De mãe e louco todas temos um pouco

Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
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quinta-feira, 7 de março de 2019

Derrapa, escorrega, cai, levanta e segue em frente

Ansiedade. Insegurança. Medo.
São definições para muito do que venho sentindo.

Incapaz de mudar como me sinto, passo os dias me distraindo e tentando não pensar muito no que me aflige. E considero bons os dias em que as coisas não pioram de quadro.

O trabalho do Taz começou muito mal esse ano. Estamos hoje com metade do número de clientes que precisaríamos estar nessa altura do ano. Diversas manutenções tiveram de ser feitas no carro de trabalho e devido a problemas externos não conseguem ser finalizadas, fazendo com que tenhamos menos procura do serviço do que o esperado.

Com os problemas no trabalho somados aos da casa, Taz não consegue se sentir seguro do que está fazendo. Inseguro, ansioso e deprimido, ele não consegue ver ou agir para melhorar o quadro no trabalho, ou a si mesmo. Duvidando de si e de sua capacidade ele tenta apenas seguir fazendo o que sabe e consegue, mas vê com temor como isso não é o suficiente.

Se pergunta o tempo todo se está fazendo a coisa certa. E apesar de minha insistente tentativa de anima-lo, em sua cabeça as respostas que ouve de si mesmo não o ajudam a reencontrar o caminho.


Precisamos nos ajudar. Fazemos isso tentando ajudar os outros. Um amigo que se sente tão perdido quanto nós e precisa de um lugar seguro para se abrigar? Ok, venha. Aqui sempre será um local neutro e nossa hospitalidade será sempre a mesma para aqueles que queremos bem. Não chegou o tempo em que negarei ajuda ou abrigo.

Se sentir perdido parece uma constante nesse momento para muita gente.

Se o que podemos fazer e nos juntar para um jogo ou um jantar para ter um momento de relaxamento e felicidade então e o que faremos.

E quem sabe encontremos uns nos outros o apoio necessário para encontrar nossas respostas.

Hoje resolvemos um dos inumeros problemas que temos à resolver.
Hoje já é um dia bom...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

E sexta feira e eu não sei...

Tive uma conversa ontem que virou discussão e por fim desabafo.

As férias acabaram e o que senti foi que a cortina de humor e disposição que me cobre nesse período se fechou.

Aplausos, foi um belo espetáculo. Mas ao fim de cada teatro nós pegamos nossas coisas e voltamos para casa.

E em casa nos deparamos com a bagunça que deixamos antes de sair. "Arrumo quando eu voltar" falamos sem pensar no cansaço da volta.

De repente uma notícia de jornal me tirou o chão e me fez sentir medo.

Em minha mente vi toda a falta de segurança, de liberdade, de civilidade, de humanidade, sumirem em segundos.

Em segundos me senti em perigo. Em segundos eu senti que precisava defender minha filha e seus direitos mais básicos.

E em minutos uma conversa sobre um artigo no jornal virou uma discussão e por fim um desabafo.

E me senti inundar por todo o sentimento de inadequação, de incapacidade, de ...

Olhei pra mim e vi alguém que fez escolhas ruins. Alguém que fez as escolhas possíveis, mas que hoje se vê presa a uma realidade que não me completa. Presa numa casa, cidade, estado, país, sem chances de buscar ou tentar conhecer novos horizontes por mérito próprio.

Alguém incapaz de mudar a própria realidade.

De garantir a segurança, a autonomia e a liberdade de minha filha. De protege-la... De dar a ela chances melhores, de ser quem ela quiser ser, onde ela quiser ir.

Alguém incapaz. Alguém que depende dos outros para tudo e exatamente por isso incapaz de mudar isso.

Em segundos fui inundada por uma tristeza e um enorme desespero.

A conversa acabou, as lágrimas secaram, me concentrei em respirar e deixar o dia terminar.

A intensidade desses sentimentos me cega para o mundo real.

A bagunça na casa me impede de ver a sala, os quartos, e cada canto desse que é o meu lar.

A bagunca de sentimentos intensos demais nessa retomada da rotina após as férias me impede de ver as coisas boas que vivo e faço.

Então eu apenas deixo o dia acabar para poder dormir e descansar um pouco. Apreciar o silêncio da noite quando tudo em volta já dorme, e deixar que esse silêncio me preencha.

Encontro refúgio nos pequenos luxos e prazeres que posso alcançar. Uma tarde menos quente, um jantar de sabor forte, uma fuga gastronomica para calar e engolir o choro.

Vai passar.

Arrumar a casa pode dar trabalho mas é necessário para encontrar o conforto escondido por trás das almofadas fora do lugar.

