Rebeca adora minha irmã e minha irmã adora a Rebeca. Diz ela, minha irmã, que é por que elas se entendem e falam a mesma lingua. Isso, claro apesar de minha irmã ter 30 anos e a Beca 1 e 7 meses, mas...
Nas ultimas visitas minha irmã ennsinou a Rebeca a correr, apostar corrida. Sai "correndo" emcamera lenta e incentiva a Rebeca a correr com ela. Vão de um lado a outro do quintal; Vão e batem na parede do outro lado e voltam e nos dão, a plateia, um hi-5 em cada um e voltam a correr pro outro lado.
Hoje não foi diferente. Rebeca vai pro quintal quando minha irmã esta lá e ja começa a correr e batera mãozinha na parede e fica esperando minha irmã ir atras dela.
Dai, numa dessas idas e vindas entre a parede e nossas mãos Rebeca para no meio do caminho, e minha irmã passa pra bater nas nossas mãos (minha, do meu pai e da minha cunhada). Olhamos pra Rebeca, que sabidamente da meia volta e corre de volta pra parede pra ganhar a corrida!
Demos muita risada da "esperteza" da pequena por burlar a regra do jogo. Não esparava essa atitude de uma criança tão nova!
Minha irmã corre de volta, bate a mão na parede e insiste pra Rebeca sair correndo pra bater nas nossas mãos e a cena se repete, Rebeca parando safadamente no meio do caminho e voltando pra chegar primeiro de volta na parede.
Na terceira vez minha irmã convence e Rebeca corre ate nos. Ai minha irmã chama por ela, la do muro "Rebeca, olha, ganhei! haha!"
Posso com isso? É... as duas falam a mesma lingua mesmo... rsrsrs
Feliz dia das mães pra todas!
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
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domingo, 8 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Votação e receitinha pro dia das mães
Gente, e com muito orgulho que venho contar pra voces que estou participando do concurso de Pais e Mães blogueiros da Crescer!
E, pra adoçar a vida de suas mamães ou, bom, de vocês, mamães, aqui vai uma receitinha tão facil, mas tão facil, que até o maridão pode fazer, rs
Torrada francesa (French Toast) - pro cafe da manhã do dia das mães ^^
-2 fatias de pão de forma
- 1 ovo
- 1 colher de sopa bem cheia de açucar
- açucar e canela para confeitar
Quebre o ovo em um prato fundo e bata usando um garfo. Misture ao ovo 1 colher de sopa bem cheia de açucar, batendo sempre.
Passe o pão no ovo, molhando bem mas sem deixar que ele amoleça demais. Faça isso dos dois lados do pão.
Em uma frigideira funda, coloque oleo suficiente para que o pão não encoste no fundo. Aqueça o oleo e quando quente, frite o pão dos dois lados até que fique dourado.
Retire do oleo, seque em papel toalha e, ainda quente, passe os dois lados em açucar e canela!
Agora é so servir junto com um suquinho de laranja num delicioso café na cama! #ficadica
Fala se não é um jeito maravilhoso de começar seu dia ^^
Deem uma passadinha, e claro, votem em mim!
E, pra adoçar a vida de suas mamães ou, bom, de vocês, mamães, aqui vai uma receitinha tão facil, mas tão facil, que até o maridão pode fazer, rs
Torrada francesa (French Toast) - pro cafe da manhã do dia das mães ^^
-2 fatias de pão de forma
- 1 ovo
- 1 colher de sopa bem cheia de açucar
- açucar e canela para confeitar
Quebre o ovo em um prato fundo e bata usando um garfo. Misture ao ovo 1 colher de sopa bem cheia de açucar, batendo sempre.
Passe o pão no ovo, molhando bem mas sem deixar que ele amoleça demais. Faça isso dos dois lados do pão.
Em uma frigideira funda, coloque oleo suficiente para que o pão não encoste no fundo. Aqueça o oleo e quando quente, frite o pão dos dois lados até que fique dourado.
Retire do oleo, seque em papel toalha e, ainda quente, passe os dois lados em açucar e canela!
Agora é so servir junto com um suquinho de laranja num delicioso café na cama! #ficadica
Fala se não é um jeito maravilhoso de começar seu dia ^^
beijos e bom fim de semana e feliz dia das mães!
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sábado, 28 de agosto de 2010
Semana com tempo seco e muito mal humor
Ola pessoas!
Tenho tido muita dificuldade de vir aqui postar. Meu laptop esta com problemas sérios, e fica desligando o tempo todo, sozinho, se precisa usar muita memoria ou esquenta demais. Acredito que uma das memorias dele queimou, o que faz com que a restante super aqueça e desligue para que não queime. vou levar o coitado ao concerto na proxima semana, pra pelo menos fazer um backup decente e possivelmente passar o coitado, quase falecido, pra frente, antes que ele de fato, bata as botas e me deixe na mão, sem as fotos da Beca, meus textos, etc. Hoje estou usando o laptop do Taz! :P
Quero que eles sejam essas pessoas otimas. e por isso, eu posso ser eu mesma, e fazer o que eu acredito, e inclusive errar fazendo isso. Pois sei que eles estarão la para ser pra ela ate mais do que foram pra mim. e eu serei pra ela tudo o que eles são, e mais.
Tenho tido muita dificuldade de vir aqui postar. Meu laptop esta com problemas sérios, e fica desligando o tempo todo, sozinho, se precisa usar muita memoria ou esquenta demais. Acredito que uma das memorias dele queimou, o que faz com que a restante super aqueça e desligue para que não queime. vou levar o coitado ao concerto na proxima semana, pra pelo menos fazer um backup decente e possivelmente passar o coitado, quase falecido, pra frente, antes que ele de fato, bata as botas e me deixe na mão, sem as fotos da Beca, meus textos, etc. Hoje estou usando o laptop do Taz! :P
O tempo em São Paulo esta seco. Assim, seco mesmo!!! Hoje a umidade relativa do ar chegou em 12%, o que é quase um recorde historico, e foi o recorde do ano. (O recorde historico foi no ano passado, tambem nessa epoca). Claro que não vou nem me atrever a comparar com lugares como Brasilia, mas... Nossa, ta dificil!
