Gente, recebi em casa um mimo super bacana! Uma caixinha linda linda com 2 pomadas Bepantol Baby!
Olha só!
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Ta esperando o que? Corre lá!
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Falando de: Educação e Alfabetização
Eu ja fui professora de Inglês.
Foi o meu primeiro emprego, o que consegui sozinha, na raça, mandando currículo a todos os lados e fazendo entrevista em outra lingua com medo de perceberem que meu inglês não era lá essas coisas na verdade.
Depois disso dei aula em outros lugares, inclusive na escola que meu pai tinha. (passado, não tem mais, ta aposentado)
Meu pai ter uma escola por 26 anos da minha vida foi um fato marcante pras minhas escolhas. Eu acreditava que iria, um dia, assumir os negocios da familia. Então, apesar das minhas dificuldades, eu tentei me focar nessa questão da educação...
Outra coisa que marcou muito a minha visão sobre esse assunto foi o fato de ter frequentado boas escolas que seguiam um metodo de vanguarda conhecido como socio-construtivista. (Mais AQUI)
Viver nessa imersão toda me fez acreditar em algumas coisas que tenho tido oportunidade de colocar em pratica com a Beca. E avaliar o que tem sido feito com meus sobrinhos...
Hoje conversando com minha cunhada ela comentou que meu sobrinho de 8 anos não sabe ler. Não sabe, pelo que ela falou, escrever o proprio nome.
O que me chocou e eu fiquei sem saber como agir, foi o fato de que ela não falou num tom preocupado, mas de reprovação. A culpa disso era do menino. Afinal, ele tinha ajuda dos pais, e mesmo assim não aprendia. Era preguiçoso e mais, estava se tornando mal educado e respondão. Havia levado um puxão de orelha do avô no fim de semana por ter-lhe respondido de forma mal criada.
Não vou nem entrar no mérito do puxão de orelha - fica pra outro post.
Ela comentou que achava um absurdo uma criança que tinha feito Jardim e Pré-escola não soubesse, nessa etapa, saber ler.
Eu respondi que, pra começo de conversa, era no primeiro ano que ele devia ter aprendido isso. Mas a verdade é que eu queria falar muita coisa, muita, e me calei. Eu não tenho intimidade suficiente nem estou proxima para de fato, ajudar. Minha opinião, ali, seria apenas uma critica e eu acho ainda, muito mal recebida.
Eu entendo a visão da minha cunhada. Mesmo. A moça que trabalha na casa dos meus pais tem um problema semelhante com o filho de 9 anos.
Não é coincidência. Ambos estudam em escola publica. Seus pais, que trabalham o dia inteiro, também estudaram em escola publica e, se chegaram a tanto, tiveram que se esforçar pra terminar o Ensino Medio.
Tenho certeza que ninguém lê pra essas crianças dormirem. Nem nunca leram. Sei que se os filhos pedirem uma revistinha em quadrinhos, serão duramente criticados por "querer ler besteira quando não leem os livros da escola". Sei que esses pais não tem condições de corrigir as lições dos filhos por eles mesmos não saberem a forma correta do uso das palavras e suas regras.
E todos acham que é obrigação da escola ensinar isso.
E nem querem que o filho saiba muito. Não precisa saber ler e escrever corretamente. Mas precisa ser capaz de ler um jornal, por exemplo, quando for adulto. Mais que isso, tem que tirar nota boa - leia acima da média - e passar de ano.
Eu sei, por que tive a chance de aprender,que não é bem assim.
Eu aprendi a ler com meu pai lendo gibis da mônica pra mim. Sempre tive livros em casa e pude mexer neles quando não corria mais o risco de rasga-los. Meus pais contavam historias pra nós antes de dormir - repetidamente se assim pedissemos. liam nos livros ou as vezes inventavam eles mesmos uma historia nova.
Na escola ler foi uma conquista! Foi algo bom, feito de forma gradativa e prazeirosa. Brincamos muito com letras, silabas e nos permitiram explorar esse universo novo.
Nada era feito de forma uniformizada, robotizada, mecanizada. Entendem? Não eramos um unico ser coletivo, eramos unicos.
Pra vocês terem ideia so fui saber o que era uma prova de verdade, com notas na 4 serie. Alem disso meus pais recebiam avaliações escritas individualizadas bimestralmente, com dicas de como trabalhar minhas dificuldades em casa. Não tive boletim ate mudar de escola, ja na 5 serie.
