Não foi assim tão facil quanto no primeiro. Pra ela eu quero dizer.
Rebeca acordou bem cedo, mais do que ela esta acostumada, as 7h da manhã. Papai levantou e deu o leitinho e aproveitou pra ficar com a filhota um pouco enquanto mamãe dormia. As 8h ele me chamou para poder ir trabalhar enquanto eu passaria a manhã com a pequena.
Ja senti ela mais desanimada, mais cansada. Pensei que podia estar meio febril, pois achei que estava mais quentinha. Ai lembrei que ela fica assim quando esta com sono. Esperei um tempo, vi se ela se animava, mas o sono era claro. As 10h decidi parar de esperar e preparei o leitinho dela e a coloquei pra dormir no meu colo, como todos os dias. Ela brigou um pouco com o sono, mas em menos de quinze minutos cedeu e adormeceu, tirando um cochilo ate as 12h.
Acordou bem mais animada, e ai quis brincar. Mesmo manhosa, almoçou melhor. Papai chegou em casa para o almoço as 12h30, pouco depois de eu ter sentado Rebeca na mesa pra comer. Foi bom, tivemos uma refeição em familia, conversamos, minha ma~e tambem estava conosco. Falamos da escola, que ela iria pra la depois do alnoço, que iria brincar e se divertir de novo. Ela não fez menção de entender ou não o que estavamos falando. Depois do almoço eu fui preparar a lancheira dela enquanto Taz descansava um pouco e ela brincava no quarto com ele.
Depois que me troquei pra sair mostrei pra Rebeca "Olha filha, mamãe esta de sapato!" (O que e um dos sinais pra ela que nos vamos sair) "Vamos pra escola??" Ela sorriu, falou "xapato" e depois "bolxa" e foi pro quarto dela e pegou a lancheira. Colocou em volta do pescoço como uma bolsa e voltou, falando "carro, carro". Toda empolgada, uma graça!
Saimos No horario que nos sera habitual pra não chegar nem atrasados nem cedo demais. Quando chegamos na escola e ela viu onde estavamos abriu um sorriso, fez festinha e bateu palmas. E eu fiquei toda animada, mas com receio. Tinha duvida se ela realmente tinha entendido onde estavamos.
Sai do carro com ela e ela mudou um pouco a atitude, ficou meio timida e fez charminho no meu colo. A tia veio busca-la na frente da escola, na recepção onde eu fico e deixou a porta aberta. Rebeca se esticou pra olhar la pra dentro, vendo as crianças brincando. A Tia olho pra ela e disse "vem com a tia Rebeca?" Eu a coloquei no chão e ela foi! Assim, sem me dar nem um tchau! A Tia pegou as coisas dela e enquanto ela ia escola adentro eu que dei um tchau pra ela de longe. Ela olhou pra traz, e foi ai que ela percebeu que eunão estava atras dela. Mas a tia incentivou-a a continuar em frente e ir brincar e ela assim o fez, pegando na mão da moça. E me deixando pra trás...
E, vai, voces entenderam o sentimento né? Me senti assim mesmo, deixada pra tras. senti uma mega vontade de chorar, de sorrir, nem sabia o que fazer. Acho que o "não saber o que fazer sem ela ali grudada em mim" era o sentimento mais forte. Mas não chorei, TAz deu umas risadas as minhas custas e eu logo o dispensei. Ele tinha que voltar ao trabalho e deixamos combinado que ele voltaria depois no fim do dia pra nos buscar.
E eu fiquei la, lendo um livro, me entretendo e esperando. Esperando que ela não precisasse de mim. Que viessem hora e outra me dar os updates de como as coisas estavam fluindo. As horas foram passando e tudo corria bem. Ate a hora do lanche.
Não teve como identificar exatamente o por que, mas no horario do lanche, sem querer sentar na mesa pra comer com os coleguinhas, Rebeca sentiu minha falta. E chorou. chorou sentido! A tia veio me avisar, me deixar avisada caso eu precisasse entrar. Vieram falar comigo que ela estava chorando, que iam troca-la e ver se ela se acalmava mas que do contrario iriam traze-la ate mim pra ela saber que eu estava ali, pra ficar um pouco comigo e se acalmar.
