Nesse tempo que fiquei sem escrever e nesse processo de voltar com o blog minha vida teve diversos altos e baixos. No momento estou num momento de baixa, mas lidar com tudo isso ha tanto tempo quanto eu me dá a maturidade de entender que mesmo depois de uma crise desespero num domingo, vem o dia seguinte, e o depois, e isso passa.
Tudo sempre passa. Sejam os momentos bons ou ruins. Tudo passa. E isso é bom.
Ano passado eu tive a oportunidade de fazer uma viagem internacional com a Rebeca e isso foi algo que determinou todo o meu ano. Pra mim foi como se o ano de 2017 tivesse valido por 3 anos diferentes, dividido em 3 fases: pré viagem, viagem (incluído o tempo de preparação) e pós viagem.
Mas eu vou voltar a esse tópico em um post, talvez mais de um, exclusivo para ele.
Hoje quero falar um pouco mais sobre o momento atual. O imediato. Porque simplesmente as vezes precisamos falar a respeito das coisas para ter espaço para respirar, sabem?
Como disse estou num momento de baixa. Estamos lidando desde o começo do ano com uma série de complicações envolvendo a saúde da minha mãe e isso tem mexido muito comigo. Por mais que hoje, exatamente hoje, ela esteja melhor, ela esta em tratamento e se esforçando para ficar bem. E como é de se esperar, ela tem dias melhores, como hoje, e dias não tão bons assim.
Não vou entrar em mais detalhes, mas o que quero ressaltar é que isso é algo que esta totalmente fora do meu controle. Por mais que eu esteja disposta a ajudar e fazer o melhor que puder, a saúde da minha mãe não é algo que eu possa controlar, exatamente pelo fato de se tratar de uma pessoa capaz, senhora de suas próprias decisões, que faz suas escolhas independente da minha vontade. No máximo ela pode ou não ouvir meus conselhos, mas a decisão final é sempre dela sobre que rumos tomar.
E o mais óbvio é que ninguém sabe exatamente em que momento vai ficar doente.
Por mais que possamos cuidar da saúde, comer de forma saudável, fazer exercícios, fazer terapia, ter vida social, não cometer excessos, não usar drogas, não beber, não fumar, etc etc etc a verdade é que fazendo ou não isso, você pode até saber que pode ficar doente, ter mais ou menos chances, mas não vai saber o momento exato que isso vai acontecer.
Tudo isso para dizer que conviver com minha mãe nesse momento, morando na mesma casa e tudo, tem me feito reviver diversos momentos da minha vida, da minha infância e adolescência. E isso tem sido extremamente difícil. E é o que me colocou nessa baixa.
Eu não escolhi ser bipolar. Eu não sabia que seria, e mesmo que naquela época se tivesse conhecimento suficiente, coisa que não tinham, pra dizer que as chances de ter TBH eram grandes, nós não tínhamos como prever quando exatamente isso iria se manifestar.
Como eu já contei AQUI antes, minha primeira grande crise foi quando eu tinha 13 anos de idade. Hoje eu olho pra trás e vejo que dei outros indícios antes disso, mas a crise mesmo, que chocou, que me derrubou, que fez com que fossemos procurar ajuda e eu recebesse um diagnóstico pela primeira vez, foi aos 13 anos.
Muita coisa rolou entre esse momento e eu de fato iniciar um tratamento que eu mantenho até hoje, isso já aos 21 anos, lá pelo ano de 2003.
Mas se por um lado eu não escolhi ter Transtorno Bipolar de Humor, a escolha que eu pude fazer e que mudou a minha vida foi de iniciar, seguir e não abandonar o tratamento. Isso eu pude fazer. Essa escolha cabia a mim.
E uma das coisas que manter essa decisão me proporcionou foi o direito de fazer uma outra escolha ainda mais importante, a de ser mãe. Na verdade, foi meio que ao contrário... Foi quando eu descobri o quanto eu desejava com todo meu coração ser mãe, que eu entendi que para isso eu precisava tomar a decisão, e manter sempre a escolha de fazer o tratamento pra TBH.
Já contei essa parte da história AQUI também.
O momento que eu estou hoje, sentindo meu passado voltar e por vezes me dominar como ondas de um mar revolto batendo contra as pedras na praia, tem tornado difícil enxergar o que eu sou capaz de fazer. O que é escolha minha e o que não é. O que eu posso controlar e o que não posso.