Eu não tenho tido coragem de sair de casa, muito menos de levar a Beca pra qualquer lugar se não for extremamente necessario. Teriamos uma festa pra ir amanhã, mas não acredito que irei se a umidade continuar do jeito que esta.
Fico feliz da vida por meu pai, no ano passado, eu gravidissima, passando mal com o calor e o tempo seco, ter comprado um umidificador de ambientes pra mim. A conta de luz vai vir um absurdo inimaginavel, não e nem perto de ser ecologicamente correto, mas, nossa, experimentem ter um desses em casa nesses dias, e ai sim, me julguem!
No entanto, isso serviu pra mostrar que sim, o problema da Beca estar o tempo todo com o nariz entupido tinha a ver com isso sim. Ou seja, quase 100% de certeza de ser, ou vir a ser, uma rinite.
Desde que comecei a deixar o umidificador ligado, depois que o tratamento pra sinusite dela acabou, que ela nem espirrar mais espirra do jeito que fazia. Coitada... Me sinto culpada por cada cigarro que fumei na gravidez...
O problmea aqui, com ela, tem sido outro: pesadelos. Ela tem tido muitos pesadelos, por causa do dente. Acredito que tem pelo menos mais 3 dentes pra sair nos proximos 2 meses, seguidinhos. demorou, e agora virão todos de uma vez.
E com os dentes, vem os pesadelos, com os pesadelos, a mamãe aqui dorme pouco e mal. Com o tempo seco pra ajudar.... Ah, e sem ter conseguido comprar o remedio que eu deveria ter começado a tomar a uma semana atras... e, minha semana não esta sendo a melhor do mundo.
Mudando mas sem udar de assunto, acredito que tenhamos chegado no limite do aceitavel morar com os meus pais. E não por que é ruim, por mimimis motivos da vida. Mas por que a Beca chegou na fase de fazer manha e chorar quando é contrariada, ou quer alguma coisa. sabe aquelas crianças que deitam no chão e choram no mercado? É, ela esta no inicio da fase pra se tornar uma delas.
Quando eu planejava engravidar, no alto da minha estabilidade, tratamento e medicação, eu sabia (ai, como a gente esquece algumas coisas que fazem todo sentido quando se esta bem) que eu ficaria por volta de um ano depois de ter filhos na casa dos meus pais. Sabia que isso seria uma questão de segurança por causa da minha retomada do tratamento, pra poder receber ajuda que fosse necessaria nesse primeiro ano, e poder estar bem antes de voltar a morar sozinha.
Tambem sempre soube que, quando se chega na fase em que a criança vai testar todos os seus limites, com birras, manhas, choros, estar morando junto com os avós é uma tragedia e você vai estar fadado a falhar em algum dos seus papeis. e isso pode ser resolvido pura e simplesmente se mudando. Então, tinha por mim que no momento que meu filho/filha chegasse na marca de 1 ano e/ou começasse a fazer manha e entendesse quem faz o que, ou seja, com quem a manha vai funcionar, quando e como, eu teria que sair da casa dos meus pais.
Acho muito importante que cada um tenha seu papel. Acredito que avos devam sim ser responsaveis pelos mimos, aquelas coisas que os pais não deixam, devam ser permissivos, carinhosos, mas claramente serem os avos e terem menos autoridade no dia a dia que os pais.
Cabe aos pais educar a criança, ensinar limites, e ate quando eles podem ser quebrados, ou deixados de lado, e quando eles são irrefutaveis. Ensinar o sim e o não. Mostrar que carinho não é sinonimo de fazer tudo o que se quer. Que amar alguem é sim ser responsavel, e ser responsavel muitas vezes e negando a criança o que ela pede, quando ela pede. E os avos estão la, na visitas, nos fins de semana, nos domingos, pra mostrar que existem os dias, os momentos, que podemos deixar de lado essa rotina, essas regras, e apenas curtir o momento.
Tenho traumas serissimos da minha infancia. Acredito piamente que meus pais não faziam as coisas que fizeram, e eu considero erradas, por mal. Inclusive, tenho certeza disso, que eles não acreditam de fato que muiitas dessas coisas, sejam ruins ou responsaveis por muitos comportamentos que tenho ainda hoje, e me atrapalham e eles desgostam! Sei disso pois eles agem com a Rebeca exatamente do mesmo jeito.
E sabem de uma coisa? Isso é otimo!!!
Meus pais são pessoas fantasticas, unicas, com um coração enorme mesmo que as vezes eles mesmo o neguem, e tentem agir diferente. São carinhosos, cada qual a seu jeito, mesmo sendo geniosos.São dedicados e divertidos, e curtem muito muito cada nova descoberta. Eles me permitiram muitas coisas e me deram uma educação, que querendo ou não, me fez ser quem sou hoje, e acreditar nas coisas que acredito.
E eu sou uma pessoa maravilhosa! Com um coração enorme, muito muito amor pra dar, sem preconceitos, e muito inteligente, bem educada e com capacidade de discernimento tão alta que sou a primeira a perceber quando estou em crise e preciso de ajuda.
Não tenho medo de pedir ajuda. Sei que existe momento de ser orgulhoso, e o momento em que o orgulho é o unico empecilho para o sucesso.
De uma forma ou outra, e talvez ate sem querer, foram meus pais que me tornaram essa pessoa que sou e amo ser. Então acho otimo que eles ajam com a Rebeca como agiram comigo. Pois assim sei que ela terá a chance de ser uma pessoa tão boa e com todas as qualidades que gosto tanto em mim.
