De mãe e louco todas temos um pouco

Sejam bem vindos ao cantinho aconchegante que reservei para essa conversa. Espero que esses relatos possam de alguma forma ajudar aqueles que tem duvidas, receios, e as vezes até mesmo culpa por não serem perfeitos como gostariamos de ser para nossos filhos, que ja estão aqui, ou estão por vir.
Essa é minha forma de compartilhar essa experiencia fantastica que tem sido me tornar mãe, inclusive pelas dificuldades que passei, passo e com certeza irei continuar passando por ser Bipolar. E o quanto nos tornamos mais fortes a cada dia, a cada queda, como essa pessoinha que chegou me mostra a cada dia que passa.
A todos uma boa sorte, uma boa leitura, e uma vida fantastica como tem sido a minha, desde o começo e cada vez mais agora!
Mostrando postagens com marcador taz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador taz. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de agosto de 2011

Pra não falar que não falei das flores - dia dos pais

Hoje é dia dos pais, e eu não podia fechar o dia sem falar dele: meu marido, pai da minha filha!

Ontem foi especial de dia dos pais na escolinha da Rebeca e as professoras, tias, coordenadora, enfim, toda a mulherada que trabalha la ficou impressionada em como ele é animado e participativo! "Puxa, ele é animado, não? Participa das brincadeiras na boa, corre com a Rebeca de um lado pro outro, faz pose pras fotos..." vinham elas me dizer enquanto eu esperava, na porta. Sim, na porta. As mães não podiam entrar e participar da festinha, era o dia dos pais!

Apesar de ter sido pega de surpresa (vamos concordar que entre ficar na porta esperando e ficar em casa e dormir ate mais tarde eu ficava com a segunda opção?) foi legal ter ido, conversado com outras mães que pipocavam na entrada, e com as professoras. E mais que isso, ouvir, meio sem querer, a reafirmação de que sim, eu escolhi um paizão pra minha moça.

A vida do Taz como pai não começou facil. Isso por que ela começou a 15 anos atras, quando ele ainda estava com 20 anos, casado com a primeira esposa, e provavelmente se deparou pela primeira vez com a depressão pos parto.

Eu nunca vou saber exatamente como foi, mas foi bem nessa epoca que nos conhecemos. Nos encontramos na finada loja de RPG Forbiden Planet e ele me contou feliz, orgulhoso, mostrando uma foto, que sua filha tinha nascido por aqueles dias.

Poucos meses depois ele se via desempregado, com muitas contas pra pagar, sem animo, sem energia, e com brigas interminaveis em casa. Conta que acavam sempre daquele jeito ruim, onde ficamos jogando na cara do outro os erros do passado. E que um dia, no meio dessas brigas, cansado e com raiva, ele sentiu vontade de bater em sua mulher. Foi rapido, quase incontrolavel. Doia ate nele. Mas o controle ainda veio e ele bateu na parede e não nela. Tinha acabado e isso era claro. Não existia mais o respeito, o amor. E com medo de sentir isso de novo e não ser capaz de se controlar, ele foi embora e não voltou mais.

Depois disso manter a proximidade da filha foi uma missão muito dificil. houveram muitas tentativas, as vezes dando certo, mas a maioria frsutrada. Ele tinha dificuldade em se manter em um emprego e por isso, de pagar a pensão devida. Assim, ele mesmo sentia que não tinha o direito de ver a menina, que crescia sem ele do lado.

Todo ano ele chorava no aniversario dela. Nas festas de fim de ano sempre faltava alguma coisa. E o dia dos pais era um  vazio que não tinha tamanho.

Alguns anos depois, eu e ele ja juntos ha bastante tempo, um emprego mais certo, ele finalmente finaliza o processo de divorcio. Determina uma pensão oficial. E faz um acordo com a ex esposa: quando a filha deles pedir por ele, para ve-lo, ela não iria dizer não. Mas que ele deveria ficar afastado. Esperando...

E foi o que ele fez. E ha 5 anos atras foi exatamente o que aconteceu - no dia dos pais, inclusive, ela quis ve-lo. E de la pra ca tem sido uma reaproximação constante.  A cada ano ela tem vindo passar mais e mais fins de semana conosco. No ultimo ano novo, ela estava aqui.