Respiro. Tomo um café.
Em alguns dias as coisas voltam ao normal.
Eu também.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Hoje sou a Chapeuzinho Amarelo

Fiquei pensando em coisas que quero contar aqui. E tem várias! Mas a verdade é que ando tão tensa com as coisas acontecendo ou pra acontecer aqui em casa que não consigo dar vazão a outro assunto.

Taz, meu esposo, oficialmente esta trocando de emprego. Pra qual ainda é um mistério. A unica certeza é que onde está não ira mais continuar. Deve ficar mais o próximo mês e para por ai. Nem isso esta muito certo.

Isso faz com que ele precise ir atrás de outra fonte de renda. Outro emprego. Mas qual? Já tem tantos anos que trabalha pro conta, com o próprio negócio, que não sabe pra que tipo de vagas está apto.

A possibilidade de continuar trabalhando por conta ainda existe. E é mais de uma possibilidade. A tendência é que ele continue por ai. Mas ai vem a duvida: essa é a melhor opção hoje em dia?

Precisaria de um capital inicial pra fazer isso. E a verdade é que não temos esse capital inicial. Mais que isso, precisamos economizar pra o pouco que ainda vamos ter dure até que ele esteja sendo remunerado novamente. E agora?

Eu me atenho a meus planos, mas isso meio que é uma farsa. Não tenho conseguido estudar pois não consigo me concentrar nas aulas e nem ler as apostilas. Talvez por causa da sensação de cansaço e stress que me encontro, em menos de 5 minutos percebo que não estou mais prestando atenção nem lendo nada, apenas divagando nas possibilidades e nos problemas dentro da minha cabeça.

Além disso, sempre tem a duvida de que eu passaria nas avaliações médicas feitas quando se passa num concurso publico. Mentir seria uma possibilidade óbvia não fosse por eu ser quem sou - e eu, acreditem, não minto em quase nenhuma hipótese.

Vou insistir com os concursos pois sei que, a não ser que me barrem por causa da bipolaridade, aí esta uma ótima solução para os meus problemas financeiros, de independência e de auto estima. Mas não é minha unica alternativa, nem nunca foi. Tenho outras opções na manga e venho aos poucos investindo meu tempo nisso.

Outra coisa é que pra isso ainda tenho toda uma briga interna pois não é, nem nunca foi, o que eu queria fazer. Meus projetos paralelos tem tido muito mais a minha cara do que meu objetivo principal.

Na duvida, me sinto como a Chapeuzinho Amarelo, do livro de Chico Buarque, que a Beca tanto adora. Com medo de tudo e de todos, até de me mexer. Mas é um medo tão medonho de algo que já aconteceu e é o próprio medo que me impede de me mover.

Mas eu sei que dias ruins existem, e pra todos eles dias melhores virão. Que a tormenta vem e passa. E que a melhor coisa para sair de uma tempestade é seguir o curso que se havia traçado antes dela. Então, respiro fundo e sigo o caminho. E a melhor coisa disso tudo, é saber que não estou passando por tudo isso sozinha.

E vocês, como fazem pra passar pelos momentos difíceis?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O feriado

Pronto, depois de varios e varios dias desconectada, estou eu aqui de volta, ao mundo bloguistico, e tendo que admitir que senti, sim, falta de todos.

Nosso feriado não foi NADA, mas absolutamente NADA do que eu queria que fosse, nem perto do que eu esperava que seria. Preciso ser muito sincera, ele foi bem dificil, e em sua maior parte, ruim.

Fomos sabado para o litoral, para um apto dos meus pais. A ideia era passar alguns dias por lá, "viver" um pouquinho sozinhos, so eu, Taz e Rebeca. Descansar ouvindo o som do mar, e, torcia, ter um ou dois dias bons para ir a praia mesmo, curtir a areia e apresentar esse mundo cheio dagua pra pequena.

Na ida, passamos nacasa da minha madrinha para almomçar. Isso foi muito bom, comida gostosa, que eu nunca tinha comido (Putchero), boa companhia, boa conversa. Foi bem gostoso, e a Rebeca mais uma vez ganhou extremos elogios por seu bom comportamento, ao ir comer conosco na mesa, e não fazer bagunça, nem escanda, nem nada disso. comer, bem, experimentar tudo que deixamos, sorrir e tudo o mais. Isso por que antes do almoço, quando ainda estava com fome estava estranhando todo mundo. Sentar na mesa junto com todos, ver que estavamos todos iguais ali, fazendo a mesma coisa que ela, foi exatamente o que fez com que ela se sentisse a vontade, feliz, e passasse a se divertir e brincar com todos.