Mas morar com eles também significa dar a ela todos os lados ruins da minha criação tambem.
Mas morar com eles também significa dar a ela todos os lados ruins da minha criação tambem.
Quero que eles sejam essas pessoas otimas. e por isso, eu posso ser eu mesma, e fazer o que eu acredito, e inclusive errar fazendo isso. Pois sei que eles estarão la para ser pra ela ate mais do que foram pra mim. e eu serei pra ela tudo o que eles são, e mais.
Ela ja sabe que meus pais não fazem ela dormir. Que chorar e brigar faz com que eles a peguem no colo e deem ou devolvam a ela o que ela quer. E eu quero, inclusive, incentivar isso, por um lado. E confuso pra mim, e se e confuso pra mim significa 2 coisas pra Rebeca: confusão e oportunidade.
Eu vejo, todos os dias, como e mais facil fazer o que ela quer, dar o que ela pede. Mas e bem isso, e mais facil. Não e, nem de perto, o melhor. So que agora ela esta testando o mecanismo da birra, da manha. Ela não tem toda aquela malicia, não. No caso dela e pura ciencia, ação e reação, testes e mais teste de condicionamento. Ah, e sem esse pensamento critico, claro. Tem apenas a ver com repetição de um comportamento que funciona para se alcançar determinado objetivo, e as diversas aplicações que poder ter.
Agora vejam a cena:
São 19h45, estou dando jantar pra Rebeca. Faço isso da forma mais errada e mais facil possivel - em frente a tv. Ela come a sopinha com facilidade pois alem da tv e um sabor que ela gosta. A comida na frente da tv foi uma briga que perdi, assim como as sopinhas prontas e sem pedaços. Minha mãe precisava de uma tecnica que ela poderia dar comida pra Rebeca sem que a bebe fizesse muita onda e desse muito trabalho. Minha mãe não e o exemplo de paciencia, mas o historico familiar deixo pra outro post.
20h ela termnou o jantar. Meu pai fica com ela enquanto eu janto. Minha cabeça doi muito, meu corpo tambem, e o cansaço e enorme. Janto, descanço por 10 minutos, e volto. 20h30, acaba o desenho que a Rebeca gosta, hora de dormir, e ela sabe disso.
Ai, minha mãe que é quem da banho nela de dia de semana, acha que ela não esta com sono e devemos esperar mais tempo de digestão. Eu, no estado que estava, aceito. Mas, 10 minutos depois ela coça os olhos e boceja. Otimo, banho! chamo minha mae, que fica com ela no colo enquanto conversamos.
Então, estendo os braços pra pega-la de volta, dizendo "vamos tomar banho!" Ela se vira abraça minha mãe, faz cara de coitadinha, e espera que deixem ela ali, acordada, brincando. olha pra mim safadamente e faz gracinhas. E cada vez que tento pega-la ela gruda na minha mãe, choraminga, faz aquela cara irresistivel dos bebes quando choram, e minha mãe que diz "Di, ela não quer dormir.... deixa ela!"
Ainda não cedi. Mas logo logo a Beca vai se aproximar da gente com isso, e usar essa diferença de opinião contra nos. Então... Hora de dar no pé.
Por que 21h e hora de dormir. Mas na casa da vovó pode!
bjs, bom fim de semana!
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
PERSEVERANÇA = Resposta a pergunta do comentario no post "quando eu decidi que ia ser mãe"
Me foi feita uma pergunta nos comentarios do post "quando eu decidi que queria ser mãe" que eu achei importante responder assim, em aberto.
A pergunta foi, se entendi coretamente, como seria uma gravidez e uma mãe bipolar com um historico ruim antes disso.
Eu gosto muito de responder questões contando historias minhas primeiro.
Eu acredito que o que originou a questão na verdade é a duvida: "devo confiar emminha namorada, que em um momento de crise decidiu jogar tudo para o alto e sair para gerar e criar meus filhos?" "devo confiar"?
Eutenho, particularmente, sofrido muito por causa dessa questão que a bipolaridade agrega a confiança. Tenho certeza que deve ser muito muito dificil confiar em alguém aparentemente não teve dificuldades em mudar de ideia e largar tudo de uma hora pra outra. AH, e sem uma explicação boa, lembrando.
Eu tenho que lidar, todos os meus dias, com a desconfiança dos outros em mim, e a minha propria.
Em uma discussão recente com minha mãe, tentando enteder onde foi que eu errei que originou a falta de confiança que meus pais tem hoje em mim, ao ser questionada, a resposta da minha mãe me chocou:
" Você desistiu da natação. Você desistiu de tudo que começou. Você não termina as coisas, como eu posso confiar em você pra fazer algo? Nâo sei se isso tem a ver com a sua bipolaridade, mas se você tem culpa de alguma coisa para que não confie em você foi de ter nascido assim."
Esse post, inclusive, sobre quando eu decidi ser mãe, foi feito no mesmo dia em que essa discussão ocorreu e eu recebi essa resposta.
Eu passei o dia inteiro me perguntando se ela tinha razão, se de fato eu nunca tinha levado a cabo nenhuma das minhas decisões. Passei o dia me sentindo um lixo, completamente irresponsavel, e duvidando de mim mesma.
O incidente da natação ocorreu quando eu tinha 7 anos se não me engano. É...
Me chocou o fato de que a primeira coisa que passou na cabeça da minha mãe para demonstrar a minha falta de confiabilidade foi algo que eu fiz aos sete anos de idade.
Não que fosse mentira, veja bem. Mas, deve ser considerado todo o quadro ai, então vou tentar colocar aqui mais ou menos as coisas que foram passando pela minha cabeça:
- eu larguei a natação. Eu fiz isso por que o professor insensivel e louco que estava subtituindo minha professora regular, que estava em licença maternidade, na aula anterior a minha decisão, afundou minha cabeça na agua involuntariamente, acreditando que eu estava sendo "sabidinha" desobedecendo as instruções dele. Meus pais não acreditaram em mim quando contei, acharam que era um exagero, e chegaram a conclusão que eu inventei essa historia pois estava chateada com a minha professora por ela não estar dando as aulas. Eles acreditam na versão deles ate hoje.