E no fim foi o que aconteceu.
A tia veio, com ela no colo, chorando, desesperada, pedindo por mim. Veio, ja no caminho, explicando que eu estava ali e ela estava levando-a ate mim. So isso ja estava fazendo ela se acalmar. Quando me viu, pulou no meu colo e não quis mais soltar. Eu, por dentro, tambem não. Queria tira-la dali, dizer que o dia terminara e que tentariamos de novo no dia seguinte. Queria dizer a ela que nunca mais a deixaria sofrer assim.
Mas me contive. E disse que estava tudo bem, que eu estava ali, esperando por ela. Que não a havia deixado nem nada disso. Que ela estava na escola pra se divertir e brincar com os coleguinhas e que eu estaria ali esperando por ela no fim do dia. Que ficaria com ela o quanto ela precisasse pra se acalmar.
Conforme ela foi relaxando fui entrando de volta na escola. De inicio ela fez que ia voltar a chorar, mas eu fui devagar. A tia falou que era hora do lanche e eu então disse pra irmos ate as mesas, que eu iria com ela. E ela foi assim, sem chorar, mas no colo, ainda com medo, com receio. Eu me remoendo por dentro, mas firme, decidida e animada.
Fui me aproximando do grupinho dela, falei com a professora, levei ela pra ver o que estava sendo servido de lanche. Ela tem levado o ursinho, "Bubu", que ela adotou, e eu usei isso pra ajudar ela a descontrair. Incentivei ela a dar o lanche pro Bubu. Enquanto isso a tia brincou com ela, a professora falou calmamente tambem.
Em dado momento, poucos minutos depois, sentei ela na cadeirinha, na mesa. Me foi dada uma cadeira pra sentar ao lado dela e eu assim o fiz. Ela chorou um pouquinho, mas consegui acalma-la sem pegar de volta no colo, apenas me sentnado ao lado dela e conversando.
Conversei com a tia e com a professora enquanto tentavamos faze-la comer uma banana, sobre a rotina dela em casa. E uma politica da escola, não sei se de dtodas mas pelo menos dessa, de fazer no inicio uma rtoina mais proxima a de casa para que a criança passe por essa adaptação de forma mais facil. Pra entrar na rotina da escola gradualmente. Contei que o lanche ela não tem costume de comer sentada a mesa, que assim quem faz sou eu, e nem sempre. Que na verdade eu vinha incentivando a independencia dela deixando a fruteira de forma que ela pudesse pegar uma fruta pra comer quando sentisse fome. Que a banana, por exemplo, eu apenas descascava e deixava na mão dela, e ela comia enquanto brincava. E que ela dificilmente come mais que uma fruta no lanche. No maximo um suco e mais uma ou duas bolachas.
Contei de algumas preferecias dela, como pelo desenho do mickey. Quando as crianças começaram a se levantar pra arrumar o local antes de uma nova atividade ela se sentiu mais insegura e voltou pro meu colo. Eu tentei sair, precisava ir ao banheiro, mas ela foi categorica nos seus "não não" e eu fiquei mais um pouco. Eu achei que parte desse comportamento dela estava ligado ao cansaço, pois ela estava se comportando como quando esta com sono em casa, pedindo meu colo, sem me deixar sair de perto. Falei isso e disse que uma alternativa nessas horas e dar a ela uma mamadeira para descansar ao invez do lanche.
Mais alguns minutos, perguntei pra professora o que eles iriam fazer. Ela respondeu que iriam fazer uma brincadeira de roda, na mini quadra da escola. Me animei, falei que iria ser legal, brinquei com a Beca e me levantei pra ir junto.
Pra ir pra quadra as crinaças da sala dela fizeram uma filinha e a Beca ficou curiosa, interessada. Aproveitei a deixa pra coloca-la de volta no chão, e ela foi. Fui com eles pra quadra e fiquei participando da atividade até ter certeza que ela estava descontraida. E ai sim, fui ao banheiro. Dei um tchau de longe. Ela não gostou, mas não chorou. E então eu não voltei pra la, fui de volta a recepção e deixei ela com a professora.