Eu aprendi com o filme do Superman (sim, eu disse isso mesmo) é que quando o mundo parecer muito grande e assustador, o que podemos fazer é torná-lo menor.
E tenho visto isso em diversas outras situações, de diversas fonts diferentes, mas a ideia é sempre a mesma: se concentre nas pequenas coisas.
Arrume a cama. Tome banho. Penteie o cabelo. Coma 3 vezes por dia.
Pague as contas.
Assista um filme.
Abrace.
Fale com alguém.
Mantenha a rotina.
Desenvolva um pequeno projeto de curto prazo. Pode ser um post no blog, planejar uma festa de aniversário, uma reunião com os amigos para fazerem sua mudança. Um almoço mais elaborado.
Coisas que você pode controlar.
E deixe que isso preencha os espaços no lugar do que está fora do seu controle. Deixe o tempo te devolver o ar e a energia que você precisa para ficar bem.
Isso pode significar a energia necessária para pedir a ajuda de alguém.
Ligar para um amigo.
Marcar hora no médico ou no terapeuta.
Visitar a família.
Conseguir dizer para seu companheirx o que você realmente está sentindo.
Ficar com seus filhos e simplesmente ouvir o que eles tem a dizer.
Eu sei de tudo isso. E a outra coisa que sei é que preciso disso tudo para ficar bem.
Não posso ajudar enquanto eu não ficar bem também.
Então preciso deixar meu mundo menor.
Hoje eu vim escrever no Blog...
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Mais sobre o que aprendi com ela
A cada aula eu vejo ela se dedicar e vejo seus avanços.
As vezes e difícil acordar cedo, ainda mais no frio onde a cama quentinha e mais convidativa. Cabe a mim, muitas vezes, insistir no levantar e se arrumar. O cafe da manhã engolido no meio dos bocejos, o desenho da TV fazendo barulho enquanto não despertamos totalmente...
Então quando ela chega na aula tudo muda.
Ela se anima rápido, vê as amigas, fica aflita se chega atrasada ou se chega cedo e nenhuma das colegas ainda está lá.
No começo as dificuldades eram maiores. A vergonha de se enturmar, de chamar alguém para fazer dupla nos exercícios, os movimentos tão desejados e desconhecidos que exigem muito mais do que a imaginação mostrava... E vieram as quedas, os momentos de insegurança, as lagrimas. Mas veio também o acolhimento pelo grupo, as conversas, o ser aceito. Vieram as aulas uma atrás da outra e nelas a possibilidade de ver que o esforço era recompensado e que os movimentos ficavam mais fáceis e mais leves.
E juntas aprendemos a não desistir nas primeiras dificuldades. Aprendemos a ter persistencia, a valorizar cada passo, a nos levantar depois de cair, aprendemos que cair faz parte da jornada, e aprendemos a valorizar o caminho. Ela aprendeu que mesmo as coisas que gostamos exigem esforço e que isso não é algo ruim. Aprendeu a associar o esforço a algo bom, a conquista. Aprendeu a associar a mexer o corpo a algo que trás prazer e alegria. E que cansa sim, e isso também é bom.
E eu aprendo tudo isso com ela.
Todo dia.
As vezes e difícil acordar cedo, ainda mais no frio onde a cama quentinha e mais convidativa. Cabe a mim, muitas vezes, insistir no levantar e se arrumar. O cafe da manhã engolido no meio dos bocejos, o desenho da TV fazendo barulho enquanto não despertamos totalmente...
Então quando ela chega na aula tudo muda.
Ela se anima rápido, vê as amigas, fica aflita se chega atrasada ou se chega cedo e nenhuma das colegas ainda está lá.
No começo as dificuldades eram maiores. A vergonha de se enturmar, de chamar alguém para fazer dupla nos exercícios, os movimentos tão desejados e desconhecidos que exigem muito mais do que a imaginação mostrava... E vieram as quedas, os momentos de insegurança, as lagrimas. Mas veio também o acolhimento pelo grupo, as conversas, o ser aceito. Vieram as aulas uma atrás da outra e nelas a possibilidade de ver que o esforço era recompensado e que os movimentos ficavam mais fáceis e mais leves.
E juntas aprendemos a não desistir nas primeiras dificuldades. Aprendemos a ter persistencia, a valorizar cada passo, a nos levantar depois de cair, aprendemos que cair faz parte da jornada, e aprendemos a valorizar o caminho. Ela aprendeu que mesmo as coisas que gostamos exigem esforço e que isso não é algo ruim. Aprendeu a associar o esforço a algo bom, a conquista. Aprendeu a associar a mexer o corpo a algo que trás prazer e alegria. E que cansa sim, e isso também é bom.