- Eu larguei as aulas de piano. Meus pais nunca souberam o por que. Eu mesma não lembro bem o motivo exato, sei que estava sendo criticada pelo professor. Lembro que tinha uma professora boa, rigida, mas simpatica, de uma forma dela. Por algum motivo que eu não sei qual foi ela deixou de me dar as aulas e ele passou a faze-lo. Durante 2 aulas ele deixou de fazer isso, me dando apenas alguns exercicios para praticar enquanto ele dava aulas a outras pessoas. e uma ou outra vez vinha ver se eu estava me saidno bem. Teve uma vez que ele voltou apneas quando terminou a aula, me ouviu tocar uma unica vez e me dispensou. Depois desse dia eu não voltei mais.
- O Teatro eu nem posso falar nada, mal quis entrar, mas não lembro de ter sido algo que eu larguei, e sim que o grupo, pequeno, que fazia comigo se dispersou e simplesmente acabou.
- Na quinta serie meus pais me trocaram de escola. Fiz diversos vestibulinhos para diversas hiper escolas de São Paulo, mas acabei indo para a mesma que a minha irmã, pois eu estava insegura. Meus pais chegaram a ser chamados na escola devido ao tema das minhas redações no vestibulinhos. Eles davam risda da minha imaginação. Me pergunto o que um terapeuta diria sobre uma criança de 10 anos que escrevia as mesmas coisas que eu...
- Larguei a escola na 7 serie apos 2 anos de total solidão escolar e meio ano de total e completa revolta. Episodios classicissimos de depressão e mania começaram ai.
- demorei 2 anos para terminar o ensino fundamental a partir dai, pulando de uma escola a outra, e fui terminar o colegial anos depois, fazendo supletivo. Foi quando EU decidi que queria fazer isso.
-Entrei na faculdade 6 vezes, não terminei nehuma. Estou falando aqui de USP e afins e UNIPS e afins tb.
- Eu soi fui ser diagnosticada de verdade e iniciar um tratamento depois disso tudo. E foi quando eu decidi ser mãe. Depois que eu pensei nisso, gostei da ideia, vi o quanto era algo que eu queria eu:
- mantive o tratamento para bipolaridade, sem parar ate a gravidez, e o retomei da melhor forma possivel depois da mesma. Ele consiste pra mim em terapia e medicamentos combinados a boas noites de sono. EU fiquei bem, considerada estavel, fazendo isso, por mais de 2 anos.
- Eu conversei com a minha medica sobre o meu desejo de ter filhos para entender qual era a linha que seguiriamos e o que eu teria que fazer e quando eu poderia me considerar pronta para isso.
- Eu refiz uma gastroplastia que eu tinha no intuito de perder peso suficiente e minimizar os riscos de uma pre-eclampsia.
- Eu demorei 5 anos entre o decidir ter filhos e o de fato tentar fazer com que isso se concretizasse, me cuidando, me preparando fisica e psicologicamente.
- voltei a estudar. Tentei, arduamente, voltar trabalhar diversas vezes.
- não desisiti em momento algum, e tentei fazer as coisas da forma mais responsavel possivel.
- quando a situação mudou de figura, minha situação financeira mudou, ou mostrava claramente que ia mudar muito, e eu teria que me dedicar a um trabalho por muito tempo, eu estava disposta a esperar mais tempo e me dedicar a uma coisa de cada vez para que pudesse fazer tudo com a maior segurança possivel.
- meu ultimo desafio pessoal, parar de fumar, aconteceu junto com o nascimento da Rebeca.
Isso foi possivel por que eu sabia o que eu tinha, sabia como tratar, confiava nas pessoas responsaveis por fazer isso, e sabia o que eu queria e que, com isso, eu não poderia voltar atras.
Eu tive que ter uma coragem muito grande de decidir que eu não mudaria mais de ideia.
Mas, ca entre nós? Eu acho que todos que decidem voluntariamente ter um filho, de forma planejada, tem que fazer isso. Se preparar, pensar no que querem e não querem, e no que estão dispostos a abrir mão ou não. Pra saber como irão criar seus filhos. E, quando pensarem nisso, questionarem se, ao encontrarem antes de ter filhos, um casal, uma pessoa, que age como eles estão pensando, qual seria o seu julgamento?
Aquele post que fiz diz sim o que pensei, o que eu decidi. Como foi esse processo dentro de mim.
A tragetoria que contei acima foi o processo externo que originou apenas esse post.
Nunca me foi questionado o por que de eu ter desistido de todas as coisas que desisti ao longo da minha vida, mas muito menos, o por que de algumas poucas eu ter levado ate o fim. O segredo, muitas vezes, esta no sentimento que as iniciou, no motivou pelo qual eu iniciei cada uma delas.
Eu não tenho a confiança das pessoas a minha volta que me conheceram antes de eu fazer um tratamento correto. Mas eu tenho total e completa confiança de quem me conhece de verdade, por inteiro, e de quem realemtne importa, por que é por quem eu fiz e continuo fazendo tudo isso.
MInha filha não tem motivos para duvidar de mim. Eu não dei isso a ela. Espero nunca ter que dar. Por ela, eu lutei durante 7 anos atras do mesmo objetivo.
Eu não deixei de ter uma doença que eu tenho que controlar com medicamentos e terapia para o resto da minha vida. Eu não fui curada. Eu consegui algo ainda melhor do que isso.