Espero que a mamães ai prestem atenção nisso, é importante. Leiam de novo: quando ela se sentiu igual, se sentiu segura. Dava pra fazer toda uma analise social, psicologica, etc em cima isso, mas e real. então, quando seus bebes chegarem na fase de estranhar as pessoas, o que quase todos chegam, e os lugares, lembrem disso: incluam o bebe nas atividades.

Enfim, tirando o fato que o Taz confundiu as minhas tias e errou o caminho pra chegar la, o almoço foi um sucesso.

De la, seguimos para o litoral. Tentei sair da casa da minha tia no horario da soneca da Rebeca, de forma que ela drmisse no carro, e mantivesse sua rotina de sono. Mas, minha filha não e uma criança normal e não dorme no carro com facilidade. Resultado, ela foi o caminho todo acordada. Dormiu altando 5 minutos para sairmos do carro, e acordou assim que saimos do carro.

Ela estranhou muito o apto. Muito. Tentei deixa-la a vontade, ela não aceitou voltar a dormir, então apenas fomos arrumando as coisas. Organizamos a sala do apto de forma que ela tivesse mais espaço pra se mexer, brincar, mas de forma segura, pois as tomadas e etc estavam sem espelhos. colocamos os sofas na frente, e fizemos meio que um cercadão mesmo, e ela se divertiu no mesmo.

Tive uma queda feia, no sentido tratamento de bipolaridade, não literal. Cai em mania quando cehgamos la, feliz e contente. Explico: estava pensando em talvez mudar para lá para poder fazer minha faculdade por ali, e cortr com isso o dinheiro que gastaria em aluguel em outro local. viajando completamente nessa ideia, muito empolgada por estar ali, apenas com meus 2 amores, saimos para comprar comida e voltamos com, alem da comida, uma TV. E...

Quem não sabia, bipolares em surto de Mania fazem essas coisas. Ah, e claro, se culpam horrores depois, não sabem onde colocar a cabeça. Eu sei onde tenho que colocar a minha. Por sorte, por muita sorte, Tenho como encaixar isso no meu orçamento, cortando alguns luxos. Faz parte. Vou no medico semana que vem novamente e tenho medo de pensar no que ela vai me falar... ai

continuando. A Rebeca foi super vizada enquanto estavamos no mercado. Ela e realmente muito simpatica, e o Taz carregando ela, de frente pro mundo, no canguru, e sempre algo que chama muito a atenção. Mas, quando chegamos, demos o jantar pra ela e o banho... Nos tinhamos comprado tambem o chuveiro, que tinha que ser trocado, mas estava tarde e ela cansada, o Taz resolveu arriscar dar banho nela, com ele, no chuveiro ruim mesmo, mas rapidamente.

ja no jantar, tudo errado. Ela engasgou, tinha comido muitos pedacinhos de pão, e passou mal. vomitou em cima dela, e de mim. Começou a chorar, ficou muito nervosa. Ai, adantamos o anho nessas condições que descrevi, e ela ficou com frio, muito frio. Ok, coloquei a roupa, dei a mamadeira, e ela dormiu. E acordou pouco mais de 15 minutos depois que a colquei pra dormir no berço de viagem. como não me viu, ficou tão nervosa, chorando tanto, que vomitou de novo. E eu so tinha levado 2 conjuntos de moleton, na esperança que eles seriam apenas usados para dormir. Erro meu, varios erros meus. Ela vomitou de novo, e em cima de mim, de novo. Custou para acalma-la, e essa primeira noite ela acordou tantas vezes, que eu fiz o taz ficar acordado, pois depois que tomei meu remedio não conseguia mais agir e estava extremamente insegura.

O que fizemos foi colocar o berço ao lado do colchão, que ja tinhamos colocado no chão pois a cama estava com um dos pes quebrados. coloquei o berço do meu lado, de forma que quando ela acordava ela me via, e se acalmava. Se muito, eu tinha que cantarolar algo, pra ela ouvir minha voz, e pronto. Mas nessa primeira noite, o Taz ficou com ela no colo até, como ele disse, ela começar a roncar. Ai, coloqcou ela no berço e veio deitar.

Eu estava tão insegura que acordei não eram nem 6h da manhã. Mas ok, levantei, fiz café, tentei arrumar as coisas. Mas ai, a Rebeca acordou, me viu acordada e quis ficar assim tambem. Mas, a partir dai, ja consegui arrumar um pouco melhor o horario dela.

saimos para almoçar com um casal de amigos meus e seu filho. A ideia era almoçar e levar as crianças para brincar cedo, mas tambem deu errado, saimos atrasados, demoramos muito pra chegar, tudo foi feito as pressas, e acabamos não conseguindo fazer os programas que queriamos. as crianças ficaram cansadas, e pra não ficar chato, resolvemos fazer o passei no outro dia e voltar pro apto. No caminho, a Rebeca chorava muito, irritada, no carro. Sem saber bem o que fazer, paramos em uma loja de conveniencia.