Com o nascimento da Rebeca o Taz tem tido uma nova chance. A chance de ser o pai que ele sempre foi, mas não tinha podido ser. E nos dias que a Lulu vem pra ca, a sensação e de que ai sim, nossa familia esta completa, e sei que é quando ele esta verdadeiramente feliz.

Então, quando ela ligou hoje pra desejar Feliz Dia dos Pais, foi ai, e so ai, que o dia dele começou e ele abriu um sorriso. E as comemorações que se seguiram vieram para completar o dia, como deve ser. Somando, sempre.

Uma homenagem a esse pai que sofre a culpa quase como uma mãe. Troca fraldas, da banho, comida, mamadeira, le historinhas, inventa outras, e se cansa de tanto brincar. Não por que quer ajudar, mas por que faz parte de quem ele é. E leva ao cinema, curte o filme, conhece as bandas e "ajuda" a burlar a dieta, e isso por que tambem faz parte dele. Somando, sempre, pra sermos cada dia mais uma familia mais completa e feliz!

Sanduiche de queijo, meu amor! Enquanto tivermos o principal, o resto se ajeita com o tempo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Das coisas que aqui acontecem

Fiquei muito muito feliz com a possibilidade de voltar a trabalhar.

Esse é um daqueles "dream jobs" (emprego dos sonhos) que a gente fica torcendo pra acontecer mas acha que são de mentira ou que so acontecem com outras pessoas, sabem?

Vou trabalhar em casa, meio periodo, no horario que a Rebeca estiver na escola. E a melhor parte, trabalhar com um projeto internacional que eu admiro muito!

Querem saber mais? Acessem UWC - www.uwc.org.br

Vou trabalhar como secretaria, ajudando a organizar arquivos, digitação de dados, atualização do site, entre outras atribuições. E ca entre nós? Se eles pedirem ajuda pra parte de eventos e provas de bolsa e tudo o mais, eu ajudo tambem, faço feliz, como uma vez ja preparei um almoço enorme pro grupo que estava fazendo as entrevistas do programa, alguns anos atras.

Pra ajudar, Rebeca esta indo super bem pra escolinha. As "tias" da escolinha me falaram, impressionadas, como ela voltou bem das ferias, muito melhor do que elas estavam esperando. Ja adaptada, desde o primeiro dia sai de casa me dando tchau, beijo e muito alegre. Chega la, as vezes entra direto e as vezes pede pela professora dela com quem pegou afinidade, mas não chora, fica o dia inteiro bem, brinca e faz as atividades, alem de lanchar sem apresentar dificuldades.

Por outro lado, o Taz anda trabalhando muito e tem estado bastante cansado, e isso tem atrapalhado nossos momentos de lazer. Durante o mes de julho ele cobriu as feriasd de uma colega do trabalho e pegou mais pesado, fazendo um horario ate as 22h da noite e tendo que enfrentar algumas das noites mais frias do ano. E pra ele, tem tem todas as ITES possiveis (rinitte, sinusite, brinquite, ite ite ite) e um martirio.

Ele continua com o tratamento pra depressão e esta bem melhor, desde que mantenha a dose do medicamento. Sinto que esta faltando o outro lado da moeda, a parte de terapia, pra poder resolver o problema de verdade, no seu amago. Ainda não discuti esse assunto com ele, mas não deve ser um problema, ja que hoje em dia o convenio cobre esses tratamentos especificos desde que recomendados por um medico do mesmo.

Alias, eu devia fazer terapia tambem, e estou enrolando. Pera isso eu precisaria voltar em um medico do convenio pra pedir a guia e eu fiquei com uma impressão tão ruim, mas tão ruim da minha tentativa no começo do ano, que deixo pra lá. Tenho estado bem, e agora com as coisas dando tão certo, a tendencia e melhorar ainda mais!

Estou empolgada e feliz, e aproveitando essa minha ultima semana sem trabalhar. Me sinto quase que com uma semana de ferias, é estranho! Ontem fiquei sem saber o que fazer com a Rebeca na escola a tarde toda e eu em casa. Hoje, ja aproveitei e dormi um pouco, e amanhã, nossa, quarta feira, vou ao cinema aproveitar uma meia entrada no meio da tarde!

Me sinto uma adolescente fazendo estripulias, hehe mas e bom. E Vai ser ainda melhor ocupar esse tempo com algo que vai me fazer sentir util e vai me ajudar de tantas maneiras... Não vejo a hora!