Eu tenho algo para me lembrar todos os dias que eu posso confiar em mim mesma, por que eu sou capaz sim de fazer todo o processo, e seguir todo o caminho, e me comprometer com algo para a vida toda. Sou capaz de tomar a decisão de que, para ter o que eu quero eu vou fazer o que for necessario, esperar quanto tempo for necessario. Vou me comprometer comigo e com a minha saude, pois isso faz parte do se comprometer com o outro.
E eu sabia, no dia que eu estive disposta a fazer tudo isso, que eu era confiavel para ter filhos.
Então... Se você não confia nela para isso, amigo, a pergunta é: por que? Se a desconfiança existe por causa de uma doença, uma doença pode ser tratada e controlada. Agora, o que de fato ela teria que fazer para ter a sua confiança de volta? Se ela fizesse um tratamento ininterruptamente, desse uma pausa durante uma gestação e logo depois voltasse, você confiaria nela? O que você esta disposto?
Confiança é algo que vem dos dois lados, sempre. Se você não der a chance de verdade, se você não estiver disposto a fazer tudo ou mais que ela teria que fazer e passar, então, sera que você esta de fato disposto a voltar a confiar nela?
Tem um filme fantastico sobre isso que eu acho que vale a pena ver:
Amor alem da vida, com o Robin Willians.
BOm espero ter conseguido responder, ajudar, enfim... OU pelo menos elucidar um pouco mais as coisas. Boa sorte, e boa noite a todos.
A pergunta foi, se entendi coretamente, como seria uma gravidez e uma mãe bipolar com um historico ruim antes disso.
Eu gosto muito de responder questões contando historias minhas primeiro.
Eu acredito que o que originou a questão na verdade é a duvida: "devo confiar emminha namorada, que em um momento de crise decidiu jogar tudo para o alto e sair para gerar e criar meus filhos?" "devo confiar"?
Eutenho, particularmente, sofrido muito por causa dessa questão que a bipolaridade agrega a confiança. Tenho certeza que deve ser muito muito dificil confiar em alguém aparentemente não teve dificuldades em mudar de ideia e largar tudo de uma hora pra outra. AH, e sem uma explicação boa, lembrando.
Eu tenho que lidar, todos os meus dias, com a desconfiança dos outros em mim, e a minha propria.
Em uma discussão recente com minha mãe, tentando enteder onde foi que eu errei que originou a falta de confiança que meus pais tem hoje em mim, ao ser questionada, a resposta da minha mãe me chocou:
" Você desistiu da natação. Você desistiu de tudo que começou. Você não termina as coisas, como eu posso confiar em você pra fazer algo? Nâo sei se isso tem a ver com a sua bipolaridade, mas se você tem culpa de alguma coisa para que não confie em você foi de ter nascido assim."
Esse post, inclusive, sobre quando eu decidi ser mãe, foi feito no mesmo dia em que essa discussão ocorreu e eu recebi essa resposta.
Eu passei o dia inteiro me perguntando se ela tinha razão, se de fato eu nunca tinha levado a cabo nenhuma das minhas decisões. Passei o dia me sentindo um lixo, completamente irresponsavel, e duvidando de mim mesma.
O incidente da natação ocorreu quando eu tinha 7 anos se não me engano. É...
Me chocou o fato de que a primeira coisa que passou na cabeça da minha mãe para demonstrar a minha falta de confiabilidade foi algo que eu fiz aos sete anos de idade.
Não que fosse mentira, veja bem. Mas, deve ser considerado todo o quadro ai, então vou tentar colocar aqui mais ou menos as coisas que foram passando pela minha cabeça:
- eu larguei a natação. Eu fiz isso por que o professor insensivel e louco que estava subtituindo minha professora regular, que estava em licença maternidade, na aula anterior a minha decisão, afundou minha cabeça na agua involuntariamente, acreditando que eu estava sendo "sabidinha" desobedecendo as instruções dele. Meus pais não acreditaram em mim quando contei, acharam que era um exagero, e chegaram a conclusão que eu inventei essa historia pois estava chateada com a minha professora por ela não estar dando as aulas. Eles acreditam na versão deles ate hoje.
- Eu larguei as aulas de piano. Meus pais nunca souberam o por que. Eu mesma não lembro bem o motivo exato, sei que estava sendo criticada pelo professor. Lembro que tinha uma professora boa, rigida, mas simpatica, de uma forma dela. Por algum motivo que eu não sei qual foi ela deixou de me dar as aulas e ele passou a faze-lo. Durante 2 aulas ele deixou de fazer isso, me dando apenas alguns exercicios para praticar enquanto ele dava aulas a outras pessoas. e uma ou outra vez vinha ver se eu estava me saidno bem. Teve uma vez que ele voltou apneas quando terminou a aula, me ouviu tocar uma unica vez e me dispensou. Depois desse dia eu não voltei mais.
- O Teatro eu nem posso falar nada, mal quis entrar, mas não lembro de ter sido algo que eu larguei, e sim que o grupo, pequeno, que fazia comigo se dispersou e simplesmente acabou.
- Na quinta serie meus pais me trocaram de escola. Fiz diversos vestibulinhos para diversas hiper escolas de São Paulo, mas acabei indo para a mesma que a minha irmã, pois eu estava insegura. Meus pais chegaram a ser chamados na escola devido ao tema das minhas redações no vestibulinhos. Eles davam risda da minha imaginação. Me pergunto o que um terapeuta diria sobre uma criança de 10 anos que escrevia as mesmas coisas que eu...
- Larguei a escola na 7 serie apos 2 anos de total solidão escolar e meio ano de total e completa revolta. Episodios classicissimos de depressão e mania começaram ai.
- demorei 2 anos para terminar o ensino fundamental a partir dai, pulando de uma escola a outra, e fui terminar o colegial anos depois, fazendo supletivo. Foi quando EU decidi que queria fazer isso.
-Entrei na faculdade 6 vezes, não terminei nehuma. Estou falando aqui de USP e afins e UNIPS e afins tb.
