Não sei se é só comigo, mas eu tenho muita dificuldade de lidar com mudanças.
Apesar de ter um lado meu bem forte que gosta de ter as coisas em movimento, no fundo eu me sinto mais confortável e segura quando a vida é mais estável.
Apesar dos altos e baixos nos últimos anos, as coisas por aqui estavam relativamente estáveis. Não estavam boas, longe do ideal, mas ainda sim estaveis.
Esse ano essa estabilidade foi passear e deixou pra trás uma séria de dúvidas, medos e inseguranças. Levou consigo o tapete que escondia questões pessoais, e expôs sentimentos de inadequação, de tristeza, e tantos mais.
Passar por isso tem sido difícil mas insisto em achar que necessário. Não olhar para o que não está bom nos deixa fadados a inércia, e ai meu amor, quando o caldo entornar você não vai estar preparado pra lidar com as consequências.
Mas reagir ao invés de agir tem sido a constante da minha vida há anos, meio que desde que eu me conheço por gente. A regra sempre foi "deixa assim e depois a gente vê o que faz".
Preciso dizer que isso nunca deu muito certo né?
É claro que sempre existem imprevistos. Mas e possível passar por eles com mais calma se você puder se planejar para imprevistos de uma forma geral, mesmo sem prever aquele específico.
Eu acho.
Vou fazer um Jabá e falar que há anos sigo o @Vidaorganizada. Conheci o blog la no comecinho da minha própria vida de blogueira e acompanho desde então. E apesar de ter dificuldade pessoal de seguir muitas das dicas, existem aquelas que consegui trazer pra minha vida e realmente ajudaram muito.
Terminei de ler o primeiro livro da Thaís Godinho (você pode adquirir o mesmo em formato impresso ou digital nas livrarias) e sinto que isso tem me ajudado a dar um norte para esse momento de mudança que vivo hoje. Olhar um pouco mais claramente para o caminho a seguir, tentar descobrir meus objetivos.
Meu maior plano e o que eu de fato consegui seguir e alcançar meu objetivo foi ser mãe. Ele envolveu dedicação e compromisso desde a idealização e mantém-se assim ate hoje. Porque ser mãe é um projeto de vida, ele é permanente, ė possível ver onde ele começa sim, mas ele nunca termina. Ele se adapta.
Com minha terapeuta estou trabalhando trazer de volta essa determinação e tentar desvendar as travas que me impedem de levar isso as outras áreas da minha vida.
E com a ajuda do blog e do livro, esmiuçar meus sonhos e desenhar os passos para torná-los reais.
Essa semana tivemos que apagar o incêndio que surgiu no trabalho. Ainda é uma ação presente, isso continua acontecendo nesse exato momento. Aí a vontade é de tomar decisões impulsivas.
Estamos tentando ter calma. E deixar o fogo cessar, a poeira baixar, e aí sim olhar para tudo de forma objetiva.
Existe uma pergunta que já podemos nos fazer: O que queremos? Onde queremos chegar?
Depois planejamos como chegar lá.
Mas temos que saber responder essas perguntas primeiro.
Eu sei o que eu quero. Eu acho que sei o que eu quero.
E você?
Mostrando que não deve ser tão diferente ser mãe quando se é ou não bipolar, por que toda mãe tem o seu ladinho insano quando se trata de cuidar do filho. Esse blog tem o objetivo de narrar a experiencia de uma mãe que tem de enfrentar essa fase da vida com a duvida constante, o medo, de como, quando e quanto, sua bipolaridade pode afetar a vida de sua filha. Lidando com a linha tênue entre "normal" e "anormal"...
De mãe e louco todas temos um pouco
Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
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quarta-feira, 21 de novembro de 2018
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Blogagem coletiva - vinculo

4 de Janeiro de 2009, manhã. Programados para acordar cedo pois iriamos levar a Lulu ao Playcenter. Me vem a cabeça, quase como uma brincadeira, de que seria um bom dia para encomendar a irmãzinha dela.
dia 24 de Janeiro de 2009, noite. E a festa de aniversário do Taz, karaoke, amigos, eu e uma garrafa de tequila. A garrafa termina, mais da metade por minha causa. Me divirto, brinco muito. Na hora de dormir, tenho um sonho que me deixa preocupada: no sonho, estou gravida. E eu tinha bebido muito... Sem contar os remédios que tomo... Fico muito, muito preocupada.