Cerca de meia hora depois a tia veio me contar que ela estava chorando um pouco de novo e que iriam troca-la e se ela não se acalmasse elesme chamariam novamente. Eu, pensando que ja estava no fim do dia, disse que liagaria pro Taz e pediria pra ele vir pra encerrarmos o dia.
POuco depois ela voltou e disse que Rebeca havia se acalmado sozinha e que estava brincando de novo na piscina de bolinhas. Eu, como não tinha conseguido falar com o TAz, relaxei e deixei então que ela ficesse o fim do periodo sem que eu entrasse novamente.
No entanto tendo visto minhas tentativas de ligação perdidas, Taz voltou logo, coisa de 15 minutos depois. Chamei pela tia e disse que iriamos leva-la ja.
Ela veiomei contrariada, claro. Afinal agora ela estava se divertindo! Poxa! Ficou olhando pra tras, pra dentro da escola. Ai perguntei se ela queria voltar e brincar mais, para o qual ela respondeu um "não não" e veio pro meu colo.
Pediu a bolachinha que eles deixam na recepção, deu tchau, e voltamos pra casa.
E eu voltei, exausta e com o coração na mão. Alias, na boca, pois não conseguia parar de falar! Eu falo quando quero me acalmar, rs E falei, e contei, e conversei. Cheguei em casa e contei de novo pra minha mãe. E agora, deois de tudo, conto a voces! rs
Rebeca estava de fato muito cansada. Demos o banho nela mais cedo, mas ela brigou com o sono e dormiu eram 20h30. O que esta otimo pra quem a dois dias estava indo dormir as 22h!
Mas acho que ela sentiu mais foi a mudança de rotina, dos horarios de sono. Meu palpite pro choro na hora do lanche foi que ontem nesse horario eu entrei, então hoje ela esperou por mim e não me viu. Talvez tenha sido isso...
Amanhã, mais um dia, e sei que cada dia fica mais facil pra ela, e pra mim, de lidar com essas novas situações.
Mas, olha, e dificil, ok? Muito dificil... E olha que ela continua sendo, pra todos os padrões, uma criança tranquila!
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 12 de outubro de 2010
O feriado
Pronto, depois de varios e varios dias desconectada, estou eu aqui de volta, ao mundo bloguistico, e tendo que admitir que senti, sim, falta de todos.
Ai, me deu um estalo: ela tinha comido pouco aquele dia e ja estava no horario que ela costuma tomar a mamadeira. Procurei pela lojinha e, com sorte, encontrei uma papinha nestle de carne com legumes e macarrão. Pronto, resolvido o problema dela: ela estava com fome.
Nosso feriado não foi NADA, mas absolutamente NADA do que eu queria que fosse, nem perto do que eu esperava que seria. Preciso ser muito sincera, ele foi bem dificil, e em sua maior parte, ruim.
Fomos sabado para o litoral, para um apto dos meus pais. A ideia era passar alguns dias por lá, "viver" um pouquinho sozinhos, so eu, Taz e Rebeca. Descansar ouvindo o som do mar, e, torcia, ter um ou dois dias bons para ir a praia mesmo, curtir a areia e apresentar esse mundo cheio dagua pra pequena.
Na ida, passamos nacasa da minha madrinha para almomçar. Isso foi muito bom, comida gostosa, que eu nunca tinha comido (Putchero), boa companhia, boa conversa. Foi bem gostoso, e a Rebeca mais uma vez ganhou extremos elogios por seu bom comportamento, ao ir comer conosco na mesa, e não fazer bagunça, nem escanda, nem nada disso. comer, bem, experimentar tudo que deixamos, sorrir e tudo o mais. Isso por que antes do almoço, quando ainda estava com fome estava estranhando todo mundo. Sentar na mesa junto com todos, ver que estavamos todos iguais ali, fazendo a mesma coisa que ela, foi exatamente o que fez com que ela se sentisse a vontade, feliz, e passasse a se divertir e brincar com todos.
Espero que a mamães ai prestem atenção nisso, é importante. Leiam de novo: quando ela se sentiu igual, se sentiu segura. Dava pra fazer toda uma analise social, psicologica, etc em cima isso, mas e real. então, quando seus bebes chegarem na fase de estranhar as pessoas, o que quase todos chegam, e os lugares, lembrem disso: incluam o bebe nas atividades.