- Eu soi fui ser diagnosticada de verdade e iniciar um tratamento depois disso tudo. E foi quando eu decidi ser mãe. Depois que eu pensei nisso, gostei da ideia, vi o quanto era algo que eu queria eu:
- mantive o tratamento para bipolaridade, sem parar ate a gravidez, e o retomei da melhor forma possivel depois da mesma. Ele consiste pra mim em terapia e medicamentos combinados a boas noites de sono. EU fiquei bem, considerada estavel, fazendo isso, por mais de 2 anos.
- Eu conversei com a minha medica sobre o meu desejo de ter filhos para entender qual era a linha que seguiriamos e o que eu teria que fazer e quando eu poderia me considerar pronta para isso.
- Eu refiz uma gastroplastia que eu tinha no intuito de perder peso suficiente e minimizar os riscos de uma pre-eclampsia.
- Eu demorei 5 anos entre o decidir ter filhos e o de fato tentar fazer com que isso se concretizasse, me cuidando, me preparando fisica e psicologicamente.
- voltei a estudar. Tentei, arduamente, voltar trabalhar diversas vezes.
- não desisiti em momento algum, e tentei fazer as coisas da forma mais responsavel possivel.
- quando a situação mudou de figura, minha situação financeira mudou, ou mostrava claramente que ia mudar muito, e eu teria que me dedicar a um trabalho por muito tempo, eu estava disposta a esperar mais tempo e me dedicar a uma coisa de cada vez para que pudesse fazer tudo com a maior segurança possivel.
- meu ultimo desafio pessoal, parar de fumar, aconteceu junto com o nascimento da Rebeca.
Isso foi possivel por que eu sabia o que eu tinha, sabia como tratar, confiava nas pessoas responsaveis por fazer isso, e sabia o que eu queria e que, com isso, eu não poderia voltar atras.
Eu tive que ter uma coragem muito grande de decidir que eu não mudaria mais de ideia.
Mas, ca entre nós? Eu acho que todos que decidem voluntariamente ter um filho, de forma planejada, tem que fazer isso. Se preparar, pensar no que querem e não querem, e no que estão dispostos a abrir mão ou não. Pra saber como irão criar seus filhos. E, quando pensarem nisso, questionarem se, ao encontrarem antes de ter filhos, um casal, uma pessoa, que age como eles estão pensando, qual seria o seu julgamento?
Aquele post que fiz diz sim o que pensei, o que eu decidi. Como foi esse processo dentro de mim.
A tragetoria que contei acima foi o processo externo que originou apenas esse post.
Nunca me foi questionado o por que de eu ter desistido de todas as coisas que desisti ao longo da minha vida, mas muito menos, o por que de algumas poucas eu ter levado ate o fim. O segredo, muitas vezes, esta no sentimento que as iniciou, no motivou pelo qual eu iniciei cada uma delas.
Eu não tenho a confiança das pessoas a minha volta que me conheceram antes de eu fazer um tratamento correto. Mas eu tenho total e completa confiança de quem me conhece de verdade, por inteiro, e de quem realemtne importa, por que é por quem eu fiz e continuo fazendo tudo isso.
MInha filha não tem motivos para duvidar de mim. Eu não dei isso a ela. Espero nunca ter que dar. Por ela, eu lutei durante 7 anos atras do mesmo objetivo.
Eu não deixei de ter uma doença que eu tenho que controlar com medicamentos e terapia para o resto da minha vida. Eu não fui curada. Eu consegui algo ainda melhor do que isso.
Eu tenho algo para me lembrar todos os dias que eu posso confiar em mim mesma, por que eu sou capaz sim de fazer todo o processo, e seguir todo o caminho, e me comprometer com algo para a vida toda. Sou capaz de tomar a decisão de que, para ter o que eu quero eu vou fazer o que for necessario, esperar quanto tempo for necessario. Vou me comprometer comigo e com a minha saude, pois isso faz parte do se comprometer com o outro.
E eu sabia, no dia que eu estive disposta a fazer tudo isso, que eu era confiavel para ter filhos.
Então... Se você não confia nela para isso, amigo, a pergunta é: por que? Se a desconfiança existe por causa de uma doença, uma doença pode ser tratada e controlada. Agora, o que de fato ela teria que fazer para ter a sua confiança de volta? Se ela fizesse um tratamento ininterruptamente, desse uma pausa durante uma gestação e logo depois voltasse, você confiaria nela? O que você esta disposto?
Confiança é algo que vem dos dois lados, sempre. Se você não der a chance de verdade, se você não estiver disposto a fazer tudo ou mais que ela teria que fazer e passar, então, sera que você esta de fato disposto a voltar a confiar nela?
Tem um filme fantastico sobre isso que eu acho que vale a pena ver:
Amor alem da vida, com o Robin Willians.
BOm espero ter conseguido responder, ajudar, enfim... OU pelo menos elucidar um pouco mais as coisas. Boa sorte, e boa noite a todos.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
o 1° Dia das mães
Ainda não estou bem. Fui no PS ontem e a medica inicialmente pensou em intoxicação aliementar. Fiquei tomando soro com buscopan, dramin e glicose por umas 3h, meio que a pedido meu por que sinto muita dor com o soro então pedi que deizassem ele lento que incomoda menos. Na hora de fazer o retorno, otro edico, que ai me explicou que na verdade não tem como ter certeza se o que eu tenho e intoxicação aliemntar ou virose, anão ser pelo tempo que demorar pra passar. Se em 5 dias de quando começou eu estiver completamente bem, era intoxicação alimentar, senão é uma virose, e ai podem demorar ate 2 semanas. Aff!