Tenho o mesmo sonho em todos os dias que se seguem, ate dia 28, que seria a data que deveria vir minha menstruação. Tambem é o dia em que eu tinha consulta com o psicologo. Converso com ele sobre estar sonhando a 5 dias seguidos que estou gravida, e que apesar de estar creditando isso ao fato de que tinha desistido de tentar e a decisão de que esperaria mais 2 anos pra ter filhos. Ele resolve o meu problema de forma simples: faça o exame, afinal, pelo menos assim você tira isso da sua cabeça e não fica imaginando coisas.
Saio do consultorio do psicologo e vou direto para o laboratorio fazer o exame.
dia 29, pego o resultado: 16Mu (de um resultado que deveria dar menos de 1 ou mais de 25) Dou muita risada, eu sabia o que aquilo significava.
Refiz o exame mais 2 vezes ate alcançar um positivo alto o suficiente pra não ter margem de erro.
Refiz o exame mais 2 vezes ate alcançar um positivo alto o suficiente pra não ter margem de erro.
Durante a gravidez eu vivenciei sentimentos e lembranças minhas que pra muitos não fariam sentido. Minha forma de ver o mundo mudou, minhas necessidades mudaram. Em muitos pontos, eu voltei a quem e como eu era na minha infancia. Tudo isso pra poder entender e crescer, novamente, junto com a menininha que estava em meu ventre.
E eu tomei a iniciativa de prestar atenção, sempre, em tudo. No que eu gostava de comer, no que me enjoava, o que me fazia feliz ou triste. E tudo tem se mostrado igual, os gostos, os desgostos, a forma de agir e reagir.
Ela me mostra, desde o primeiro momento, como ela esta, o que sente, o que pensa. A mim, cabe apenas prestar atenção e me deixar levar.
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domingo, 6 de junho de 2010
Coisa de mãe
To aqui, postando, as 7h30 da manhã, depois de colocar a Rebeca de volta no berço. E foi daquelas coisas que quem não é ãe acha que é besteira, e que é e não sente fica ate com invejinha, as vezes.
Eu, achava que era mentira essas coisas de "mãe sente o que o filho sente" e tudo o mais. Achava a ideia fantastica e possivel, sem duvida, mas não acreditava muito não. Acho que por medo de eu msma não sentir essas coisas.
Sempre tive isso com minha mãe, muito, e um pouco coma minha irmã. Tem a ver com estar, ou ser capaz de entrar, em sintonia com o outro. Assim simples, de sentir o outro quando ele aparece do seu lado e se deixar levar. Não, isso não é legal na maioria das vezes. MAs sempre achei que com mãe e filho devia ser algo assim, e morria de medo de não ter isso com a Rebeca.
Percebi que tinha ja durante a gravidez. Eu e ela tinamos uma comunicação nossa, real. Quando eu começava a ficar nerovsa, com medo, meio neurotica que algo pdia estr erado com ela, quando ela ficava muito tempo sem se mexer por exemplo, eu conversava com ela, falava o que estava sentindo, e ela me dava um chute do tipo "relaxa, to bem".
E depois que ela nasceu, continuamos assim. As vezes eu to nervosa e sei que ela esta também so por minha causa, qe ela, não fosse por mim, estaria calminha e brincando como sempre. E vice versa também. Quando ela fica com sono e quer dormir, mesmo quando ela não sabe disso, eu fico num estado que mal consigo manter meus olhos abertos. E logo que ela dorme eu "dou uma acordada" por que o sono dela foi sanado.
Quando ela tem frio de noite, eu acordo com frio nãp importa quantas cobertas eu esteja, e fome idem.
E hoje foi um dia desses.
Foi a segunda vez que me aconteceu.
Eu dormindo, sonhando alguma coisa aleatoria, nem sei se agradavel ou não. O que sei é que, no meio do sonho, eu ouço ela me chamando:
- mamãe...mamãe...