E apesar de saber que nem todos podem oferecer um ensino como o que eu tive - eu mesma não posso dar isso pra Beca - o que eu tive em casa, a preocupação que meus pais tinham conosco, o cuidado, isso todo mundo pode ter. E deveria.
Não é obrigação da escola somente de ensinar nossos filhos a ler. E um processo que deve acontecer em conjunto. E ele começa em casa, com o pai e a mãe que, mesmo cansados de um dia de trabalho, sentam pra ler um gibi com os filhos, ou inventam uma historia.
Eu sei que ligar a tv e mais facil. Sei que trabalhar o dia inteiro, chegar e ter uma casa pra arrumar, comida pra fazer, é a rotina de 99%:da população. Sei que a escola tem que ensinar muita coisa. Inclusive a ler e escrever. Mas se não podemos perder 15 minutos do nosso dia pra educar nossos filhos e mostrar a eles o prazer de estar junto, e ler, o que estamos mostrando?
A impressão que tenho, com meu sobrinho, é que ele tem uma dificuldade. E que ele precisa de ajuda. Mas que as pessoas em volta dele nem sabem identificar o tipo de ajuda que ele precisa - por que estão repetindo a educação falha que eles mesmos tiveram. E que ele tenta, grita, por uma atenção que, de uma forma negativa, esta tendo ao não saber ler.
Seta que se ele soubesse ler teria tanta atenção dos pais, dos avós, das tias? Ou seria deixado sentado a mesa com uma lição? O que, afinal, ele ganharia?
E por isso que eu leio pra Beca, e invento historias. E canto. E compro Gibi.
Por que eu gosto. E me importo. E eu quero fazer diferente. E a minha parte, a parte mais importante.
A escola e complemento, é um lugar pra dar continuidade ao que aprendemos em casa. Não um substituto.
Mas me preocupo com meus sobrinhos. E espero que o pouco que eu posso fazer por eles seja suficiente pra mostrar uma coisa - que existe sim outra maneira. Existe uma alternativa. E quem sabe, um dia, eles decidam experimentar...E descubram como é bom, esse mundo onde aprender é, sim, divertido.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Ressaca de Carnaval
Oi, crise, como vai a senhora? Esta me esperando a muito tempo?
Eu fui dormir ontem com a certeza que hoje a Beca ia ter aula, e essa ideia me confortava. Quando acordei hoje, de verdade, meu sposo me disse que ligou na escola pra confirmar e eles disseram que não, aula so a partir de amanhã. Ok. Mas o que eu faço com a leve depressão a qual me encontro?
Estou de TDM (Tensão Durante Menstruação) e isso apenas agrava um quadro latente de depressão. Não. Não sei d.izer se o que tenho é depressão. Mas a verdade é que estou frustrada. Frustrada comigo e com a minha vida. E essa frustração, com a qual eu nunca soube lidar direito, me leva a depressão leve que hoje esta agravada pela TDM.
Conseguiu entender?
A Beca ilumina meus dias. Ela me faz feliz pelo simples fato de hoje existir no mundo. Mas ja passei do momento em que vivemos de amor. O que sinto agora é o peso da responsabilidade, acho. O peso de tudo que quero pra mim e pra ela, como mãe, filha, familia, individuos. Quero muito e ao mesmo tempo muito pouco.
Acho que a maior dificuldade, no momento, é ter paciencia pra fazer o que ja foi decidido e esperar as consequências dessas decisôes. E o medo...
De decisões estou falando sobre os concursos que quero e estou prestando. Foi uma decisão que tomei e que, na verdade, ainda não estou completamente bem com ela. A ideia de acordar as 6h30 da manhã todo dia, trabalhar das 8h as 17h e so passar 3h do dia com a minha filha me assusta um pouco. Um pouco muito.
Mas maisque isso, tenho medo que dormir apenas as 8h normais de sono diarias não sejam suficientes pra manter meu humor estável.
O medo da crise, o medo de perder novamente o controle sobre mim mesma, e o medo de repetir na vida da minha filha o que vivi na minha são companheiros diários. Tenho certeza que é um companheiro de todo bipolar e pessoa diagnosticada com algum transtorno psiquiatrico. E um medo que nos sabemos ter fundamento. Ter base, E real.