A Beca no entanto ja esta melhor, parou de ter febre na sexta, mas ainda estava meio desanimada ate ontem. Hoje ja pareceu mais ativa, pelo menos comigo. É interessante ver que quando ela não esta muito bem também se apega muito mais a mim, e não fica tão receptiva aos outros, não da tantos sorrisos, o que é de costume dela. Sorrisos e brincadeiras, no meu colo e comigo do lado, sim, mas so com os outros? Nã... Muito menos. Ah, e muita manha. Muita mesmo! Ela que nunca foi de chorar nem de gritar, nossa, ta ficando perita! E a tendencia é atender o que ela quer de primeira, é um auto controle bem grande não atender a chantagem e mais ainda manter a calma pra descobrir se é manha ou se de fato tem algo incomodando. Muitas vezes é sono, por que como ela ficou fraquinha esses dias, ta mais sonolenta,e dormiu muito mal.
Alias, ela parece estar tendo pesadelos. As vezes chora dormindo, reclama batante, e fala. Tive a notoda impressão uma vez que ela reclamou comigo quando fui move-la no colo para coloca-la no berço. Com carinha de brava a e tudo... rs vai saber. Mas o fato e que o sono dela esta mais dificil.
Ela tem tido um pouco mais de colica também, então estou volyando a dar luftal com mais frequencia.
Hoje quem ficou doente foi o Taz. Alias, ele ainda esta bem mal. Ele sente muita dor, constantemente, por causa da pedra nos rins, que precisa fazer um exame, ainda a ser autorizado pelo convenio, pra ver se não esta presa no canal da uretra. Gente, fala serio, imagina a dor... Amanhã ele tem consulta no gastro pra decidir sobre a cirugia de retirada da vesicula, e acho que deve acabar experando o retorno do exame que o urologista pediu, ja que pega abdomen inteiro.
E ele esta deprimido; Assim, deprimido de verdade. E tudo isso junto torna nossa convivencia dificil, e a ente briga muito. As vezes de dar medo. Não sei como eu reagiria se não soubesse o que é sentir o que ele esta sentindo agora... E sei que passa. E tento falar isso pra ele...
Nosso dia das mães aqui em casa foi meio assim assim, por que afinal, estavamos doentinhos... Dormi ate mais tarde, uma maravilha, ajuda bastante. No entanto continuo sonada... POuco depois que levantei, o Taz saiu e foi comprar o meu presente, e fiquei em casa brincando com a Beca, que estava feliz e contante, falante, uma delicia. Meus pais haviam saido pra buscar minha irmã e voltaram antes do Taz.
Eles chegaram, tivemos um comprimento rapido, meu pai e minha irmã ficaram um pouco na sala comigo e com a Rebeca e achamos algumas musicas que meu pai queria ouvir no you tube. A Ultima,q ue minha irmã escolheu, pra não diozer que não falei das flores do geraldo vandre, tinha uma montagem com cenas da epoca da ditadura. Eu nunca tinha visto cenas de verdade daquela epoca... E tive a sensação que nós, minha geração, não temos ideia do que era aquilo. E nem do que é mobilização popular. Me emociona esse tipo de coisa, pensar que meus pais estavam la, que tenho uma amiga que o avo nunca foi encontrado depois de ser levado pela policia... Na epoca que eu e minha irmã nascemos meus pais pensavam que talvez devessem nos dar 2 certidões de nascimento, com nomes diferente,s no caso de algo dar errado e tudo voltar atras, e assim nos dar segurança de fuga. Olha como era o pensamento da epoca!
depois disso, o TAz chegou, ficou um pouco comigo, coloquei a Beca pra tirar um cochilo antes do almoço e minha irmã foi, de fato fdazer o almoço. Eu, trouxa, achei que estava melhor, e resolvi sair da dieta proposta pelo medico e comer comidinha normal, a macarronada com almondega a mim oferecida. Parecia tudo bem ate ali...
Ainda antes do almoço, o Taz veio e me deu meu presente, e eu ADOREI!!!! Uma batedeira!!!Pois é, quer coisa mais mãe que batedeira? rs Eu adoro cozinhar, sempre que quero fazer um bolo ou algo assim fico frustradissima por não ter uma batedeira pra fazer isso direito e apesar do gosto sempre ficar otimo, a massa nunca cresce direito, afinal, massa no liquidificador não fica tão aerada quanto de batedeira... E agora eu tenho uma!!! yei!!! rs Posso brincar de fazer minhas coisinhas, inclusive meu bolo de aniversário, ja que eu faço aninhos final do mes! :)
Almoço rolou sem grandes novidades, sem grandes papos... MInha irmã esta de mudança e basicamente o dia deles girou bastante em torno disso hoje.
E o fato é que percebi o quanto eu estou magoada e chateada com o pessoal aqui em casa. Era dia das mães e eu não conseguia ficar feliz, não conseguia achar legal de estar aqui. Eu queria algo meu, por que aqui parecia uma formalidade, algo que não era desejado, sei la... Minha mãe não gostar muito de comemorações é uma coisa, mas eu não insisitir, não comemorar com ela, por ela, foi estranho. Não gostei, não gosto de sentir isso. Tenho medo de continuar por aqui muito tempo e quando finalmente sair esse sentimento não passar.
Se eu me sentisse assim pra tudo e todos era uma coisa, mas e algo muito especifico. E não é algo que eu consiga conversar sobre para poder passar... Bom. Dificil.... Queria ter aproveitado muito muito mais esse dia!
Acho que vou me dar um novo dia das mães ao longo da semana... ;)
Até lá... Alguém quer um bolinho?? Minha especialidade atual é de beijinho...
A Beca no entanto ja esta melhor, parou de ter febre na sexta, mas ainda estava meio desanimada ate ontem. Hoje ja pareceu mais ativa, pelo menos comigo. É interessante ver que quando ela não esta muito bem também se apega muito mais a mim, e não fica tão receptiva aos outros, não da tantos sorrisos, o que é de costume dela. Sorrisos e brincadeiras, no meu colo e comigo do lado, sim, mas so com os outros? Nã... Muito menos. Ah, e muita manha. Muita mesmo! Ela que nunca foi de chorar nem de gritar, nossa, ta ficando perita! E a tendencia é atender o que ela quer de primeira, é um auto controle bem grande não atender a chantagem e mais ainda manter a calma pra descobrir se é manha ou se de fato tem algo incomodando. Muitas vezes é sono, por que como ela ficou fraquinha esses dias, ta mais sonolenta,e dormiu muito mal.