Eu acordo, desnorteada, querendo saber se foi ou não um sonho mesmo. OLho pro relogio, são 6h30 da manhã, e a ultima mamadeira dela foi a meia noite. Espero pra ouvir alguma movimentação na baba eletronica e nada. Penso em voltar a dormir e esperar que ela acorde de verdade.
Ai eu ouço ela se mexendo e resmungando. E um resmungo caracteristico de "estou acordando mas ainda não consegui". E me bateu uma fome, muito grande, repentinamente.
Deixei minhas duvidas de lado, achei graça de ela ir me chamar no sonho pra falar que esta com fome, levantei, fiz a mamadeira e dei a ela. Agora ta la, dormindo, feliz, de barriga cheia. E eu aqui, meio boba, feliz também, de saber que quando minha filha precisa de mim ela me chama sim, e ja aprendeu a seguir meus conselhos: disse a ela que estaria com ela no mundo dos sonhos, e que se ela precisasse de mim era so me chamar. Não é que ela vem mesmo?
Um beijo e bom domingo pra voces!
Eu, achava que era mentira essas coisas de "mãe sente o que o filho sente" e tudo o mais. Achava a ideia fantastica e possivel, sem duvida, mas não acreditava muito não. Acho que por medo de eu msma não sentir essas coisas.
Sempre tive isso com minha mãe, muito, e um pouco coma minha irmã. Tem a ver com estar, ou ser capaz de entrar, em sintonia com o outro. Assim simples, de sentir o outro quando ele aparece do seu lado e se deixar levar. Não, isso não é legal na maioria das vezes. MAs sempre achei que com mãe e filho devia ser algo assim, e morria de medo de não ter isso com a Rebeca.
Percebi que tinha ja durante a gravidez. Eu e ela tinamos uma comunicação nossa, real. Quando eu começava a ficar nerovsa, com medo, meio neurotica que algo pdia estr erado com ela, quando ela ficava muito tempo sem se mexer por exemplo, eu conversava com ela, falava o que estava sentindo, e ela me dava um chute do tipo "relaxa, to bem".
E depois que ela nasceu, continuamos assim. As vezes eu to nervosa e sei que ela esta também so por minha causa, qe ela, não fosse por mim, estaria calminha e brincando como sempre. E vice versa também. Quando ela fica com sono e quer dormir, mesmo quando ela não sabe disso, eu fico num estado que mal consigo manter meus olhos abertos. E logo que ela dorme eu "dou uma acordada" por que o sono dela foi sanado.
Quando ela tem frio de noite, eu acordo com frio nãp importa quantas cobertas eu esteja, e fome idem.
E hoje foi um dia desses.
Foi a segunda vez que me aconteceu.
Eu dormindo, sonhando alguma coisa aleatoria, nem sei se agradavel ou não. O que sei é que, no meio do sonho, eu ouço ela me chamando:
- mamãe...mamãe...
Eu acordo, desnorteada, querendo saber se foi ou não um sonho mesmo. OLho pro relogio, são 6h30 da manhã, e a ultima mamadeira dela foi a meia noite. Espero pra ouvir alguma movimentação na baba eletronica e nada. Penso em voltar a dormir e esperar que ela acorde de verdade.
Ai eu ouço ela se mexendo e resmungando. E um resmungo caracteristico de "estou acordando mas ainda não consegui". E me bateu uma fome, muito grande, repentinamente.
Deixei minhas duvidas de lado, achei graça de ela ir me chamar no sonho pra falar que esta com fome, levantei, fiz a mamadeira e dei a ela. Agora ta la, dormindo, feliz, de barriga cheia. E eu aqui, meio boba, feliz também, de saber que quando minha filha precisa de mim ela me chama sim, e ja aprendeu a seguir meus conselhos: disse a ela que estaria com ela no mundo dos sonhos, e que se ela precisasse de mim era so me chamar. Não é que ela vem mesmo?
Um beijo e bom domingo pra voces!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Rapidinho...
Ai gente, acabei ficando com uma insoniazinha leve, mas ja to resolvendo-a. rs Maas, pra não perder totalmente esse horario, resolvi passar aqui rapidinho e contar a mais nova novidadinha da Beca:
- Ela faz carinho!!! rs Tãooo fofo!! Ela encosta a mãzinha no meu rosto e pasa com cuidado, super bonitinho! E descobriu que tenho cilios e sombrancelha,e fica facinada! hehehe muito engraçado, ai ela fica la, observando, fazendo carinho, tirando a curiosidade, e no meio disso, me lasca aquele beijo babado de nenem que não sabe fazer biquinho!!! Aii, que delicia!!