E eu aprendo tudo isso com ela.
Todo dia.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Sobre manhãs e dança
É manhã de quarta feira e esta um tempo frio. Os raios de sol que chegam ainda não tem força para aquecer a rua ou as pessoas, mas promete esquentar em breve.
Eu e Rebeca acordamos cedo, não muito para os padrões de quem tem acordar muito cedo como rotina para trabalhar e estudar, mas cedo demais para o meu humor.
Acordar cedo tem feito parte da nossa rotina tem um ano e meio agora. Nós o fazemos para que ela possa exercitar uma de suas paixões: a dança.
Faz um ano e meio que Rebeca faz aulas de Ballet e Jazz 3 vezes por semana pela manhã e eu a acompanho.
Ela aprende muito com essa atividade e eu aprendo muito com ela.
Ela descobriu que gostava de dançar bem cedo. Lembram que aos 3 anos ela fez ballet na escola e a amiguinha disse que ela não podia fazer Ballet porque era muito gorda? (aqui)
Apesar disso ter afetado a autoestima dela de uma forma que eu vejo refletida ate hoje, Rebeca não perdeu o gosto pela musica ou pela dança.
Depois desse episódio ela tentou fazer natação, onde também teve problemas e acabou parando, mas teve a chance de tentar as aulas de ballet da escola novamente 2 anos e meio atrás quando fizemos um plano...
Eu não sou uma pessoa fisicamente ativa, quero dizer, não faço exercícios, sou bastante sedentária, e não tenho muito orgulho disso não. O fato é que sinto que essa sempre foi uma área pouco incentivada na minha vida, expecialmente no sentido de buscar uma atividade que eu tivesse prazer em fazer.
Foi conversando com minha irmã sobre como lidamos com essa falta de incentivo ao esporte que traçamos um plano que tinha como objetivo ajudar a Rebeca a descobrir que tipo de atividade física ela sentia prazer em fazer.
A partir daí iriamos incentiva-la a ter essa atividade no seu dia a dia, na sua rotina desde ja, na esperança que ela leve isso para toda a vida, não só o exercício em si mas a associação de que mexer o corpo e fazer atividades físicas é algo bom, divertido.
Começou com cursos extracurriculares que a escola dela oferecia no contraturno das aulas regulares. Cada dia da semana ela tinha uma atividade diferente: Ballet, Artes, Arte Marcial, Teatro, Capoeira. Durante um ano ela fez todas essas atividades para descobrir quais ela fazia com mais animação.
As aulas com música ganharam disparadas, seguidas de perto pelas de Arte Marcial.
Então chegou a segunda parte do nosso plano, que consiste em focar a atenção e o esforço nessas atividades, fora da escola onde ela teria mais aulas por semana e poderia desenvolver o esporte, indo alem da Recreação.
Conversamos com a Rebeca. Não seríamos nós a escolher por ela. Essa era uma das coisas importantes: se ela ter prazer na atividade é importante e queremos que ela leve isso para a vida toda, então temos que ouvir o que ela quer.
Explicamos o plano. Apresentamos diversas opções e deixamos que ela nos dissesse o que gostava mais, o que ela realmente gostaria de continuar fazendo.
Ela escolheu a dança.
A partir daí focamos nossos esforços em buscar um lugar dentro das nossas possibilidades financeiras que oferecesse a melhor estrutura para ela dar continuidade no seu aprendizado e, se possível, oferecesse opções extras que ela poderia explorar.
Encontramos, e no começo do ano passado iniciamos nossa saga de acordar cedo. São 2 aulas seguidas, primeiro o Ballet e logo em seguida o Jazz, 3 vezes por semana.
Eu que nunca fiz aulas de dança na vida me surpreendi com quanto esforço físico se faz, em como nas aulas se trabalha o preparo físico além das técnicas, como se exige do corpo, da disciplina...
Tem sido uma jornada incrível.
Encontramos um local muito bom e uma turma receptiva e inclusiva, com crianças de diferentes idades, jeitos, tipo de corpo, etapas de desenvolvimento. E ensinado o trabalho em equipe e a união, o afeto e a aceitação.