Alias, ela parece estar tendo pesadelos. As vezes chora dormindo, reclama batante, e fala. Tive a notoda impressão uma vez que ela reclamou comigo quando fui move-la no colo para coloca-la no berço. Com carinha de brava a e tudo... rs vai saber. Mas o fato e que o sono dela esta mais dificil.
Ela tem tido um pouco mais de colica também, então estou volyando a dar luftal com mais frequencia.
Hoje quem ficou doente foi o Taz. Alias, ele ainda esta bem mal. Ele sente muita dor, constantemente, por causa da pedra nos rins, que precisa fazer um exame, ainda a ser autorizado pelo convenio, pra ver se não esta presa no canal da uretra. Gente, fala serio, imagina a dor... Amanhã ele tem consulta no gastro pra decidir sobre a cirugia de retirada da vesicula, e acho que deve acabar experando o retorno do exame que o urologista pediu, ja que pega abdomen inteiro.
E ele esta deprimido; Assim, deprimido de verdade. E tudo isso junto torna nossa convivencia dificil, e a ente briga muito. As vezes de dar medo. Não sei como eu reagiria se não soubesse o que é sentir o que ele esta sentindo agora... E sei que passa. E tento falar isso pra ele...
Nosso dia das mães aqui em casa foi meio assim assim, por que afinal, estavamos doentinhos... Dormi ate mais tarde, uma maravilha, ajuda bastante. No entanto continuo sonada... POuco depois que levantei, o Taz saiu e foi comprar o meu presente, e fiquei em casa brincando com a Beca, que estava feliz e contante, falante, uma delicia. Meus pais haviam saido pra buscar minha irmã e voltaram antes do Taz.
Eles chegaram, tivemos um comprimento rapido, meu pai e minha irmã ficaram um pouco na sala comigo e com a Rebeca e achamos algumas musicas que meu pai queria ouvir no you tube. A Ultima,q ue minha irmã escolheu, pra não diozer que não falei das flores do geraldo vandre, tinha uma montagem com cenas da epoca da ditadura. Eu nunca tinha visto cenas de verdade daquela epoca... E tive a sensação que nós, minha geração, não temos ideia do que era aquilo. E nem do que é mobilização popular. Me emociona esse tipo de coisa, pensar que meus pais estavam la, que tenho uma amiga que o avo nunca foi encontrado depois de ser levado pela policia... Na epoca que eu e minha irmã nascemos meus pais pensavam que talvez devessem nos dar 2 certidões de nascimento, com nomes diferente,s no caso de algo dar errado e tudo voltar atras, e assim nos dar segurança de fuga. Olha como era o pensamento da epoca!
depois disso, o TAz chegou, ficou um pouco comigo, coloquei a Beca pra tirar um cochilo antes do almoço e minha irmã foi, de fato fdazer o almoço. Eu, trouxa, achei que estava melhor, e resolvi sair da dieta proposta pelo medico e comer comidinha normal, a macarronada com almondega a mim oferecida. Parecia tudo bem ate ali...
Ainda antes do almoço, o Taz veio e me deu meu presente, e eu ADOREI!!!! Uma batedeira!!!Pois é, quer coisa mais mãe que batedeira? rs Eu adoro cozinhar, sempre que quero fazer um bolo ou algo assim fico frustradissima por não ter uma batedeira pra fazer isso direito e apesar do gosto sempre ficar otimo, a massa nunca cresce direito, afinal, massa no liquidificador não fica tão aerada quanto de batedeira... E agora eu tenho uma!!! yei!!! rs Posso brincar de fazer minhas coisinhas, inclusive meu bolo de aniversário, ja que eu faço aninhos final do mes! :)
Almoço rolou sem grandes novidades, sem grandes papos... MInha irmã esta de mudança e basicamente o dia deles girou bastante em torno disso hoje.
E o fato é que percebi o quanto eu estou magoada e chateada com o pessoal aqui em casa. Era dia das mães e eu não conseguia ficar feliz, não conseguia achar legal de estar aqui. Eu queria algo meu, por que aqui parecia uma formalidade, algo que não era desejado, sei la... Minha mãe não gostar muito de comemorações é uma coisa, mas eu não insisitir, não comemorar com ela, por ela, foi estranho. Não gostei, não gosto de sentir isso. Tenho medo de continuar por aqui muito tempo e quando finalmente sair esse sentimento não passar.
Se eu me sentisse assim pra tudo e todos era uma coisa, mas e algo muito especifico. E não é algo que eu consiga conversar sobre para poder passar... Bom. Dificil.... Queria ter aproveitado muito muito mais esse dia!
Acho que vou me dar um novo dia das mães ao longo da semana... ;)
Até lá... Alguém quer um bolinho?? Minha especialidade atual é de beijinho...
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sábado, 8 de maio de 2010
Mãe
Eu pensei em colocar uma mensagem linda, extremamente significativa aqui hoje, por que afinal, na hora que eu finalmente colocasse o post no ar ja ia ter passado da meia noite e ja ia de fato ser dia das mães.
Mas, infelzimente, eu to doentinha, alguma virose ou intoxicação alimentar, não sei, mas to bem malzinha ainda.. E meio grogue por causa do remedio... Sendo assim, vou deixar a parte significativa pra um outro momento em que eu esteja melhor, e deixar aqui apenas:
FELIZ DIA DAS MÃES!!!
Um beijo atodas as mães, do peito, do sangue, do coração, dos sonhos. Que seja um dia especial a todas nós!
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