Enfim, tirando o fato que o Taz confundiu as minhas tias e errou o caminho pra chegar la, o almoço foi um sucesso.
De la, seguimos para o litoral. Tentei sair da casa da minha tia no horario da soneca da Rebeca, de forma que ela drmisse no carro, e mantivesse sua rotina de sono. Mas, minha filha não e uma criança normal e não dorme no carro com facilidade. Resultado, ela foi o caminho todo acordada. Dormiu altando 5 minutos para sairmos do carro, e acordou assim que saimos do carro.
Ela estranhou muito o apto. Muito. Tentei deixa-la a vontade, ela não aceitou voltar a dormir, então apenas fomos arrumando as coisas. Organizamos a sala do apto de forma que ela tivesse mais espaço pra se mexer, brincar, mas de forma segura, pois as tomadas e etc estavam sem espelhos. colocamos os sofas na frente, e fizemos meio que um cercadão mesmo, e ela se divertiu no mesmo.
Tive uma queda feia, no sentido tratamento de bipolaridade, não literal. Cai em mania quando cehgamos la, feliz e contente. Explico: estava pensando em talvez mudar para lá para poder fazer minha faculdade por ali, e cortr com isso o dinheiro que gastaria em aluguel em outro local. viajando completamente nessa ideia, muito empolgada por estar ali, apenas com meus 2 amores, saimos para comprar comida e voltamos com, alem da comida, uma TV. E...
Quem não sabia, bipolares em surto de Mania fazem essas coisas. Ah, e claro, se culpam horrores depois, não sabem onde colocar a cabeça. Eu sei onde tenho que colocar a minha. Por sorte, por muita sorte, Tenho como encaixar isso no meu orçamento, cortando alguns luxos. Faz parte. Vou no medico semana que vem novamente e tenho medo de pensar no que ela vai me falar... ai
continuando. A Rebeca foi super vizada enquanto estavamos no mercado. Ela e realmente muito simpatica, e o Taz carregando ela, de frente pro mundo, no canguru, e sempre algo que chama muito a atenção. Mas, quando chegamos, demos o jantar pra ela e o banho... Nos tinhamos comprado tambem o chuveiro, que tinha que ser trocado, mas estava tarde e ela cansada, o Taz resolveu arriscar dar banho nela, com ele, no chuveiro ruim mesmo, mas rapidamente.
ja no jantar, tudo errado. Ela engasgou, tinha comido muitos pedacinhos de pão, e passou mal. vomitou em cima dela, e de mim. Começou a chorar, ficou muito nervosa. Ai, adantamos o anho nessas condições que descrevi, e ela ficou com frio, muito frio. Ok, coloquei a roupa, dei a mamadeira, e ela dormiu. E acordou pouco mais de 15 minutos depois que a colquei pra dormir no berço de viagem. como não me viu, ficou tão nervosa, chorando tanto, que vomitou de novo. E eu so tinha levado 2 conjuntos de moleton, na esperança que eles seriam apenas usados para dormir. Erro meu, varios erros meus. Ela vomitou de novo, e em cima de mim, de novo. Custou para acalma-la, e essa primeira noite ela acordou tantas vezes, que eu fiz o taz ficar acordado, pois depois que tomei meu remedio não conseguia mais agir e estava extremamente insegura.
ja no jantar, tudo errado. Ela engasgou, tinha comido muitos pedacinhos de pão, e passou mal. vomitou em cima dela, e de mim. Começou a chorar, ficou muito nervosa. Ai, adantamos o anho nessas condições que descrevi, e ela ficou com frio, muito frio. Ok, coloquei a roupa, dei a mamadeira, e ela dormiu. E acordou pouco mais de 15 minutos depois que a colquei pra dormir no berço de viagem. como não me viu, ficou tão nervosa, chorando tanto, que vomitou de novo. E eu so tinha levado 2 conjuntos de moleton, na esperança que eles seriam apenas usados para dormir. Erro meu, varios erros meus. Ela vomitou de novo, e em cima de mim, de novo. Custou para acalma-la, e essa primeira noite ela acordou tantas vezes, que eu fiz o taz ficar acordado, pois depois que tomei meu remedio não conseguia mais agir e estava extremamente insegura.