Eu não parei e nem nunca vou parar meu tratamento. Eu precisava complementá-lo com terapia? Precisava. Mas apesar disso, o tratamento segue e apos a consulta da semana passada, a meta atual do tratamento é exatamente me permitir ficar bem, mental e fisicamente, pra assumir o compromisso de trabalhar o horario comercial e ficar bem com isso. E permitir que eu realize esse objetivo e alcance a independencia que almejo desde os meus 7 anos de idade.
Mas mesmo assim eu tenho medo.
E mais que isso, sofro enquanto não acontece, pois tenho muita dificuldade em esperar acontecer.
Tenho dificuldade em encontrar o foco, em estudar, em fazer o esforço que eu ja sei ser necessário para passar nos concursos.
Tenho duvida se me dedico somente a isso ou se arranjo um emprego no meio tempo para suprir as necessidades diárias que não podem esperar. E com isso envio curriculos para vagas que não sei se eu de fato quero, posso, irei, aceitar. Isso, claro, se me chamarem...
Tenho medo das coisas que penso e sinto. Tenho medo de viver uma realidade que eu não conheço, não domino. Tenho medo de no fim, não ser nada do que eu espero que seja. Mas mais que todos esses medos, eu tenho medo de que as coisas se mostrem exatamente como eu imagino.
E se de fato, for como eu penso?
E quando eu passar no concurso eu me sinta sim, realizada com o trabalho?
Que depois que eu passar pelos primeiros dias, de adaptação e excitação, eu ver que é um trabalho facil, que não requer muita habilidade, e que nem é tão ruim acordar cedo?
Que quando eu sair do trabalho eu buscar minha filha na escola e essas 3 horas que iremos passar juntas sejam muito melhores do que as que passamos hoje, pois com a saudade vem essa vontade de aproveitar melhor o tempo, fazendo coisas realmente juntas, e não só lado a lado?
Que com o fato de nos vetrmos pouco durante a semana nos iremos aproveitar muito mais nosso tempo juntas nos fins de semana, saindo juntas ou apenas vendo videos em casa?
Que de fato me traga uma independencia financeira e uma estabilidade que me permitam sair da casa de meus pais? Que não irei depender mais deles, nem de ninguém, pra bancar a minha vida e a da minha familia?
E se, saindo da casa dos meus pais e não dependendo mais deles, morando perto do trabalho, eu deixe de ve-los com a mesma frequencia de antes por que a magoa que guardamos do tempo que moramos juntos for muito grande e não for embora?
E se as brigas e magoas que acontecem com cada vez mais frequencia com o marido se mostrarem mais do que uma dupla frustração pela realidade que viviamos? E se melhorar nossa vida, materialmente, não for a solução dos nossos problemas?
E se eu não entrar em crise com tudo isso? E se eu ficar bem, com controle de mim mesma e da situação, vivendo tudo isso? Que decisões eu irei tomar?
E se ter a independencia financeira for, de fato, tudo o que me faltava? E que isso me de segurança pra fazer todas as coisas que antes, eu não podia?
E ai?
O importante é que eu ja decidi. Todas essas duvidas meio que ja estão respondidas pelo simples fato de que eu vou atras disso. Que vou, agora, focar nisso. Vou prestar os concursos e assumir o controle material da minha vida.
Agora e caminhar o caminho.
Vamos?
Eu fui dormir ontem com a certeza que hoje a Beca ia ter aula, e essa ideia me confortava. Quando acordei hoje, de verdade, meu sposo me disse que ligou na escola pra confirmar e eles disseram que não, aula so a partir de amanhã. Ok. Mas o que eu faço com a leve depressão a qual me encontro?
Estou de TDM (Tensão Durante Menstruação) e isso apenas agrava um quadro latente de depressão. Não. Não sei d.izer se o que tenho é depressão. Mas a verdade é que estou frustrada. Frustrada comigo e com a minha vida. E essa frustração, com a qual eu nunca soube lidar direito, me leva a depressão leve que hoje esta agravada pela TDM.
Conseguiu entender?
A Beca ilumina meus dias. Ela me faz feliz pelo simples fato de hoje existir no mundo. Mas ja passei do momento em que vivemos de amor. O que sinto agora é o peso da responsabilidade, acho. O peso de tudo que quero pra mim e pra ela, como mãe, filha, familia, individuos. Quero muito e ao mesmo tempo muito pouco.