- ta tentando engatinhar. Vira e mexe de um lado a outro tentando chegar nas coisas, pegar. Fica de bruços, levanta o bumbum, as vezes consegue acertar as pernas o suficiente e fica de quatro, mas ainda ta aprimorando esse negocio de usar os joelhos de apoio.
- ainda esta tendo pesadelos, mas conversei com ela hoje, e parece que deu resultado. Conversei com ela ja dormindo, com o subcosnciente dela, dizendo que ela não tem que ter medo de nada, e nem se abalar com as coisas que a chateiam em casa, que esta tudo bem, que nos a amamos muito, nos amamos muito, e que ela é o resultado de um amor muito grande, de uma felicidade muito grande. Disse que ela é alegria, riso, sorriso, risada, carinho e segurança. E que isso é o que nos sentimos, e com isso ela pode dormir tranquila, pois tudo o que ela teme e desgosta não precisa existir no sonho. No sonho se algo ruim acontecer, ela so rpecisa pensar em nos, em mim e no Taz, montados no urso preferido dela, protetor e vigilante dos sonhos, que iremos ajuda-la e cuidar dela e mante-la segura, e leva-la conosco para ver as coisas legais e coloridas e lindas que existem nos sonhos. Como ela.
E esta la, dormindo. :)
- comer, agora, é segurando a comida, de preferencia. Então, na hora de dar as frutas, verduras, temos dado pra ela segurar e "comer sozinha" (fico segurando uma ponta). Banana, que ela desgostava de comer amassadinha, ela se diverte mordendo. A maça ela se complicou, pois morde pedaços grandes demais e acabou engasgando. Cenoura e uma iguaria! Tomate ela se diverte chupando o caldinho. Tudo muito legal de ver. :)
- Hoje a Beca compeltou 8 meses. Nossa... Ela é tão esperta, tão risonha, tão liinda, me derreto todo dia com ela... E esta crescendo! Ai, é uma novidade a cada dia, e eu super orgulhosa e babona a cada nova descoberta que ela faz.
As coisas estão se resolvendo aos poucos. Espero que tudo fique bem logo. To fechando os olhinhos agora, rs, depois volto com umas fotinhos e filminho! Boa noite!
- Ela faz carinho!!! rs Tãooo fofo!! Ela encosta a mãzinha no meu rosto e pasa com cuidado, super bonitinho! E descobriu que tenho cilios e sombrancelha,e fica facinada! hehehe muito engraçado, ai ela fica la, observando, fazendo carinho, tirando a curiosidade, e no meio disso, me lasca aquele beijo babado de nenem que não sabe fazer biquinho!!! Aii, que delicia!!
- ta tentando engatinhar. Vira e mexe de um lado a outro tentando chegar nas coisas, pegar. Fica de bruços, levanta o bumbum, as vezes consegue acertar as pernas o suficiente e fica de quatro, mas ainda ta aprimorando esse negocio de usar os joelhos de apoio.
- ainda esta tendo pesadelos, mas conversei com ela hoje, e parece que deu resultado. Conversei com ela ja dormindo, com o subcosnciente dela, dizendo que ela não tem que ter medo de nada, e nem se abalar com as coisas que a chateiam em casa, que esta tudo bem, que nos a amamos muito, nos amamos muito, e que ela é o resultado de um amor muito grande, de uma felicidade muito grande. Disse que ela é alegria, riso, sorriso, risada, carinho e segurança. E que isso é o que nos sentimos, e com isso ela pode dormir tranquila, pois tudo o que ela teme e desgosta não precisa existir no sonho. No sonho se algo ruim acontecer, ela so rpecisa pensar em nos, em mim e no Taz, montados no urso preferido dela, protetor e vigilante dos sonhos, que iremos ajuda-la e cuidar dela e mante-la segura, e leva-la conosco para ver as coisas legais e coloridas e lindas que existem nos sonhos. Como ela.