O que fizemos foi colocar o berço ao lado do colchão, que ja tinhamos colocado no chão pois a cama estava com um dos pes quebrados. coloquei o berço do meu lado, de forma que quando ela acordava ela me via, e se acalmava. Se muito, eu tinha que cantarolar algo, pra ela ouvir minha voz, e pronto. Mas nessa primeira noite, o Taz ficou com ela no colo até, como ele disse, ela começar a roncar. Ai, coloqcou ela no berço e veio deitar.
Eu estava tão insegura que acordei não eram nem 6h da manhã. Mas ok, levantei, fiz café, tentei arrumar as coisas. Mas ai, a Rebeca acordou, me viu acordada e quis ficar assim tambem. Mas, a partir dai, ja consegui arrumar um pouco melhor o horario dela.
saimos para almoçar com um casal de amigos meus e seu filho. A ideia era almoçar e levar as crianças para brincar cedo, mas tambem deu errado, saimos atrasados, demoramos muito pra chegar, tudo foi feito as pressas, e acabamos não conseguindo fazer os programas que queriamos. as crianças ficaram cansadas, e pra não ficar chato, resolvemos fazer o passei no outro dia e voltar pro apto. No caminho, a Rebeca chorava muito, irritada, no carro. Sem saber bem o que fazer, paramos em uma loja de conveniencia.
Ai, me deu um estalo: ela tinha comido pouco aquele dia e ja estava no horario que ela costuma tomar a mamadeira. Procurei pela lojinha e, com sorte, encontrei uma papinha nestle de carne com legumes e macarrão. Pronto, resolvido o problema dela: ela estava com fome.
Eu tinha conversado com meu amigo sobr eo fato de ela estar com seus 11kg. E fiquei pensando muito sobre isso depois. E fui ver a curva de crescimento de novo. E cheguei a conclusão que, tirando a minha neurose idiota, não te nada de errado com o peso dela. A partir do momento que se analisa a relação peso e altura, ela continua certinha. Mesmo que fora do padrão, ela esta na curva 95 mesmo. E que como ela tem cara de bebe ainda, parece muito mais...
Enfim, resolvido a questão da fome, voltamos para o apto e consegui manter melhor a rotina dela. No dia seguinte, sai mais preparada, tentamos curtir mais e meu amigo nos fez o favor de lavarmos as roupas na casa dela. Mas ainda sim, foi muito cansativo.
Tão cansativo que, chegou no fim do dia, ontem, eu desisti de esperar que o tempo fosse melhorar e resolvi votar pra casa. Tive que voltar pra casa para poder descansar. Me parece ate idiota isso, mas foi o que aconteceu. coloquei a pequena pra dormir, e arrumei as coisas pra voltarmos pra casa. Acordei o Taz que estava descansando e voltamos.
Sabem o que aconteceu? Funcionou. Chegamos aqui, Rebeca dormiu perfeitamnete bem ate de manhã, nos dois descansamos, tanto a pequena quanto meus pais ficaram felizes de se ver, e de quebra, ficaram um pouco com ela pra eu ir ao cinema com o Taz.
Tão cansativo que, chegou no fim do dia, ontem, eu desisti de esperar que o tempo fosse melhorar e resolvi votar pra casa. Tive que voltar pra casa para poder descansar. Me parece ate idiota isso, mas foi o que aconteceu. coloquei a pequena pra dormir, e arrumei as coisas pra voltarmos pra casa. Acordei o Taz que estava descansando e voltamos.
Sabem o que aconteceu? Funcionou. Chegamos aqui, Rebeca dormiu perfeitamnete bem ate de manhã, nos dois descansamos, tanto a pequena quanto meus pais ficaram felizes de se ver, e de quebra, ficaram um pouco com ela pra eu ir ao cinema com o Taz.
Ver os amigos é bom, mas tudo fugiu tanto do que eu queria, do que eu tina imaginado, que acabou sendo um feriado ruim. Eu fui pra praia com um intuito que não aconteceu e por ter isso com esse intuito, o que de fato aconteceu foi mais cansativo e não tão legal quanto poderia ter sido. Sem contar todos os pormenores...