E pra você? Como foi voltar ao mercado de trabalho depois do baby? Ainda não voltou? Tem vontade? Me conta!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Amor em 13 versos

Ontem foi aniversario de namoro/casamento meu e do Taz. 13 anos juntos!

Digo namoro/casamento pois nos nunca nos casamos oficialmente, apenas nos juntamos. Mas nos juntamos assim, de imediato, ele vindo morar comgo na casa dos meus pais em poucos meses.

E quase nao comemoramos. Quase passou batido, engulido pela rotina e pelas obrigaçoes. MAs no fim, improvisei um jantar aqui em casa pra hora que ele chegou do trabalho e recebi de volta uma grande surpresa: um lindo vaso de flores, que agora esta a enfeitar minha cozinha, e essa carta que compartilho com voces:

Amor em 13 versos

Lucidez em palavras
Amigos andando juntos olhando o horizonte, escutando o pulsar das ondas que em algum lugar acaricia as rochas
De maos dadas, passos coordenados, assim como um casal deve ser
Sempre de maos dadas andando com um unico proposito, seguir adiante e nao olhar o que passou
por tristeza
mas por prazer
Minha linda maluca que me beija a nuca
minha linda princesa que me faz ter certezas
Minha mulher amiga que nao me deixa a mingua
que meu coraçao clama de tanta vontade
Meu mar turbulento que me manda a pico e me faz refem de suas redes cantando ao meu
Oh! Tempo que perde, sopra seus ventos em nossas velas
Minhas palavras se perdem nos ventos do pensamento, querendo encontrar porto nos seus braços
Mae de toda Terra geradora dos deuses que povoam meus sonhos,
gera meus pesadelos para nunca mais te-la
e acordar com o choro e ainda levar pro corpo o prazer do teu afago
amo-te assim como o tempo que ama escoar por frestas tao miudas mas assim emplacaveis e certeiras
amo-te o amor derradeiro que nao quer mais deleite apenas o ser minha magica companheira
aceita meus perdidos pensamentos que transformo em palavra para agradar meu coraçao
que esta em voce
E assim estou seguro em minha perdiçao
Amar em suas maos
amar sem nao ser mais a certeza
amar voce de todas as maneiras
Voce
Mae de toda terra... minha lucidez


E pra amar nè?

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Em 2020...

Eu moro em uma casa grande. Terrea. A casa tem 4 dormitorios, todos suites, e a rpincipal, a minha, tem uma hidromassagem redonda como a que tinha na casa dos meus tios quando eu era pequena.

A sala de entrada é espaçosa e tem bem poucas coisas, ela de fato e mais um hall... Temos uma sala de Tv/estar, uma cozinha bem grande, que eu mesma desenhei e fui, ao longo dos anos, comprando todos os meus objetos de desejo culinario.

Temos 4 quartos, suites, pois cada um dos nossos filhos, a Rebeca, com 11 anos, o Miguel e a Beatriz, com 6. E não penssem que a Lu esta de fora, não... Ela tem seu proprio canto, numa edicula nos fundos do quintal, onde ela tem livre acesso de ir e vir quando quiser. Alem do quarto dela na edicula, temos um quarto de hospedes.

O quintal, nos fundos é grande e tem inclusive algumas arvores, como que tinha na casa onde morei minha primeira infancia. E em uma dessas arvores, uma grande, velha, com tronco largo, uma casa na arvore.

Quem mora na casa da arvore são os gatos. Os gatos que a Bia cisma em bricnar e vestir como se fossem suas bonecas. Brincar de vestir, assim como vive pegando nossas roupas para vestir e brincar de gente grande...

Miguel nem da muita bola pra casa da arvore. O negocio dele é bem mais a piscina... Nos dias de churrasco ele adora mostrar os truques que faz com Chronos, meu boxer branco com uma mancha preto no olho, ao qual é inseparavel.

Chronos inclusive acompanha ele e o Taz em suas pedaladas de fim de tarde, os dois na bicicleta e o cachorro atras, desengonçado, correndo, sem coleira.