Acho que a maior dificuldade, no momento, é ter paciencia pra fazer o que ja foi decidido e esperar as consequências dessas decisôes. E o medo...
De decisões estou falando sobre os concursos que quero e estou prestando. Foi uma decisão que tomei e que, na verdade, ainda não estou completamente bem com ela. A ideia de acordar as 6h30 da manhã todo dia, trabalhar das 8h as 17h e so passar 3h do dia com a minha filha me assusta um pouco. Um pouco muito.
Mas maisque isso, tenho medo que dormir apenas as 8h normais de sono diarias não sejam suficientes pra manter meu humor estável.
O medo da crise, o medo de perder novamente o controle sobre mim mesma, e o medo de repetir na vida da minha filha o que vivi na minha são companheiros diários. Tenho certeza que é um companheiro de todo bipolar e pessoa diagnosticada com algum transtorno psiquiatrico. E um medo que nos sabemos ter fundamento. Ter base, E real.
Eu não parei e nem nunca vou parar meu tratamento. Eu precisava complementá-lo com terapia? Precisava. Mas apesar disso, o tratamento segue e apos a consulta da semana passada, a meta atual do tratamento é exatamente me permitir ficar bem, mental e fisicamente, pra assumir o compromisso de trabalhar o horario comercial e ficar bem com isso. E permitir que eu realize esse objetivo e alcance a independencia que almejo desde os meus 7 anos de idade.
Mas mesmo assim eu tenho medo.
E mais que isso, sofro enquanto não acontece, pois tenho muita dificuldade em esperar acontecer.
Tenho dificuldade em encontrar o foco, em estudar, em fazer o esforço que eu ja sei ser necessário para passar nos concursos.
Tenho duvida se me dedico somente a isso ou se arranjo um emprego no meio tempo para suprir as necessidades diárias que não podem esperar. E com isso envio curriculos para vagas que não sei se eu de fato quero, posso, irei, aceitar. Isso, claro, se me chamarem...
Tenho medo das coisas que penso e sinto. Tenho medo de viver uma realidade que eu não conheço, não domino. Tenho medo de no fim, não ser nada do que eu espero que seja. Mas mais que todos esses medos, eu tenho medo de que as coisas se mostrem exatamente como eu imagino.
E se de fato, for como eu penso?
E quando eu passar no concurso eu me sinta sim, realizada com o trabalho?
Que depois que eu passar pelos primeiros dias, de adaptação e excitação, eu ver que é um trabalho facil, que não requer muita habilidade, e que nem é tão ruim acordar cedo?
Que quando eu sair do trabalho eu buscar minha filha na escola e essas 3 horas que iremos passar juntas sejam muito melhores do que as que passamos hoje, pois com a saudade vem essa vontade de aproveitar melhor o tempo, fazendo coisas realmente juntas, e não só lado a lado?
Que com o fato de nos vetrmos pouco durante a semana nos iremos aproveitar muito mais nosso tempo juntas nos fins de semana, saindo juntas ou apenas vendo videos em casa?
Que de fato me traga uma independencia financeira e uma estabilidade que me permitam sair da casa de meus pais? Que não irei depender mais deles, nem de ninguém, pra bancar a minha vida e a da minha familia?
E se, saindo da casa dos meus pais e não dependendo mais deles, morando perto do trabalho, eu deixe de ve-los com a mesma frequencia de antes por que a magoa que guardamos do tempo que moramos juntos for muito grande e não for embora?
E se as brigas e magoas que acontecem com cada vez mais frequencia com o marido se mostrarem mais do que uma dupla frustração pela realidade que viviamos? E se melhorar nossa vida, materialmente, não for a solução dos nossos problemas?
E se eu não entrar em crise com tudo isso? E se eu ficar bem, com controle de mim mesma e da situação, vivendo tudo isso? Que decisões eu irei tomar?
E se ter a independencia financeira for, de fato, tudo o que me faltava? E que isso me de segurança pra fazer todas as coisas que antes, eu não podia?
E ai?
O importante é que eu ja decidi. Todas essas duvidas meio que ja estão respondidas pelo simples fato de que eu vou atras disso. Que vou, agora, focar nisso. Vou prestar os concursos e assumir o controle material da minha vida.
Agora e caminhar o caminho.
Vamos?
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