E tanto foi assim, assim... Que voltei sem fotos bacanas. E, sem muita vontade de me mudar pra la. Agora, preciso deixar a bola baixar, voltar ao normal, estabilizar. E fazer umas contas e ver o que vou ter que deixar de fazer pra arcar com as consequencias da crise...
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
O pior dos sustos
Ver minha baixinha estatelada no chão, com a barriga pra baixo, os bracinhos estendidos pra cima do lado da cabeça, o nariz encostado no chão gelado, e chorando. O choro, por sinal, veio 2 segundos depois da cena, pelo menos pra mim foi o que pareceu.
Caiu. QUer dizer, pulou. Foi o que aconteceu. A Rebeca estava no colo do TAz enquanto eu preparava uma mamadeira pra ela. Era hora do cochilinho do final da tarde dela, que mostrava sinais claros de cansaço e sono. Manhosa mas ao mesmo tempo hipereletrica como ela costuma ficar quando esta tentando se manter acordada. E mexia e remexia no colo do pai, que estava sentado mexendo no computador quando eu a deixei com ele.
Não vi. Estava de costas, termiando de preparar o leite. So ouvi ele gritando "Meu Deus" e virei pra olhar. E o que eu vi foi ela no chão, imovel.
foi a pior coisa que eu ja senti na minha vida. Um medo que eu não consigo descrever, um desespero sem tamanho. Um choro que ainda não saiu. O grito saiu, junto com o dela.
Ela estava simplesmente brincando, se mexendo, e nessas, achou um apoio e thcum, pulou ombro acima e caiu, cara no chão, mesmo com as tentativas do Taz de agarra-la no meio do caminho, do jeito que fosse.
Eu não conseguia agir. Sabia o que fazer, tinha que colocar uma compressa fria, mas não conseguia fazer nada enquanto não colocasse minha filha no meu colo. Peguei ela do colo dele, e disse que ele fizesse as coisas. Minha mãe veio e nos ajudou, preparando a compressa e ajudando a acalma-la. Não quis arriscar, e resolvi leva-la no Pronto socorro rapidamente. Levamos a baixinha no pronto socorro, onde fomos rapidamente atendidos.
O medico me tranqulizou, e pediu um RX. Chapa feita, nada de concussão, nem traumas, nem fraturas, nada. Dentes, todos la, prontinhos para nascer.
Eu tinha ficado preocupada pois a=havia saido umas gotinhas de sangue do nariz dela, e ela ficou bem letargica, bem paradona, por um tempo. Mas a recomendação foi traze-la para casa e observar. Se vomitasse ou tivesse dificuldade para acordar dentro dos horarios normais dela, deveriamos voltar la.
Quando chegamos em casa, 2h depois, ela ja estava bem. Dormiu um çouco no caminho de volta pra casa, acordou com facilidade e se sentindo mais disposta.
Jantou bem, normalmente, e sem problemas. Nada de vomitar. Brincou comigo e com meus pais depois do jantar como em qualquer outro dia.
Mantivemos a rotina dela, banho, mamadeira, cama. Ela esta bem. Dormindo, um sono leve, despertando um pouco. Ela com certeza se assutou, e vai ficar um pouco sobressaltada e com medo uns dias. Eu por muit mais tempo que isso, sem duvida. Ela acorda, eu levanto, vou ate ela, pego ela no colo e a acalmo, fazendo ela voltar a dormir. E agradeço, do fundo do meu coração, a Deus por estar tudo bem com a minha filhinha.
E por ela ser o anjinho que é, tambem. QUando estavamos no hospital, ela ja mais calminha, viu o pai quieto, com a cabeça baixa entre as mãos. Ele, claramente não estava bem. Chegeui pereto dele com ela no colo. Ela, coisas de Rebeca, esticou a mão e fez carinho na cabeça dele, como que dizendo "ta tudo bem papai".
Amanhã o Taz vai operar a vesicula. Vou descansar agora pois amanhã é so o primeiro dia de uma semana, no minimo, bastante puxada pra mim.