E esta la, dormindo. :)
- comer, agora, é segurando a comida, de preferencia. Então, na hora de dar as frutas, verduras, temos dado pra ela segurar e "comer sozinha" (fico segurando uma ponta). Banana, que ela desgostava de comer amassadinha, ela se diverte mordendo. A maça ela se complicou, pois morde pedaços grandes demais e acabou engasgando. Cenoura e uma iguaria! Tomate ela se diverte chupando o caldinho. Tudo muito legal de ver. :)
- Hoje a Beca compeltou 8 meses. Nossa... Ela é tão esperta, tão risonha, tão liinda, me derreto todo dia com ela... E esta crescendo! Ai, é uma novidade a cada dia, e eu super orgulhosa e babona a cada nova descoberta que ela faz.
As coisas estão se resolvendo aos poucos. Espero que tudo fique bem logo. To fechando os olhinhos agora, rs, depois volto com umas fotinhos e filminho! Boa noite!
domingo, 24 de janeiro de 2010
1 ano atrás....
Pois é gente, hoje, ou melhor, na noite de hoje pra amanhã, vai fazer um ano que a Rebeca se tornou algo presente na minha vida.
Na noite do dia 24 para 25 de Janeiro do ano passado nós saimos pra um karaoke para comemorar o aniversário do Taz. Nos divertmos muito, vimos muitas pessoas, e eu bebi mais de meia garrafa de tequila sozinha. Tava feliz da vida, me divertindo, sem me preocupar com nada a não ser com isso.
Ai, dormi e tive um sonho que me deixou "coma pulga atras da orelha". Sonhei que estava gravida. Mas não foi assim, um sonho qualquer, foi daqueles que você acorda se perguntando o que realmente é real, o sonho ou você acordado.
Tentei tirar da cabeça a ideia, afinal, eu tinha bebido horrores na noite anterior. Me convenci que era só um sonho.
Ai, na noite seguinte sonhei de novo.
e na seguinte de novo.
E na seguinte mais uma vez.
Eu ja estava ficando preocupada, por que achava que isso era pura neurose da minha cabeça pelo fato de que eu queria muito ter um filho, e havia decidido que na minha consulta com a ginecologista que estava marcada para o dia 14 de fevereiro, eu ia falar que ia esperar mais um pouco, mais uns 2 anos, ja que agora eu estava com um negocio proprio e precisaria me dedicar a ele...
Só que não parava de sonhar, e estava me perguntando se era possivel que eu realmente não tivesse engravidado, só por que eu tinha decidido deixar pra depois...
No dia 28 de Janeiro, dia que eu considerava limite para a minha mesntruação (30 dias estava dentro do meu normal, ao invez de 28) eu por acaso tinha horario com o psicologo.
Claro que contei pra ele toda a historia dos sonhos. E ele foi bem simples: não fique na duvida ue, se você acha que não esta gravida, ou que pode estar, faça o exame logo de uma vez e pronto, tra isso da sua cabeça.
Foi o que eu fiz. Sai de lá e fui direto para um laboratorio fazer o exame, assim, sem pedido medico mesmo. paguei descaradamente pela minha paz de espirito.
Na quinta feira, dia 29 de manhã, pego o resultado: 14 mu, o que é considerado não definido. Não definido! Ai eu comecei a dar risada. Só tinha um jeito de dar indefinido e, eu admito, fiquei feliz da vida com a possibilidade.
Mas, precisava repetir o exame, e lá fui eu, na sexta feira, fazer o exame de novo, mas ai eu passei num pronto socorro primeiro e peguei um pedido.
Resultado: 32 mu. positivo, mas dentro da margem de erro.
Mas era um positivo!
Liguei para a psiquiatra e contei a ela a historia. Ela disse para eu cortar os remedios pelo menos pela metade e na segunda feira fazer novo teste, ja que na terça eu tinha consulta com ela.
E la ia eu de novo fazer um exame de BHCG... Que dessa vez, na terça feira de manhã do dia 3 de fevereiro de 2009, olhei o resultado: 332mu! Positivissimo, sem mais nenhuma duvida!
Pulei de alegria, e a partir dai cortei toda a minha medicação.
E foi ai que eu entendi, ou comecei a entender, quão forte é a ligação entre mãe e filho. Por que, foi a 1 ano atrás que eu tive a primeira impressão da gravidez, não num atraso, não num enjoo, mas num sonho.