Rebeca, ja mais velha, quase moça, a, essa manteve toda sua personalidade! Sempre querendo fazer as coisas sozinha, ao seu modo. Orgulhosa, capaz, e muito curiosa. Pede ajuda na primeira vez, depois quer mais é que a deixemos tentando sozinha, ate que ela descubra a sua forma, o seu modo. Na escola foi quase um problema, senão tivesse feito questão de ter colocado todos eles em uma esco,a que respeitasse essa individualidade.

No jantar, todos sentamos a mesa, e contamos sobre nosso dia. As crianças adoram contar as coisas da escola pro Taz, pois ele sempre tem um jeitinho difernete, com detalhes, curiosidades, particularidades, muito mais interessantes para explicar as coisas, e torna-las proximas a nos. E de repente parece que tudo o que eles viram na escola toma forma, nesse momento. Rebeca sem duvida é a que se diverte mais com isso, pois pode contar tudo o que viu no dia, o que pensou, como pensou, as conclusões que chegou...

Na hora de dormir, depois do banho, todos deitamos nas almofadas na sala de estar, onde eu leio um livro, ou invento uma historia. Muitas vezes, historias essas que virarão mais um dos meus livros...

Nos fins de semana, muitas vezes as crianças dormem na casa dos avós, onde podem farrear, comer pipoca, dormir tarde, encher a cara de coca-cola e assistir desenhos e filmes com os bons velhinhos, suas tias e tios. E nos, eu e o Taz, aproveitamos e damos nossa fugidinha. Não contamos a eles, mas nós dois tambem não dormimos em casa...

Aproveitamos a noite de folga, e vamos passear, jantar fora, ir ao cinema, dormir num motel, namorar muito. E um segredo.... Levamos os celulares, ligamos a linha de casa a eles, e não contamos a ninguem! E uma fuga, uma espacada, um segredinho, uma farra nossa.

Nos verões, vamos a praia, onde andamos de bicicleta na areia, brincamos no mar, tomamos sorvete. Miguel sempre leva o Taz pra fazer coisas que ele, pai, nem esta tão interessado, mas sabe que é a fase de algo novo, diferente, que ele viu na TV e quer experimentar. Numa dessas, quis jogar futebol, em outra volei... Uma conseguimos faze-lo se contentar com queimada.

Miguel é bem ativo, gosta muito de se mexer, o que é otimo, pois retoma ao Taz a infancia e adolescencia dele. esse ano ele vai ensina-lo a empinar pipa...

Ja em casa, meu canto é o sotão. Montei meu escritorio onde eu pudesse ter meu canto pra escrever. Mas não é meu sendo meu. Por todo lugar você ve os brinquedos espalhados, o copo do Taz da coleção... Meu computador, uma pilha de papel onde, no topo, tem-se embrilhado um manuscrito original com a carta da editora avisando a data de lançamento. E na parede atras da mesa, todas as cartas anteriores com a mesma infrmação, de cada um dos livros publicados. E uma parede de incentivo, de recordação: temos que ser lembrados de nossas conquistas, e não nossas falhas. Temos que nos lembrar sempre, para poder continuar repetindo e conquistaqndo mais e mais, e voando cada vez mais alto.

Temos tambem outro cachorro, esse do Taz. É um pug.Os amigos perguntava: "Taz, você gosta mesmo desse cachorro?" e ele responde brincando: "Olha, ele é baixinho atarracado, e muito enfezado, mas eu gosto muito dele!" E quando perugntam qual o nome dele, ele responde: "Di-co"

Normalmente quem cozinha sou eu, e ai de quem mexer na minha cozinha. Mas as vezes o Taz nos brinda com um dos seus pratos inventados sem igual...

De manhã a coisa e meio corrida, eu fico meio nervosa arrumando as crianças pra irem pra escola, pois sempre quero ser prevenida e pensar em tudo. Mas da pra levar numa boa, e logo estão todos no carro, e o Taz os leva pra escola e a mim ao consultorio antes de ir pro trabalho.

Alem de escrever, sou psicologa, e dou atendimento terapeutico a pessoas carentes 2 vezes por semana. Mas nunca trabalho mais que 4 horas por dia. Faço questão de estar em casa quando meus filhos chegam, fazer o almoço e almoçar com eles, conversar, ajudar na lição de casa, cobrar que a mesma seja feita, cuidar dos bichos.

