mesmo. Muita comida boa, muita gente animada e que se gosta junta é sempre uma boa pedida né?
Terminamos o domingo indo jantar com meu cunhado e esposa aqui por perto. E voltando pra casa em tempo de colocar a Beca na cama num horário aceitável e assistir a estréia de Game of Thrones.
Delicinha viu, quero mais!
E por ai, como foi de feriado?
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