Um sonho que hoje esta aqui comigo.
E eu olho pra trás, 1 ano, e lembro disso, e simplesmente acredito que as coisas acontecem no seu tempo, quando tem que acontecer. E algo que me faz sentir tão bem, tão feliz, tão completa, com certeza é motivo suficiente pra eu fazer o meu melhor. Mesmo que as vezes isso seja apenas deixar o dia passar e cuidar de mim pra melhor poder cuidar dela.
Na noite do dia 24 para 25 de Janeiro do ano passado nós saimos pra um karaoke para comemorar o aniversário do Taz. Nos divertmos muito, vimos muitas pessoas, e eu bebi mais de meia garrafa de tequila sozinha. Tava feliz da vida, me divertindo, sem me preocupar com nada a não ser com isso.
Ai, dormi e tive um sonho que me deixou "coma pulga atras da orelha". Sonhei que estava gravida. Mas não foi assim, um sonho qualquer, foi daqueles que você acorda se perguntando o que realmente é real, o sonho ou você acordado.
Tentei tirar da cabeça a ideia, afinal, eu tinha bebido horrores na noite anterior. Me convenci que era só um sonho.
Ai, na noite seguinte sonhei de novo.
e na seguinte de novo.
E na seguinte mais uma vez.
Eu ja estava ficando preocupada, por que achava que isso era pura neurose da minha cabeça pelo fato de que eu queria muito ter um filho, e havia decidido que na minha consulta com a ginecologista que estava marcada para o dia 14 de fevereiro, eu ia falar que ia esperar mais um pouco, mais uns 2 anos, ja que agora eu estava com um negocio proprio e precisaria me dedicar a ele...
Só que não parava de sonhar, e estava me perguntando se era possivel que eu realmente não tivesse engravidado, só por que eu tinha decidido deixar pra depois...
No dia 28 de Janeiro, dia que eu considerava limite para a minha mesntruação (30 dias estava dentro do meu normal, ao invez de 28) eu por acaso tinha horario com o psicologo.
Claro que contei pra ele toda a historia dos sonhos. E ele foi bem simples: não fique na duvida ue, se você acha que não esta gravida, ou que pode estar, faça o exame logo de uma vez e pronto, tra isso da sua cabeça.
Foi o que eu fiz. Sai de lá e fui direto para um laboratorio fazer o exame, assim, sem pedido medico mesmo. paguei descaradamente pela minha paz de espirito.
Na quinta feira, dia 29 de manhã, pego o resultado: 14 mu, o que é considerado não definido. Não definido! Ai eu comecei a dar risada. Só tinha um jeito de dar indefinido e, eu admito, fiquei feliz da vida com a possibilidade.
Mas, precisava repetir o exame, e lá fui eu, na sexta feira, fazer o exame de novo, mas ai eu passei num pronto socorro primeiro e peguei um pedido.
Resultado: 32 mu. positivo, mas dentro da margem de erro.
Mas era um positivo!
Liguei para a psiquiatra e contei a ela a historia. Ela disse para eu cortar os remedios pelo menos pela metade e na segunda feira fazer novo teste, ja que na terça eu tinha consulta com ela.
E la ia eu de novo fazer um exame de BHCG... Que dessa vez, na terça feira de manhã do dia 3 de fevereiro de 2009, olhei o resultado: 332mu! Positivissimo, sem mais nenhuma duvida!
Pulei de alegria, e a partir dai cortei toda a minha medicação.
E foi ai que eu entendi, ou comecei a entender, quão forte é a ligação entre mãe e filho. Por que, foi a 1 ano atrás que eu tive a primeira impressão da gravidez, não num atraso, não num enjoo, mas num sonho.
Um sonho que hoje esta aqui comigo.
E eu olho pra trás, 1 ano, e lembro disso, e simplesmente acredito que as coisas acontecem no seu tempo, quando tem que acontecer. E algo que me faz sentir tão bem, tão feliz, tão completa, com certeza é motivo suficiente pra eu fazer o meu melhor. Mesmo que as vezes isso seja apenas deixar o dia passar e cuidar de mim pra melhor poder cuidar dela.
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