O TAz chega em casa as 17h, pois apesar do trabalho ate as vezes pedir que ele fique mais que isso, ele prefere voltar pra casa e passar tempo com as crianças antes do jantar, para brincar, me ajudar, e assistirmos um filme, uma serie, alguma coisa legal na TV para irmos desligando e relaxando...

Hoje acordei e me lembrei que hoje era mais um desses dias, em que olha a minha vida, e agredeço por ela. Por ter tido paciencia, persistencia, amor, muito amor, para superar as adversidades, os momentos ruins e dificeis, e ter conseguido chegar ate aqui...

sábado, 15 de maio de 2010

Gripe, instabiidade, causos

Passou-se a virose (é, acho que era uma sim... mas não tem mesmo como ter certeza) e agora, tcharam! Estamos gripadas! É, com S, plural, eu e Rebeca gripadas. De mal humor (do jeitinho dela ela também esta) e incomodadas. E eu, cansada, muito cansada, to ficando meio deprimida depois de tanto tempo com a saude assim ruim..

Acho que dessa vez eu realmente sinto a depressão mesmo. É diferente de como eu vinha vindo, na beirada, em cima do muro, me aguentando. Fico nervosa pois fisicamente estou mais exaurida que o normal devido a gripe e ter saido dessa virose, e acabo a beira de perder o controle e começar a chorar de nervoso. E sim, se na sua cabeça você esta ai se perguntando "ate com a Rebeca", a resposta é sim.

A Beca estar gripada deixa ela, obviamente, bastante incomodada. Apesar de estar bem ativa e não ter febre, ela mostra sinis claros de cansaço, sonolencia, e as vezes ate parece com incomdos no corpo que sugerem dor de cabeça e essas coisas que nos sentimos. Nessas horas que vejo que ela parece muito incomodada com tudo, e chorosa, batendo a mãozinha na cabeça, ou mesmo dando chorinhos quando seguro ela pra pegar no colo, acabo dando tylenol e isso parece fazer ela se sentir melhor. E coriza, coitada, muita coriza. Ela mal respira. E esse é o nosso maior problema.

Bebes não sabem assoar o nariz. E a Beca, ao contrario, simplesmente detesta que a gente mexa no nariz dela. Ela ja não gosta normalmente, mas costuma deixar que o limpassemos apos o banho com um cotonete. Agora, nossa, simplesmnte impossivel. É uma choradeira toda vez que tem que limpar o nariz, apos um espirro, o que alias ela faz bastante. E funga. Ja viram nenem fungar? Pois e, ela ta aprendendo a fungar. Meio involuntario ainda, mas funga. Enfim, e uma briga, que parece que estou fazendo o maior mal do mundo pra ela.

E eu, mal do jeito que estou, tenho tido dificuldade de ficar calma nessas horas. Não tem jeito, uma hora ou outra precisa tirar o excesso de catarro dela, e eu morro de medo de machuca-la no processo, pois ela se debate muito! Eu paro, tento conversar, explicar, acalamar, distrair, mas mesmo assim, ela não deixa encostar nela. E isso se repete nas tentativas de colocar rinosoro ou simplesmente passar um lenço para limpar o rosto dela.

Normalmente não é tão dificil. Nem pra ela e nem pra mim. Mas, como eu disse, estou bem mal... Numa dessas quse comecei a chorar junto com ela. Engoli, forcei um pouco a barra pois ela estva muito entupida, limpei, acalmei a pequena um pouco, coloquei ela assistindo um desenho que gosta, e sai por alguns minutos, pra me acalmar. E a sensação de ficar nervosa, com ela, comigo, com a situação, com me sentir assim debilitada, foi horrivel! Ai...

Mas, mais alguns dias e isso passa, certo?

Eu to la, meu antigripal, roupas quentinhas, chas... Mas e o melhor que tem dado pra fazer, por que, eu estou gripada, mas o Taz, nossa, ele ta muito pior que eu.

A Rebeca também esta nessa, tylenol se parece muito incomodada, mas no geral, o tratamento dela tem sido suquinho de laranja com cenoura e inalação 3 vezes ao dia. (essa ultima, tem sido mais facil que todas as alternativas para limpar o narizinho da pequena, ainda bem, pois e o que esta fazendo o catarro sair...). E comer. O que tem sido outra briga nesses dias de gripe, pois ela aceita a mamadeira bem, mas os outros alimentos ela parfece estar meio enjoadinha, e se eu achava que ela comida pouco antes, agora... ai ai... Mas passa logo, e segunda tem consulta com o pediatra, vamos ver!