Cada aula Rebeca sai feliz. Sorridente. Cansada, sem dúvida, mas satisfeita. E eu me encho de orgulho e com a certeza de estar fazendo a coisa certa.
Vou parar por aqui por hoje.
Mas volto. Quero falar do que aprendemos.
Faz parte da rotina, sabe?
Eu e Rebeca acordamos cedo, não muito para os padrões de quem tem acordar muito cedo como rotina para trabalhar e estudar, mas cedo demais para o meu humor.
Acordar cedo tem feito parte da nossa rotina tem um ano e meio agora. Nós o fazemos para que ela possa exercitar uma de suas paixões: a dança.
Faz um ano e meio que Rebeca faz aulas de Ballet e Jazz 3 vezes por semana pela manhã e eu a acompanho.
Ela aprende muito com essa atividade e eu aprendo muito com ela.
Ela descobriu que gostava de dançar bem cedo. Lembram que aos 3 anos ela fez ballet na escola e a amiguinha disse que ela não podia fazer Ballet porque era muito gorda? (aqui)
Apesar disso ter afetado a autoestima dela de uma forma que eu vejo refletida ate hoje, Rebeca não perdeu o gosto pela musica ou pela dança.
Depois desse episódio ela tentou fazer natação, onde também teve problemas e acabou parando, mas teve a chance de tentar as aulas de ballet da escola novamente 2 anos e meio atrás quando fizemos um plano...
Eu não sou uma pessoa fisicamente ativa, quero dizer, não faço exercícios, sou bastante sedentária, e não tenho muito orgulho disso não. O fato é que sinto que essa sempre foi uma área pouco incentivada na minha vida, expecialmente no sentido de buscar uma atividade que eu tivesse prazer em fazer.
Foi conversando com minha irmã sobre como lidamos com essa falta de incentivo ao esporte que traçamos um plano que tinha como objetivo ajudar a Rebeca a descobrir que tipo de atividade física ela sentia prazer em fazer.
A partir daí iriamos incentiva-la a ter essa atividade no seu dia a dia, na sua rotina desde ja, na esperança que ela leve isso para toda a vida, não só o exercício em si mas a associação de que mexer o corpo e fazer atividades físicas é algo bom, divertido.
Começou com cursos extracurriculares que a escola dela oferecia no contraturno das aulas regulares. Cada dia da semana ela tinha uma atividade diferente: Ballet, Artes, Arte Marcial, Teatro, Capoeira. Durante um ano ela fez todas essas atividades para descobrir quais ela fazia com mais animação.
As aulas com música ganharam disparadas, seguidas de perto pelas de Arte Marcial.
Então chegou a segunda parte do nosso plano, que consiste em focar a atenção e o esforço nessas atividades, fora da escola onde ela teria mais aulas por semana e poderia desenvolver o esporte, indo alem da Recreação.
Conversamos com a Rebeca. Não seríamos nós a escolher por ela. Essa era uma das coisas importantes: se ela ter prazer na atividade é importante e queremos que ela leve isso para a vida toda, então temos que ouvir o que ela quer.
Explicamos o plano. Apresentamos diversas opções e deixamos que ela nos dissesse o que gostava mais, o que ela realmente gostaria de continuar fazendo.
Ela escolheu a dança.
A partir daí focamos nossos esforços em buscar um lugar dentro das nossas possibilidades financeiras que oferecesse a melhor estrutura para ela dar continuidade no seu aprendizado e, se possível, oferecesse opções extras que ela poderia explorar.
Encontramos, e no começo do ano passado iniciamos nossa saga de acordar cedo. São 2 aulas seguidas, primeiro o Ballet e logo em seguida o Jazz, 3 vezes por semana.
Eu que nunca fiz aulas de dança na vida me surpreendi com quanto esforço físico se faz, em como nas aulas se trabalha o preparo físico além das técnicas, como se exige do corpo, da disciplina...
Tem sido uma jornada incrível.
Encontramos um local muito bom e uma turma receptiva e inclusiva, com crianças de diferentes idades, jeitos, tipo de corpo, etapas de desenvolvimento. E ensinado o trabalho em equipe e a união, o afeto e a aceitação.
Cada aula Rebeca sai feliz. Sorridente. Cansada, sem dúvida, mas satisfeita. E eu me encho de orgulho e com a certeza de estar fazendo a coisa certa.
Vou parar por aqui por hoje.
Mas volto. Quero falar do que aprendemos.
Faz parte da rotina, sabe?
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