Queria poder ir dormir sabendo que a cena da Rebeca no chão sem se mexer não fosse ocupar meus sonhos hoje, nem nunca. Queria ter certeza que ela não vai se machucar nunca mais. Não importa se "crinças se machucam, caem, é normal e necessario pro desenvolvimento".
HOJE, SO POR HOJE, EU QUERIA QUE ELA NUNCA SE MACHUCASSE.
Caiu. QUer dizer, pulou. Foi o que aconteceu. A Rebeca estava no colo do TAz enquanto eu preparava uma mamadeira pra ela. Era hora do cochilinho do final da tarde dela, que mostrava sinais claros de cansaço e sono. Manhosa mas ao mesmo tempo hipereletrica como ela costuma ficar quando esta tentando se manter acordada. E mexia e remexia no colo do pai, que estava sentado mexendo no computador quando eu a deixei com ele.
Não vi. Estava de costas, termiando de preparar o leite. So ouvi ele gritando "Meu Deus" e virei pra olhar. E o que eu vi foi ela no chão, imovel.
foi a pior coisa que eu ja senti na minha vida. Um medo que eu não consigo descrever, um desespero sem tamanho. Um choro que ainda não saiu. O grito saiu, junto com o dela.
Ela estava simplesmente brincando, se mexendo, e nessas, achou um apoio e thcum, pulou ombro acima e caiu, cara no chão, mesmo com as tentativas do Taz de agarra-la no meio do caminho, do jeito que fosse.
Eu não conseguia agir. Sabia o que fazer, tinha que colocar uma compressa fria, mas não conseguia fazer nada enquanto não colocasse minha filha no meu colo. Peguei ela do colo dele, e disse que ele fizesse as coisas. Minha mãe veio e nos ajudou, preparando a compressa e ajudando a acalma-la. Não quis arriscar, e resolvi leva-la no Pronto socorro rapidamente. Levamos a baixinha no pronto socorro, onde fomos rapidamente atendidos.
O medico me tranqulizou, e pediu um RX. Chapa feita, nada de concussão, nem traumas, nem fraturas, nada. Dentes, todos la, prontinhos para nascer.
Eu tinha ficado preocupada pois a=havia saido umas gotinhas de sangue do nariz dela, e ela ficou bem letargica, bem paradona, por um tempo. Mas a recomendação foi traze-la para casa e observar. Se vomitasse ou tivesse dificuldade para acordar dentro dos horarios normais dela, deveriamos voltar la.
Quando chegamos em casa, 2h depois, ela ja estava bem. Dormiu um çouco no caminho de volta pra casa, acordou com facilidade e se sentindo mais disposta.
Jantou bem, normalmente, e sem problemas. Nada de vomitar. Brincou comigo e com meus pais depois do jantar como em qualquer outro dia.
Mantivemos a rotina dela, banho, mamadeira, cama. Ela esta bem. Dormindo, um sono leve, despertando um pouco. Ela com certeza se assutou, e vai ficar um pouco sobressaltada e com medo uns dias. Eu por muit mais tempo que isso, sem duvida. Ela acorda, eu levanto, vou ate ela, pego ela no colo e a acalmo, fazendo ela voltar a dormir. E agradeço, do fundo do meu coração, a Deus por estar tudo bem com a minha filhinha.
E por ela ser o anjinho que é, tambem. QUando estavamos no hospital, ela ja mais calminha, viu o pai quieto, com a cabeça baixa entre as mãos. Ele, claramente não estava bem. Chegeui pereto dele com ela no colo. Ela, coisas de Rebeca, esticou a mão e fez carinho na cabeça dele, como que dizendo "ta tudo bem papai".
Amanhã o Taz vai operar a vesicula. Vou descansar agora pois amanhã é so o primeiro dia de uma semana, no minimo, bastante puxada pra mim.
Queria poder ir dormir sabendo que a cena da Rebeca no chão sem se mexer não fosse ocupar meus sonhos hoje, nem nunca. Queria ter certeza que ela não vai se machucar nunca mais. Não importa se "crinças se machucam, caem, é normal e necessario pro desenvolvimento".
HOJE, SO POR HOJE, EU QUERIA QUE ELA NUNCA SE MACHUCASSE.
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