Ai, me deu um estalo: ela tinha comido pouco aquele dia e ja estava no horario que ela costuma tomar a mamadeira. Procurei pela lojinha e, com sorte, encontrei uma papinha nestle de carne com legumes e macarrão. Pronto, resolvido o problema dela: ela estava com fome.

Eu tinha conversado com meu amigo sobr eo fato de ela estar com seus 11kg. E fiquei pensando muito sobre isso depois. E fui ver a curva de crescimento de novo. E cheguei a conclusão que, tirando a minha neurose idiota, não te nada de errado com o peso dela. A partir do momento que se analisa a relação peso e altura, ela continua certinha. Mesmo que fora do padrão, ela esta na curva 95 mesmo. E que como ela tem cara de bebe ainda, parece muito mais...

Enfim, resolvido a questão da fome, voltamos para o apto e consegui manter melhor a rotina dela. No dia seguinte, sai mais preparada, tentamos curtir mais e meu amigo nos fez o favor de lavarmos as roupas na casa dela. Mas ainda sim, foi muito cansativo.

Tão cansativo que, chegou no fim do dia, ontem, eu desisti de esperar que o tempo fosse melhorar e resolvi votar pra casa. Tive que voltar pra casa para poder descansar. Me parece ate idiota isso, mas foi o que aconteceu. coloquei a pequena pra dormir, e arrumei as coisas pra voltarmos pra casa. Acordei o Taz que estava descansando e voltamos.

Sabem o que aconteceu? Funcionou. Chegamos aqui, Rebeca dormiu perfeitamnete bem ate de manhã, nos dois descansamos, tanto a pequena quanto meus pais ficaram felizes de se ver, e de quebra, ficaram um pouco com ela pra eu ir ao cinema com o Taz.

Ver os amigos é bom, mas tudo fugiu tanto do que eu queria, do que eu tina imaginado, que acabou sendo um feriado ruim. Eu fui pra praia com um intuito que não aconteceu e por ter isso com esse intuito, o que de fato aconteceu foi mais cansativo e não tão legal quanto poderia ter sido. Sem contar todos os pormenores...

E tanto foi assim, assim... Que voltei sem fotos bacanas. E, sem muita vontade de me mudar pra la. Agora, preciso deixar a bola baixar, voltar ao normal, estabilizar. E fazer umas contas e ver o que vou ter que deixar de fazer pra arcar com as consequencias da crise...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Feriado, mudanças, falta de rotina?

Ola pessoas!

esse feriado nos vamos viajar, ficar ate 4 feira sem internet e longe dos bloguinhos de vocês... triste, mas acredito que va ser algo que vai valer muito a pena. Mas muito mesmo!

Conto na volta, se der certo o que estou planejando... ;)

Não queria ir viajar sem passar aqui primeiro, no entanto. Tem sido bem dificil parar pra postar, devido a essa minha nova medicação, que me deixa muito sonada, e a nova rotina da Rebeca, que me deixa muito cansada. Unindo os dois, não tenho energia pra contar as coisas. Quando muito leio, comento um pouco. Mas, postar mesmo, e outra historia.

queria postar hoje contando todas as nossas novidades! E tem um motivo especial... Hoje, dia 8, era a DPP da Rebeca! Pois é, se eu tivesse conseguido aguentar a dor, e mais, a minha cabeça, mais uma semaninha, ela teria nascido no dia 8 de outubro e não dia 1. em teoria, né?

Quero dividir auqi algumas das minhas angustias, das minhas duvidas, minhas neuroses!! Minhas alegrias... :)

vou começar falando que tenho colocado, vez ou outra, a Rebeca pra assistir os clips da Galinha Pintadinha pelo youtube. Me rendi a curiosidade, fui atras, e por mais estranho que tenha achado, tem sido altamente divertido dançar a cantar as musiquinhas junto com a minha filha. Que sim, adora dançar de paixão! rs Qualquer musica, ela ja esta la, balançando a cabeça, agitando os braços.

Os clips são meio exagerados na questão cehios de cores, muito berrantes e explosivo, mas... Ela gruda os olhos, ainda mais perto da hora de dormir, e fica la, assistindo, dançando, e me ouvindo cantar as musiquinhas e fazer a coreografia junto com o desenho. Por que, mãe não pode so ver brincar, so por na frente da TV, tem que participar!! Dura pouco gente, aproveita que é um barato!