Alias, eu preciso lembrar de dessa vez escrever todas as minhas duvidas pra levar ao pediatra dela. Ja disse que a alimentação da Rebeca, e o que eu quero em relação a isso pra ela (e por conseuqencia pra mim e pro taz) tem batido de frente com a minha pessima educação alimentar? Gente, e serio, eu não tenho ideia do que dar pra ela comer, como introduzir os aliemntos, quando, quais, em que ordem, quantas vezes por dia... ai, o pessoal aqui sempre viveu a base de pizza e comida industrializada,e definitivamente não e isso que eu quero pra ela, e nem o que preciso pra mim e pro Taz agora! To perdida...

O TAz, como eu disse, esta muito mal. Vai operar mesmo, ja marcou a data, precisa agora pedir autorização no convenio, e se tudo der certo, dia 12 de junho ele vai retirar a vesicula e corrigir uma herna umbilical encontrada no meio dos exames que ele teve que fazer.

As pedras nos rins o medico acredita que ele pode estar com residuos, ou mesmo a pedra em si, rpesa no canal, por causa do relato de dor que ele deu. Fez uma tomografia com contraste na sexta feira pra ver, e o resultado sai dia 20... Se de fato for isso, não tenho ideia do que vai ter que acontecer...

E ele esta bem assustado. Sentir dor cosntantemente, mudando apenas a instansidade da mesma deve ser algo horrivel. Alias, e algo horrivel, eu sei disso, ja senti isso, apesar de não a mesma dor que ele tem sentido. Alia-se a isso poucas horas de sono por dia, trabalhar sem no entento ter retorno suficiente pra suprir as necessidades da sua familia, depender dos outros pra tanta coisa e ser constante mente lembrado disso e muitas vezes "sugerido" que a situação e comoda e não tem interesse de muda-la... E no entanto a responsabilidade de saber que não e um momento de se arriscar a não ter nada. A Briga interna entre "preciso de mais mas é melhor garantir o pouco do que se arriscar e acabar sem nada".

Alias, tirando a parte das pedras nos rins e vesicula, eu e ele estamos exatamente no mesmo barco, sentindo a mesma coisa, cada um do seu jeito, lidando com isso do seu jeito, e por isso brigando tanto.

A Parte boa foi que conversamos, de verdade, honestamente, pela primeira vez em meses, essa semana, e acredito que finalemnte cnseguimos expressar algumas coisas (como voês pdoem ler acima...) e isso, espero, será nosso primeiro passo, juntos, pra algo melhor.

Mas precisamos passar por uma cirurgia e uma recuperação antes de muita coisa acontecer...

Ou seja, meu dia dos namorados vai ser no hospital... Tomara que nosso presente seja, enfim, o retorno a saude. :)

Vou voltar a dormir agora, na esperança de mehlroar um pouquinho pra aguentar melhor mais um dia, de gripe, frio, mas se tudo der certo, um pouco de diversão. Bom final de semana pra vocês, obrigada por lerem o desabafo ate aqui. ^^

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dando risada

Ah, agora, com calma, e mais descansada, quero contar uma coisa bem legal:

Na noite de domingo, depois de uma conversa tensa aqui em casa, ficamos eu e o Taz tentando fazer a Rebeca dormir e nada. Queria ficar acordada, como ela tem feito quase todos os dias agora. E cansa ela daqui, nina dali, até que o Taz desistiu mesmo e colocou ela deitada do lado dele no sofa e ficou brincando com ela e dando risada.

Ai, de repente e não mais que de repente ela começa ma dar risada também. Mas gargalhadas mesmo! Achou graça ele dar risada, e começou a dar risada da risada dele. Eu, estranhei e fui olhar pra ter certeza que era isso mesmo. Vi, e comecei a dar risada também. E ai que ela riu mais ainda!! E ficamos os tres, um dando risada do outro, por bem uns 10, 15 minutos direto. Ate meu pai veio ver o que estava acontecendo e saiu dando risada também.

Gente, que delicia!
E são essas coisas, simples, que fazem todas as dificuldades simplesmente não passarem disso: dificuldades a serem transpostas. Por que o importante de verdade, são as risadas!