Ela tem feito outras coisas "fofisticas":
- manda beijo, com a mão e sem, so o beijo estalado mesmo.
- ganhou 2 motocas de aniversario, e adora. Um super exercicio pra mamãe, papai, vovó, que ficam empurrando ela pela casa em cima da motoca, e ela dando risada. Uma delicia, cansativa.
- Ela usa gestos pra se comunicar. Fala numa lingua so dela, e muitas vezes usa gestos pr mostrar as coisas. como ela mesma, o pé, o controle remoto.
- Estou procurando dar comida solida pra ela. Ela demonstra cada dia mais interesse em comer as mesmas coisas que a gente, então tenho introduzido os solidos aos poucos. Se dou em pedaços pequenos, e devagar, separadamente, ela come bem, não engasga. so que fica entediada rapido. Procuro então misturar as coisas, geralmente deixando 2 papas com pedaços, diferentes, pra ela dferenciar os gostos. (Arroz com feijão e carne com legumes, por exemplo) As vezes dou sopa no jantar por ser menos indigesto, mas no geral, ela tem comido da nossa comida mesmo, com um ou outro acidente, ou incidente, no percurso. (ela engasga e acaba vomitando) Mas tem que insistir pra ela aprender a mastigar.

No ultimo mez, deixei ela experiemntar mais coisas: iogurte - um estrago, coitada, tem que dar pouco e com fruta que prende o intestino; bolo, ela comeu no aniversario dela, mas ja tinha experimentado antes, mas so bolo seco, sem recheio ou cobertura, e vou mantar em datas comemorativas. Amou, imaginem ela afundando a cara num cupcake de danoninho. Ah, sim, e experimentou, e so experiemntou uma colherada mesmo, de danoninho. E hoje eu dividi com ela um polenguinho, que foi o que ela mais gostou de tudo ate agora.

Mas apesar de ter deixado ela provar as coisas, nada disso entrou na dieta real dela. Continuamos com:
7h - leite (vou tirar esse, ela não toma essa mamadeira acordada e o leite da mesma pode ser usado no mingau do café)
8h15 - acordar
9h - cafe da manhã com fruta ou mingau
11h30 - leite + soneca
13h30 - almoço + fruta
15h45 - leite, soneca
17h -fruta (tambem acredito que irei tirar essa fruta)
19h - jantar + fruta
20h - banho
20h30 - leite, dormir.

Ela não recusou, de verdade, nada. Quer dizer, tem coisas que ela não come de certo jeito, so de outro, mas não deixa de comer nada.

Nos ultimos dias ainda estamos ajustando esses horarios que falei acima. As vezes tento tirar a soneca da mahã, mas da 12h ela esta exausta e chorando pra dormir. Ainda estamos nos adaptando. Eu estou tendo que reaprender os horarios e os ritmos dela.

Tenho lido historinhas pra ela, quando vejo que ela precisa descansar mas não quer dormir. Isso faz ela diminuir o ritmo, e mesmo que continue acordada depois, esta mais tranquila. Leio as historinhas com musica classica de fundo. :P Uma delicia, ela fica brincando, e eu vou lendo.

depois de ter sido trocado 4 vezes, conseguimos comprar o primeiro tenis da menina. Consegui comprar ao ir, eu mesma, na loja e descrever o pé da Rebeca como do tipo Bisnaguinha.

Gente, vou falar. Estou preocupada da Rebeca ficar muito gorducha por minha causa! explico: sou absolutamente neurotica com segurança, então não costumo deixar ela solta pela casa pra se aventiurar, e engatinhar e descobrir as coisas. Não deixo ela se movimentar muito, deixo ela a maior parte do tempo, no cercadinho, e fico com medo que ela engorde demais por causa disso. Acredito que criança tem que brincar, ver, explorar, mas tenho tanto medo que ela se machuque, que chego as vezes a deixar minha mãe e o Taz cim ela por que sei que eles são mais tranquilos com isso que eu. E tenho que sair de perto, senão fico podando-os.

Não queria me sentir assim, mas pra onde olho, vejo tomada aberta, parede mofada, sofa rasgado e com quina exposta... aff

Bom esse feriado promete, afinal, teremos o dia 10, do mes 10, do ano 2010 !! Tem que ser bom! Torçam por mim, que meus panos deem certo e eu possa mudar minha vida pra melhor!

Ah, e as ganhadoras, estarei enviando seus premios na quarta, apos o feriado. Obrigada pela paciencia e compreensão.

Um bom feriado pra todos!